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13:50 | Zona Euro
"Não é possível que um país não queira assumir os seus compromissos, não pagar as suas dívidas, aumentar salários, baixar impostos e ainda ter a obrigação de garantir, por parte dos seus parceiros, um financiamento sem contrapartidas", comenta Passos Coelho.
09:43 | Zona Euro
O líder dos Gregos Independentes, partido de direita nacionalista, já anunciou que vai apoiar o Governo liderado por Alexis Tsipras, aceitando integrar um Executivo de coligação. Alexis Tsipras reúne-se com o Presidente da República pelas 13h30 e vai ser designado primeiro-ministro às 14 horas de Lisboa.
13:59 | Zona Euro
O economista Paul Krugman considera que o problema da Grécia deriva das más opções feitas pelos credores internacionais e classifica os planos do Syriza como “realistas.” Para o antigo prémio Nobel da economia, a Europa deveria dar uma oportunidade [a Tsipras] para acabar com o pesadelo do país”.
13:37 | Zona Euro
O economista Yanis Varoufakis deverá ser o próximo ministro das Finanças da Grécia. A notícia está a ser avançada pela agência Reuters, que cita três fontes ligadas ao Syriza.
Poucas horas após a vitória histórica do Syriza nas eleições gregas, os juros da dívida soberana nos países da Zona Euro estão a recuar. Os mercados estão a dar tréguas a países como Portugal, mas os analistas apontam que ainda continuam a existir riscos de contágio.
11:51 | Bolsa
A praça de Atenas está a perder terreno mas a queda é menos intensa do que no arranque da sessão. Os bancos estão a cair fortemente, depois da vitória do Syriza nas eleições deste domingo.
12:43 | Eleições
O Syriza venceu as eleições legislativas, num resultado histórico. E agora, o quais serão os próximos passados do Executivo que será encabeçado por Alexis Tsipras? Manuel Esteves, editor de Economia, explica o que está em cima da mesa.
12:35 | Bolsa
A bolsa de Lisboa acompanha a indefinição das praças europeias, que se dividem entre ganhos e perdas, depois de conhecidos os resultados das eleições na Grécia. Por cá, a cotada que mais pressiona é a Galp Energia, que desliza quase 2%.
00:01 | Bolsa
Depois de um arranque de ano tremido, a bolsa portuguesa está agora entre as que mais sobe. Beneficiando da "bazuca" do BCE, do euro fraco, mas também da queda do petróleo, ganha mais de 10%.
07:34 | Energia
O quarto trimestre foi misto para a Galp, segundo o “trading update” que serve de barómetro para os resultados. A área de exploração foi melhor do que no mesmo trimestre de 2013. As restantes áreas foram menos positivas.
11:58 | Petróleo
A matéria-prima está a cair mais de 1% nos mercados internacionais, depois de o novo rei da Arábia Saudita ter assegurado que vai manter a política de produção, apostando nos baixos preços para estimular a procura.
13:19 | Autarquias
A Câmara de Lisboa terminou o ano de 2014 com uma dívida consolidada de 617,7 milhões de euros, menos 25,5 milhões do que no ano passado (643,2 milhões), segundo resultados provisórios apresentados esta segunda-feira pelo vice-presidente do município, Fernando Medina.
13:25 | Comércio
Nas últimas semanas, foram vários os franquiados a queixarem-se de que o grupo retalhista estava a impor-lhes preços abaixo do custo. A empresa desmente, apontando a crise e a má gestão como eventuais motivos para os encerramentos.
A PwC (PricewaterhouseCoopers), na análise que fez às aplicações da PT em empresas do Grupo Espírito Santo, analisou cerca de 40 subscrições. O Negócios mostra-lhe essas emissões. As últimas ficaram por reembolsar. Mas desde 2012, a PT recebeu de juros mais de 60 milhões do GES.
O corte nos custos para aumentar as margens é o foco principal da Altice na PT Portugal. Já estimou as sinergias de custos em 200 milhões de euros no médio prazo, sendo metade no espaço de 12 a 18 meses. E quer as margens perto dos 50%.
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13:26 | Empresas
Dados da IGNIOS mostram que o número de empresas insolventes caiu quase 11% em 2014 face ao ano anterior. O crescimento dos Processos Especiais de Revitalização (PER) contribuiu para a inversão da tendência de crescimento.
Este ano há duas coisas de que os contribuintes não se podem esquecer: pedir sempre facturas com número de contribuinte e, depois, verificar se as mesmas são declaradas no Portal das Finanças. As deduções no IRS dependem disso.
Investir em dívida nacional tem sido um bom negócio, nos últimos anos. Tanto para os pequenos investidores, através dos Certificados do Tesouro Poupança Mais e dos de aforro, mas também para os grandes, que têm ganho com a valorização das obrigações do Tesouro. Mas a margem para rentabilizar o investimento vai encolher. Se quer apanhar as taxas altas de Portugal, apresse-se.
08:58 | Economia
O governante fez, em entrevista ao "El País", um balanço positivo da saída da troika. "Governa-se em melhores condições quando se pode financiar nos mercados, quando a economia cresce e o desemprego baixa", afirmou.
09:02 | Angola
A Economist Intelligence Unit (EIU) considerou hoje que o Governo de Angola tem de gerir cuidadosamente os cortes na despesa pública que está a planear, senão corre o risco de ter repercussões sociais devido às expectativas da população.
00:01 | Economia
O município onde se situa a Base das Lajes será particularmente afectado pela redução do contingente norte-americano. Além de perder negócio, 95% dos trabalhadores portugueses são da Praia da Vitória. Já há empresas a falir.
25 de Janeiro | Impostos
As multinacionais que se aproveitam das diversas legislações para reduzirem a sua carga fiscal ao mínimo são predadores fiscais ou vítimas da hipocrisia dos Estados? A questão tem feito correr muita tinta, e esteve em debate em Lisboa.
25 de Janeiro | IRC
17 mil é muito ou pouco? Depende das expectativas. Secretário de Estado gerou muitas, dizendo que a medida podia chegar a 330 mil empresas. Lobo Xavier diz que o universo potencial real era de apenas 50 mil e que, por isso, os números são bons.
09:27 | Educação
O The Lisbon MBA International, resultado de uma parceria entre as universidades Nova e Católica, subiu 16 posições no ranking do Financial Times, passando a ser considerado o 36º melhor MBA do mundo.
Editorial
  • Helena Garrido
    A vitória eleitoral do Syriza na Grécia pode ser a mudança que a Zona Euro precisava para sair da armadilha da dívida em que está. Os gregos querem o euro, a Europa tem de querer a Grécia. E Alexis Tsipras revelou ao longo deste caminho que o levou ao poder que sabe substituir radical por sensatez.
  • Helena Garrido
    Quinta-feira, dia 22 de Janeiro de 2015. Um dia histórico para Portugal e para o euro. O BCE rendeu-se à necessidade de usar a última das armas de um banco central para combater a deflação e vai comprar dívida pública. A PT Portugal foi vendida aos franceses da Altice e deixa de pertencer a um grupo de accionistas que a delapidaram, primeiro apenas portugueses, depois em conjunto com os brasileiros da Oi. A PT como a conhecemos acabou. Com a Altice nascerá uma nova PT.
  • André Veríssimo
    O governo fez sempre questão de que independência face aos credores rimasse com soberania. Foi assim com a saída limpa do programa de ajustamento. Será provavelmente assim com o pedido de reembolso antecipado da dívida ao FMI. Resta saber se tudo isto rima com racionalidade financeira.
Em Outubro de 2013 o Governo apresentou o portal Visitportugal com um investimento de 160 mil euros, mas agora ao mesmo projecto surge associada uma despesa de 393 mil euros, segundo um despacho do Turismo de Portugal.
Programa de compra de títulos pelo BCE coloca 91% do risco da dívida nos bancos centrais nacionais. Os lucros serão no entanto divididos por todos. Nesta operação, Portugal financia a Alemanha.
Boston Consulting Group vai integrar comissão criada por Carlos Costa para avaliar desempenho do supervisor e propor melhorias de funcionamento. Relatório pode condicionar decisão sobre a liderança do Banco de Portugal.
25 de Janeiro | Investidor Privado
A semana começa com a reunião do Eurogrupo, em Bruxelas, onde serão discutidos os resultados das eleições na Grécia. Na bolsa de Lisboa, o destaque será o arranque da época de resultados, com o BPI a ser o primeiro.
23 de Janeiro | Empresas
O BPI dá o pontapé de saída na época de apresentação de resultados de 2014, já na próxima quinta-feira, 29 de Janeiro. Consulte o calendário e acompanhe os números que vão sendo reportados pelas principais cotadas nacionais.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Se a Terceira Guerra Mundial alguma vez acontecer, as suas origens não estarão no Médio Oriente, Sul da Ásia, ou na Europa de Leste. É na Ásia Oriental - onde os interesses estratégicos da China, Estados Unidos, e seus respectivos parceiros se cruzam - que os riscos geopolíticos, tensões diplomáticas, e potencial para uma explosão mundial são mais elevados.
  • Se há um número que determina o destino da economia mundial, esse número é o preço do barril de petróleo. Todas as recessões globais desde 1970 foram precedidas por, no mínimo, uma duplicação do preço do petróleo e sempre que o preço do petróleo caiu para metade e manteve-se baixo por mais ou menos seis meses seguiu-se uma aceleração do crescimento global.
  • Vivemos tempos perigosos. Quando achamos que temos tudo em ordem, acontece algo que nos tira o chão que pisamos. Acções e momentos estão muitas vezes interligados e o que acontece num nível - afectando indivíduos, Estados, sectores económicos e empresas de todos os tamanhos - poderá ter repercussões noutros.
  • Espera-se que as autoridades monetárias da Zona Euro façam história na próxima reunião do Banco Central Europeu (BCE) a 22 de Janeiro. Os observadores antecipam que o presidente do BCE, Mario Draghi, e os seus colegas vão finalmente atravessar o Rubicão e anunciar o lançamento de um programa de flexibilização quantitativa (QE) de grande escala - por outras palavras, a compra de um grande volume de títulos de dívida soberana. Embora o BCE tenha resistido ao QE por mais de cinco anos, mesmo com outros bancos centrais a adoptarem-no, Benoît Coeuré, membro do Conselho Executivo, já lhe chamou "opção de base".
  • Por que razão é que os comentários dos banqueiros centrais das principais economias do mundo captam uma atenção desmesurada nos dias que correm? Não é que estejam a mexer a toda a hora nas taxas de juro. Nem é que tenham desenvolvido novos modelos, mais robustos, de análise económica. Pelo contrário: as projecções para o crescimento e para a inflação feitas pelos principais bancos centrais nos anos que sucederam à crise financeira têm sido consistentemente sobrestimadas – e por largas margens.
07:31 | Zona Euro
Os combustíveis aumentaram quase cinco cêntimos a partir de 01 de Janeiro por via da fiscalidade e da incorporação de biocombustíveis, segundo as contas da Entidade Nacional do Mercado de Combustíveis (ENMC).
25 de Janeiro | Política
O primeiro-ministro lembrou este domingo "o preço muito elevado" que o país pagou por apenas se olhar para o presente, descurando o futuro, mas considerou que as lições tiradas fizeram com que os recursos passassem a ser aplicados com mais rigor.
25 de Janeiro | Indústria
Há uma empresa portuguesa que já produz auto-rádios em San Juan del Rio, no México, há mais de oito anos. O discretíssimo grupo portuense YAP mantém uma parceria com o conglomerado empresarial local Autopcion, através do controlo conjunto (50/50%) do capital de uma fábrica que emprega cerca de 100 pessoas e factura perto de 35 milhões de euros.
dossier Weekend
António Arnaut: "Acuso o Governo por algumas das mortes nas urgências"
Acuso o Governo, pela sua política de cortes excessivos, de ser responsável por algumas das mortes que ocorreram nas urgências. António Arnaut cita o amigo Miguel Torga: "A liberdade é uma penosa conquista da solidão" para dizer que às vezes se sente sozinho.
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Segunda-feira
Janeiro 2015
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