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07:16 | Zona Euro
Varoufakis demite-se para facilitar negociações no Eurogrupo
Yanis Varoufakis, ministro grego das Finanças, apresentou a sua demissão. Num testemunho no seu blog, Varoufakis explica a sua saída pelo facto de membros do Eurogrupo preferirem a sua "ausência" dos encontros. "Uma ideia que o primeiro-ministro considera potencialmente útil para chegar a um acordo", escreve.
09:08 | Obrigações
Os juros da dívida pública grega no mercado secundário estão a disparar em todos os prazos após o “não “ ter vencido o referendo realizado este domingo às propostas dos credores. No prazo a dois anos, os juros estão a subir mais de 1.500 pontos base para estar acima dos 51%.
09:47 | Bolsa
O principal índice da praça nacional mantém-se em terreno negativo, perdendo pouco mais de 2%. Entre as restantes congéneres europeias o sentimento é igualmente de perdas. Os resultados do referendo na Grécia dominam as atenções.
08:21 | Zona Euro
No referendo na Grécia, o "não recebeu 61% dos votos. Segunda-feira, 6 de Julho, é dia de rescaldo e de reuniões. A Europa estará reunida. Espera-se que haja novo espaço para iniciar negociações. Os mercados abriram em baixa. Acompanhe aqui os acontecimentos.
05 de Julho | Zona Euro
O "não" ganhou o referendo na Grécia, com mais de 60%, levando os analistas e os credores a falarem de forma mais forte da possibilidade de saída do país do euro. O ministro da economia alemão diz que é "difícil imaginar" como poderão ser as conversações entre a Atenas e os credores. Tsipras e Varoufakis querem retomar as conversações e na Europa marcaram-se várias reuniões. Veja o filme deste domingo contado a partir da redacção do Negócios e com reportagem em Atenas.
A vitória do "não" no referendo de domingo deixa muitas questões em aberto e dúvidas entre os investidores, o que está a ser reflectido nos mercados bolsistas. Euro, bolsas e matérias-primas estão em queda, enquanto os juros na Europa estão a subir.
01:25 | Economia
Oito horas antes do encerramento das urnas, uma apoiante do "sim" antecipava os resultados e explicava porquê: a campanha do 'sim' foi racional e os gregos são emotivos. Clara vitória do 'não' encheu a praça Syntagma de pessoas que acreditam que as coisas não podem piorar. "Agora é a vossa vez", dizem.
01:44 | Bolsa
O "não" ganhou o referendo na Grécia com mais de 61%, sendo que agora desenham-se os cenários. A resposta do BCE aos resultados é, quase unanimemente, mais importante. Os mercados irão prestar atenção a isso mesmo, mas nada deverá evitar o impacto negativo no início da semana.
05 de Julho | Zona Euro
O presidente do Parlamento Europeu notou que a Grécia poderá vir a beneficiar de “um programa de ajuda humanitária”. O alemão Martin Schulz avisou o governo grego de que Atenas terá de apresentar “propostas válidas e construtivas” para superar o impasse em que as negociações permanecem pelo menos desde 26 de Junho.
05 de Julho | Zona Euro
O primeiro-ministro grego não escondeu a sua satisfação perante um resultado que no seu entender representa uma "vitória da democracia. Alexis Tsipras garante que o povo grego mostrou que a democracia não pode ser chantageada e anunciou que a prioridade passa por "retomar as conversações" com o primeiro objectivo de restaurar o sistema financeiro helénico.  
05 de Julho | Europa
Que país é este que foi hoje às urnas e parece ter respondido “não” à Europa? Veja alguns números em baixo, com a sua evolução desde que a troika entrou no País.
05 de Julho | Bolsa
O índice de Shanghai caiu mais de 12% na última semana e entrou mesmo em "mercado urso". Desempenhos que levaram as autoridades do país a decretarem uma série de medidas, de modo a prevenirem uma continuação das fortes quedas. Ainda assim, os especialistas não acreditam que o efeito seja duradouro.
A Cabot Square está na corrida ao banco electrónico do BCP. A gestora de "private equity" britânica poderá ser uma das três entidades convidadas a fazerem ofertas finais para o ActivoBank. Também CTT e Atlântico são apontados como favoritos.
01:55 | Bolsa
A oferta pública de troca lançada pela Semapa sobre as suas acções, começa esta segunda-feira, 6 de Julho. Os investidores têm três semanas para decidir se aceitam, ou não, trocar as acções por títulos da Portucel.
00:01 | Transportes
O caso do Metro Sul do Tejo é o que levanta maiores sinais de alerta pelo Tribunal de Contas. A concessão custa oito milhões de euros aos cofres públicos. A renegociação do contrato está parada desde 2012.
05 de Julho | Obrigações
Porto e Sporting recorreram aos sócios, adeptos e pequenos investidores para obterem financiamento. Pagaram, ambos, juros inferiores às emissões anteriores, mas é o Benfica quem dá, agora, a taxa mais baixa de sempre. Paga 4,75%.
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Após um semestre de altos e baixos, os mercados entraram num período de semelhantes incertezas. A Grécia é ainda um factor-chave, dizem os analistas, ao passo que a subida dos juros nos EUA também deverá centrar as atenções. Apesar dos riscos, as acções europeias continuam a ser uma oportunidade e o dólar deverá valorizar.
Discreto, bem-humorado, amigo, um líder. É assim que o recordam muitos dos que trabalharam com o presidente do Banco Popular. Com uma longa carreira na banca, Rui Semedo morreu sexta-feira com 57 anos.
A semana continuará a ser marcada pelos desenvolvimentos na Grécia. Mas os investidores vão estar também atentos à política monetária dos bancos centrais, às previsões económicas do FMI, ao acordo nuclear com o Irão e aos "ratings".
00:01 | Autarquias
Empresa que tem como gerente Luís Rebelo recebeu um ajuste directo de 33.600 euros da câmara do Porto. Rebelo foi o número 10 da lista de Rui Moreira nas autárquicas e criou a empresa dois meses antes. Autarquia nega que haja favorecimento.
00:01 | Economia
O economista Ricardo Paes Mamede diz que Portugal deve estar preparado para uma saída do euro. Com o país inserido na moeda única, não vê futuro que não passe pela “destruição dos direitos sociais, desvalorização dos salários e desregulação cada vez maior das relações de trabalho”.
00:01 | Crédito
Foi o banco liderado por Nuno Amado que deu início ao movimento de corte das margens mínimas no crédito à habitação, em Fevereiro. A CGD respondeu de forma agressiva e ficou sem resposta. Até agora. Os dois têm o melhor "spread" do sector.
A remuneração oferecida pelos bancos nas novas aplicações a prazo voltou a encolher, pelo sexto mês consecutivo. A queda na taxa média praticada no mercado português foi das mais expressivas dos últimos anos.
Editorial
  • Helena Garrido
    Alexis Tsipras e Yanis Varoufakis tiraram o povo grego do resgate financeiro, não da austeridade. Atiraram o povo grego para uma muito provável ajuda humanitária, para a falta de dinheiro e de bens essenciais. Tempos ainda mais difíceis esperam, infelizmente, o povo grego.
  • Celso Filipe
    A nova PT, detida desde 2 de Junho pelos franceses da Altice, tem um poder enorme sobre os fornecedores. Uma situação que herdou da anterior PT, à volta da qual floresceram muitas empresas prestadoras de serviços.
  • Helena Garrido
    Rostos desesperados. Pensionistas modestos com senhas nas mãos aglomeravam-se pela manhã na quarta-feira, 1 de Julho, à porta dos bancos que abriram na Grécia. As imagens estão por todo o mundo. Gritam mais alto do que todas as palavras do discurso de Alexis Tsipras a falar em humilhações. O Syriza está a usar o seu povo como uma peça do seu jogo. Este foi o ponto a que chegou a Grécia. E a Zona Euro.
00:01 | Energia
O aumento da eficiência energética e a crise económica e financeira ajudaram à queda do consumo. Esta descida atirou a dependência do exterior para um novo mínimo, com a produção de renováveis a subir.
05 de Julho | PME
A Estialiving, que opera com a marca Bella Vida, vai inaugurar a unidade em 2016. Um dos objectivos é captar utentes estrangeiros.
05 de Julho | Transportes
Depois das quebras registadas com as paralisações dos trabalhadores portuários entre 2012 e 2014, o porto da capital viu aumentar em 6,4% os contentores movimentados nos primeiros cinco meses deste ano.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • A inflação vai aumentar no próximo ano. O mercado de trabalho está mais ajustado: a taxa de desemprego baixou para 5,4%, o desemprego de curta duração (um indicador-chave da pressão inflacionária) caiu para 3,8% e a taxa de desemprego entre graduados universitários é de apenas 2,7%.
  • Apesar da oposição oficial dos Estados Unidos e do Japão, 57 países optaram por estar entre os membros fundadores do Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (AIIB), liderado pela China. Independentemente daquilo que os opositores acreditam, esta mudança notável nos acontecimentos pode apenas beneficiar a governança económica mundial.
  • Pela primeira vez desde há anos, parece reinar uma dose saudável de otimismo. A economia global – à exceção de alguns pontos problemáticos – está finalmente a ultrapassar a crise financeira. Os avanços tecnológicos colocaram as energias renováveis em pé de igualdade com os combustíveis fósseis.
  • A crise grega é uma tragédia para o país e um perigo para a economia mundial.
  • O Primeiro-Ministro Chinês, Li Keqiang, referiu-se recentemente à criação de emprego como sendo um ponto fundamental para o "objetivo principal de crescimento com estabilidade" do seu país. O seu comentário não poderia ser mais acertado.
03 de Julho | Matérias-Primas
Depois da descida registada esta semana, os preços de venda da gasolina nos postos de abastecimento nacionais têm margem para aumentar novamente na próxima. O gasóleo deverá ficar inalterado.
04 de Julho | Finanças Públicas
O secretário-geral do PS, António Costa, recusou este sábado fazer especulações sobre as notícias que apontam para um agravamento do défice de 2014 em 6% devido à venda do Novo Banco e disse querer esperar pelo resultado final.
05 de Julho | Indústria
Após quatro anos consecutivos de quebras, acumulando uma perda de mil milhões de euros de receitas, o sector português de instalações e montagens fechou 2014 com uma leve recuperação de 1% em relação ao ano anterior, ultrapassando vendas de dois mil milhões de euros.
dossier Weekend
TAP: O primeiro dono privado
Muito antes de Humberto Pedrosa e David Neeleman, a TAP teve accionistas privados. O primeiro foi António de Medeiros e Almeida. Entre 1955 e 1960, o milionário português controlou 50% do capital da companhia, que depois trocou pela SATA. Pelo caminho, teve conversas com Salazar para ser presidente da TAP.
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Segunda-feira
Julho 2015