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O Espírito Santo Financial Group quer receber o dinheiro da venda da Tranquilidade ou admite avançar para tribunal "de forma a proteger os seus direitos legais". A Zurich apresentou como trunfos, numa carta a que o Negócios teve acesso, um valor superior ao oferecido pela Apollo e a garantia de manter a empresa.
16:47 | Bolsa
O BPI fecha a valorizar pela sexta sessão consecutiva. Os ganhos surgem depois de notícias nos últimos dias colocarem a instituição entre os potenciais candidatos à compra do Novo Banco. A Mota-Engil fecha a subir 1% depois de o Governo atribuir a privatização da EGF ao grupo de Gonçalo Moura Martins.
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF) tendo seleccionado a oferta apresentada pelo consórcio SUMA, da Mota-Engil, que apresentou uma oferta mais de 50% superior à média das avaliações da empresa.
O secretário de Estado dos Transportes afirmou que o Governo mantém o objectivo de privatizar a CP Carga no decorrer da legislatura, que termina em Outubro de 2015.
Depois de os sindicatos terem revelado que há centenas de funcionários a ser enviados para requalificação, o Governo limita-se a dizer que o mecanismo está previsto na lei.
21:31 | Bolsa
As principais praças norte-americanas encerraram no verde, com o Dow Jones e o S&P 500 a atingirem os valores mais altos de sempre. Também a influenciar positivamente esteve a nova diminuição dos pedidos de subsídios de desemprego.
17:30 | Bolsa
As acções da proprietária do Hospital da Luz encerraram a valer 4,75 euros, valor que supera a melhor oferta pela empresa - de 4,40 euros. Os investidores estarão a antecipar uma revisão das contrapartidas ou mesmo novas e melhores ofertas.
20:12 | Mercados
O banco madeirense revelou ter colocado 520 milhões de euros de obrigações no mercado internacional, adiantando ainda ter registado uma procura, por parte dos investidores internacionais, 1,6 vezes superior à oferta.
16:26 | IRC
O Governo aprovou um novo Código Fiscal do Investimento, no qual privilegia, na atribuição de créditos fiscais, os investimentos que as empresas façam nas regiões menos favorecidas do país.
O ministro da Presidência, Marques Guedes, assegurou que a privatização da TAP ainda não foi analisada pelo Conselho de Ministros, apesar das declarações já feitas pelo ministro da Economia sobre o relançamento da operação.
Os bancos pediram ao BCE apenas 82,6 mil millhões de euros na primeira oferta de empréstimos a quatro anos com juros reduzidos. O baixo montante – a entidade liderada por Mario Draghi disponibilizou 400 milhões de euros – coloca pressão para que a autoridade monetária avance com novas medidas de expansão monetária.
O presidente do Novo Banco diz que o mandato da nova gestão é “voltar a captar clientes e a crescer em volume de depósitos e créditos de bom risco”. Numa mensagem aos colaboradores, Stock da Cunha diz que o seu mandato “não” passa pela “discussão permanente sobre o modelo ou a data de venda”.
O presidente executivo da PT Portugal, Armando Almeida, disse esta quinta-feira que já definiu três áreas prioritárias para o futuro da empresa, que passam pelo cliente, pela parte financeira e pela cultura dentro da operadora.
14:05 | Mercados
A instituição liderada por Christina Lagarde dirige-se, assim, aos mercados. Os investidores são o público-alvo, a quem a OCDE e a Fed se tinham já dirigido.
17:15 | Imobiliário
Após sete anos consecutivos de quedas de preços, o mercado imobiliário espanhol começa a ver luz ao fundo do túnel. Preços estão a estabilizar, mas 40% abaixo do "pico" de 2007.
17:14 | Imobiliário
No mês em que decorreram os principais desenvolvimento do caso BES, a “instabilidade financeira teve reflexos na confiança dos profissionais”, concluiu o Imovirtual Market Index (IMI).
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19:08 | Zona Euro
A França pediu de novo a Bruxelas mais dois anos para reduzir o défice para 3%, valor máximo tolerado pelas regras europeias. François Hollande acredita que os parceiros europeus compreenderão e aceitarão os seus argumentos. Inclusive, e sobretudo, a Alemanha.
09:32 | Economia
"Deve a Escócia ser um país independente?". É a pergunta que 4,3 milhões de escoceses terão hoje de responder. O Negócios vai acompanhar ao longo do dia as principais notícias relacionadas com um referendo histórico num minuto a minuto com actualização permanente.
20:15 | Educação
O director-geral da Administração Escolar, Agostinho Pereira, apresentou hoje ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) a sua demissão, tendo o pedido sido aceite pela equipa de Nuno Crato, confirmou o Ministério.
20:58 | Economia
A contratualização da actividade passa a ser feita directamente com as famílias, deixando o Instituto da Segurança Socialde ser a entidade enquadradora.
17:36 | Transportes
Foi aprovado um diploma que prevê que cinco administradores possam gerir as quatro empresas de transporte público de Lisboa em conjunto. Só recebem a remuneração de uma delas.
13:25 | Justiça
A PGR diz que o inquérito "não corre, ate à data, contra pessoa determinada". Ou seja, não se debruça sobre ninguém em particular a investigação que estará a ser feita a pagamentos da Tecnoforma. A revista Sábado revelava que estão a ser investigados pagamentos da Tecnoforma a Pedro Passos Coelho quando este era deputado em regime de exclusividade.
20:20 | Saúde
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, escusou-se a explicar as razões do pedido de demissão da directora clínica dos hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, de Lisboa, avançando que o processo de substituição "já foi desencadeado".
13:02 | Empresas
A Comissão Europeia deu a conhecer, esta quinta-feira, as primeiras 155 pequenas e médias empresas (PME) que beneficiarão de subvenções do novo instrumento de apoio às PME.
Editorial
  • Celso Filipe
    A fazer fé nas sondagens, cujas projecções já fazem a distribuição dos indecisos, os escoceses vão esta quinta-feira votar contra a independência do país e a sua separação do Reino Unido. O resultado será, ao que tudo indica, tangencial. Assim, 58% dos escoceses irão votar "não" no referendo sobre a independência, enquanto 42% se manifestarão favoráveis a esta opção. Este resultado permite extrair duas conclusões. A primeira é a de que os escoceses estão divididos sobre o seu futuro enquanto país. A segunda é a de que a Escócia já ganhou, apesar do "sim" à independência sair derrotado.
  • Nuno Carregueiro
    A urgência da venda da instituição não justifica que o modelo a adoptar possibilite, ainda mais, a destruição de valor no banco. E é isso que acontecerá se o Novo Banco for vendido aos pedaços, uma possibilidade que tem vindo a ganhar força nos últimos tempos e foi mencionada pela Comissão Europeia.
  • Celso Filipe
    Tudo parecia bem encaminhado no Novo Banco até o seu presidente, Vítor Bento, se demitir, por não estar de acordo com a estratégia de venda rápida da instituição, uma solução preconizada pelo Banco de Portugal e pelo Governo. Este caso do Novo Banco é apenas mais um do historial de instabilidade que passou a ser uma condição normal do país.
21:30 | Bolsa
O FMI é a quarta instituição mundial a alertar para o "sobreaquecimento" dos mercados. Avisos que não demovem os investidores. Acções norte-americanas continuam a trepar, de recorde em recorde.
O FMI antecipa que a economia italiana sofrerá, pelo terceiro ano consecutivo, uma nova contracção em 2014. Aplaude o pacote de reformas de Matteo Renzi, mas avisa que, se Roma quer controlar a despesa, terá de cortar nas actuais pensões de reforma.
A dívida pública portuguesa na óptica de Maastricht voltou a subir, em Julho, voltando a superar os 224 mil milhões de euros.
Espanha, Estónia, Irlanda e Grécia são os primeiros a sacrificar o voto nas reuniões do conselho do BCE. Em 2015, haverá rotatividade mensal de quem exerce o direito de voto no principal órgão de decisão da autoridade monetária. Portugal não vota entre Agosto e Outubro.
10:00 | Empresas
Luísa Peixoto lançou a sua empresa no final dos anos 90, com o objectivo de desenhar e produzir peças artesanais e com materiais de qualidade e luxo. Já está em 20 países e está num "showroom" em Moscovo.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • No ano passado, a China alcançou aparentemente outro marco na sua ascensão meteórica, ao ultrapassar os Estados Unidos e passar a ser a maior potência comercial do mundo, com as suas receitas comerciais totais avaliadas em 25,83 biliões de yuans (4,16 biliões de dólares). Mas este feito é, em grande medida, ilusório – e não se deve permitir que oculte a necessidade da China de transformar o seu modelo de comércio.
  • Há dois anos, a eleição de Shinzo Abe como primeiro-ministro do Japão levou ao advento do "Abenomics", o plano em três partes para resgatar a economia do lodaçal de estagnação e deflação.
  • Recaída é a regra da pós-crise económica mundial. Nos Estados Unidos, Japão e Europa, o crescimento do PIB fraquejou novamente no primeiro semestre de 2014. Estes contratempos são dificilmente uma coincidência. Este crescimento persistentemente lento por todo o mundo desenvolvido deixou as grandes economias invulgarmente vulneráveis em relação às contrariedades inevitáveis.
  • Itália está mergulhada numa tripla recessão. Mas não chegou lá por si só. Sim, o longo declínio da economia reflecte o fracasso dos líderes italianos em enfrentar a perda de competitividade do país; mas é uma falha amplamente partilhada na Europa.
  • Chegámos ao fim da era da inflação elevada? Quando o mundo cresce de forma lenta, a dívida é elevada e existem tremendas pressões de distribuição é importante saber se a inflação está morta ou simplesmente dormente.
16:24 | Automóvel
O Seat Alhambra, produzido na Volkswagen Autoeuropa em Palmela, apresenta “um grande potencial de exportação”. O mercado externo absorve cerca de 20 mil destes veículos por ano.
O regulador da banca do Dubai impôs restrições de actividade ao ES Bankers, do ESFG. As operações e solvências da unidade estão "seriamente comprometidos". O presidente, Ricardo Salgado, perdeu o estatuto de "adequado" para ser banqueiro.
12:42 | Economia
Espanha debate esta quinta-feira a reforma fiscal, que tem como objectivo uma redução total de nove mil milhões de euros nos próximos dois anos. O ministro das Finanças diz que o "perigo de naufrágio" da economia já passou.
dossier Weekend
António Simões: Não há um líder que possa liderar sem ter uma inteligência emocional desenvolvida
António Simões é o CEO no Reino Unido do HSBC. Normalmente, quando se fala dele, diz-se que é gay assumido. Como se se revelasse uma característica exótica. António explica, na entrevista, que é mais improvável ter 39 anos e liderar 43 mil pessoas do que ser gay e liderar 43 mil pessoas.
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18
Quinta-feira
Setembro 2014

    negócios opinião