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10:09 | Obrigações
Os investidores nunca pediram tão pouco para negociar dívida nacional entre si. O risco face à Alemanha é o mais reduzido nos últimos cinco anos. O ambiente europeu continua a ser a justificação.
14:39 | Zona Euro
Em entrevista ao Financial Times, Dijsselbloem confirma que a carta recebida de Varoufakis na véspera do Eurogrupo era muito diferente da pré-negociada com Atenas, e que Tspiras se mostrou surpreendido pelas alterações. Quem mexeu? A suspeita recai sobre o ministro das Finanças que diz estar a "fazer um grande esforço" para ficar calado.
14:48 | Bolsa
O clima de incerteza política está a penalizar a bolsa helénica e a levar os investidores a exigirem taxas de juro mais elevadas para trocarem dívida grega.
14:49 | Bolsa
As bolsas dos Estados Unidos estão a negociar em alta ligeira depois de ter sido divulgado que o consumo privado cresceu 0,3% em Janeiro, depois da quebra de 0,1% registada em Dezembro.
10:32 | Emprego
O desemprego na Zona Euro registou uma taxa de 11,2% em Janeiro de 2015 face a igual período do ano passado. Este é o valor mais baixo na Zona Euro desde Abril de 2012.
11:48 | Indústria
A produção industrial em Portugal subiu 0,8% em Janeiro face ao mês anterior, impulsionada sobretudo pelos bens de consumo. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a evolução foi negativa.
Só há três bancos nacionais no estudo da Brand Finance para as 500 maiores insígnias do sector financeiro. Sem o BES, e com uma quebra da CGD, o BCP passou a liderar o grupo. Já o BPI tem uma marca 11 vezes menos valiosa do que o CaixaBank.
O banco liderado por Carlos Rodrigues aumentou os lucros do ano passado em 41%, tendo beneficiado com o crescimento da actividade na área de investimento e tesouraria.
A Anacom, supervisor das comunicações, efectuou em 2014 5.500 acções de fiscalização, ou seja, uma média de 20 acções por cada dia útil.
11:41 | Aviação
O Executivo diz que vai disponibilizar oportunamente ao Tribunal de Contas e à CMVM todos os elementos respeitantes à privatização da companhia aérea.
01 de Março | Matérias-Primas
O preço do litro da gasolina e do gasóleo vai subir pela sexta semana consecutiva, a reflectir a subida dos preços dos combustíveis nos mercados internacionais.
01 de Março | Investidor Privado
A semana será marcada pela reunião do BCE, numa altura em que se espera o arranque do programa de compra de dívida. Por cá, os investidores estarão atentos aos resultados de empresas como a EDP e a Jerónimo Martins.
Empresas e particulares terão ao dispor linhas de crédito bonificado para obras de restauro e o aumento da eficiência energética. Ao todo, o Portugal 2020 reserva mil milhões de euros para estas áreas, mas os organismos públicos absorvem uma boa parte.
00:01 | Construção
Com dívidas de 150 milhões de euros à banca e 20 milhões a fornecedores, a Opway terá de se ajustar à nova realidade. Para a equipa de gestão, a melhor prova de que acredita na recuperação foi a sua oferta em dinheiro.
A tendência de redução do número de trabalhadores na banca continua. Há o BCP, que tem o compromisso de cortes com Bruxelas. Há a CGD, que pretende acelerar o processo. Há uma OPA em curso. E há o Novo Banco.
00:01 | Bolsa
O Código das Sociedades Comerciais mudou. Foi revisto de forma a tornar mais fácil o acesso das empresas ao financiamento fora da banca. "Alterações positivas", diz Luís Laginha de Sousa, presidente da Bolsa de Lisboa. Mas não resolvem tudo.
01 de Março | Indústria
A multinacional vai conceber e produzir dispositivos médicos de alta tecnologia em Portugal, num investimento superior a 6,5 milhões de euros que criará até ao final do ano mais de cem postos de trabalho qualificados.
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00:01 | Impostos
É palavra contra palavra: ex-secretário de Estado do PS disse sexta-feira que deu instruções em 2010 ao antigo director-geral dos Impostos para pedir a lista Largarde. José Azevedo Pereira, ao Negócios, desmente-o energicamente.
00:01 | Impostos
José Azevedo Pereira garante que nunca nenhum governante lhe pediu para obter a chamada "lista Lagarde". Face às declarações da passada sexta-feira de Sérgio Vasques, último secretário de Estado do Fisco do PS, é peremptório: "são pura e simplesmente falsas". Veja aqui o depoimento integral do antigo director-geral dos Impostos, enviado este fim-de-semana ao Negócios.
A forte queda dos preços do petróleo apanhou todos de surpresa. Registou uma descida expressiva que tem vindo a castigar as empresas do sector. Mas agora o "ouro negro" tem estabilizado. Valerá a pena voltar a apostar nas petrolíferas? Os analistas alertam para os riscos. E dizem que as empresas de refinação podem ser mais atractivas.
Março é mês de declarar rendimentos ao Fisco e de fazer contas para saber se é preciso pagar ou se há reembolso a haver. O enorme aumento de impostos de Vítor Gaspar continua a dar o mote pelo que este ano, relativamente aos rendimentos de 2014, não há alterações a registar. As novas regras da reforma do RIS só se aplicarão em 2016. Para já, o melhor é tentar aproveitar o melhor possível as deduções que o Fisco admite e garantir que cada cêntimo é aproveitado.
Editorial
  • André Veríssimo
    Paulo Núncio achou que fazia um brilharete quando, na sexta-feira, anunciou aos deputados, em primeira mão, que depois de intensas diligências junto das autoridades fiscais francesas, o Governo conseguira naquele dia a lista dos contribuintes alegadamente com contas no HSBC.
  • Helena Garrido
    As avaliações da Comissão Europeia são sem dúvida importantes, nem que seja para disfarçar a sua incompetência passada. Mas está na hora de os tecnocratas serem também eles avaliados. É altura de perguntarmos se podem dizer o que lhes apetece sem qualquer preocupação de coerência e, por mais populista que seja, os cidadãos europeus têm o direito de saber porque ficaram os seus salários e as suas regalias imunes à crise que assolou a Zona Euro.
  • André Veríssimo
    A bolsa portuguesa é a síntese em laboratório da alteração de poderes a que assistimos na economia portuguesa. Já lá vai o tempo em que os bancos nacionais pululavam as estruturas accionistas das grandes cotadas, albardando a gestão à sua vontade. Em que o Estado e alguns grupos empresariais punham e dispunham, mesmo com pouco capital. Chineses, angolanos e espanhóis são agora os senhores do capital. Será que ficámos a ganhar com a troca?
09:26 | Tecnologias
A holandesa NXP Semicondutors acordou a aquisição da sua rival norte-americana Freescale 10,5 mil milhões de euros, ao câmbio actual. A empresa resultante vai valer mais de 35 mil milhões de euros.
01 de Março | Conjuntura
O que está a puxar pela economia portuguesa? Os números do INE dizem que é o comércio, a restauração e a hotelaria. Cinco dos oito grandes sectores deram contributos positivos. Construção e sector financeiro prejudicaram o PIB.
27 de Fevereiro | Transportes
Processos em execução poderão beneficiar de perdão de juros e redução de coimas e das custas processuais. A proposta alarga também o prazo de pagamento inicial e junta todas as infracções do mesmo dia numa só multa.
01 de Março | Tecnologias
A Samsung apresentou este domingo, 1 de Março, os novos smartphones Galaxy S6 e Galaxy S6 edge que estarão à venda em Abril. Câmara fotográfica mais rápida e com melhores definições, processador mais rápido, carregamento via wireless ou o novo sistema de pagamento móvel foram algumas das novidades.
01 de Março | Energia
A empresa norte-americana, que está a tentar introduzir no mercado um novo modelo de plataforma para as torres eólicas "offshore", escolheu o português João Metelo para timoneiro da próxima etapa de crescimento.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Em 2009, uma nova possibilidade foi apresentada ao mundo quando o G-20, o conjunto dos maiores países desenvolvidos e das principais economias emergentes, e que até então não tinha conseguido deixar uma marca significativa no cenário internacional, se reuniu em Pittsburgh para formular uma resposta à crise financeira mundial. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, consciente de que o G-7 já não poderia assegurar por si só a supervisão da economia mundial, liderou a cimeira que designou o G-20 como o principal organismo de coordenação da política económica mundial. Foi um ponto alto da liderança americana.
  • A política do presidente russo Vladimir Putin relativamente aos "vizinhos estrangeiros" do seu país e ao ocidente tem sido gravemente mal interpretada. Em vez de se focarem em padrões geopolíticos mais alargados – em particular o efeito da crise financeira 2007-2008 nas políticas globais – os comentadores têm caracterizado a política do Kremlin como um psicodrama que pode apenas ser entendido através de uma profunda exploração da alma russa. O resultado tem sido um conjunto de equívocos desenfreados acerca daquilo que levou à mudança de Putin, do que parecia uma postura moderna, conciliatória e até pró-ocidente para um revisionismo agressivo.
  • A questão sobre como pode o mundo terminar com a pobreza extrema e melhorar o bem-estar das pessoas vai assumir uma nova urgência em 2015, à medida que os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio – os propostos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável – são finalizados.
  • A aproximação do 70º aniversário da derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial provocou muita discussão - e lamentos – sobre o ressurgimento de rixas históricas na Ásia Oriental. Mas as recentes tensões na região podem reflectir, em parte, a falta de progresso numa outra esfera, que tem sido negligenciada: a reforma constitucional japonesa. De facto, apesar da impotência que ficou tão evidente na decapitação dos dois reféns japoneses pelo Estado Islâmico, o Japão ainda não adoptou uma única alteração à "constituição de paz" imposta pelas forças americanas de ocupação em 1947.
  • Em Novembro, a Autoridade de Conduta Financeira (FCA na sigla em inglês) anunciou um acordo através do qual seis bancos seriam alvos de uma coima total de 4,3 mil milhões de dólares por manipulação dos mercados cambiais. Mesmo assim, o preço das suas acções praticamente não se alterou. Porquê?
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Segunda-feira
Março 2015
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