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08:45 | Zona Euro
Minuto-a-minuto: Europa dá cinco dias à Grécia para chegar a um acordo e admite saída do euro
Os governos dos países do euro voltaram a mostrar-se dispostos a financiar um terceiro resgate para a Grécia mas exigem de Atenas um plano "credível e viável" de longo prazo, que Alexis Tsipras ficou de apresentar até ao fim desta semana. Após seis meses de avanços e recuos, pela primeira vez os líderes europeus dizem estar agora preparados para um 'Grexit'. Nova cimeira - agora com os líderes dos 28 países da União Europeia - ficou pré-agendada para domingo. Esse será o dia "D".
22:07 | Zona Euro
Terminada a cimeira de líderes da Zona Euro, Jean-Claude Juncker garantiu que a Comissão Europeia tem “o cenário de ‘Grexit’ preparado em detalhe”. Já Donald Tusk avisou que desta vez é definitivo: data limite para acordo com a Grécia é até ao final desta semana.
22:29 | Zona Euro
O primeiro-ministro português avisou que um eventual terceiro resgate deverá exigir um "compromisso financeiro duas vezes maior" por parte dos parceiros, uma "grande capacidade de implementação" por parte do Governo helénico e "novos sacrifícios por parte do povo grego". Se não for possível fechar um acordo, "será necessário preparar outros cenários", alertou.
15:07 | Zona Euro
Os líderes políticos gregos uniram-se, após o referendo de domingo, em defesa de um acordo "socialmente justo" e "economicamente viável" entre a Grécia e os credores internacionais. A posição dos principais partidos gregos está expressa numa carta enviada pelo Presidente da República a Donald Tusk.
16:24 | Empresas
O dinheiro enviado para clientes da Western Union na Grécia será creditado, mas os levantamentos estarão limitados a 60 euros por dia.
21:10 | Energia
O investimento da petrolífera italiana vai ser para os próximos dois anos e foi anunciado durante a visita oficial do presidente angolano a Roma.
O mercado está confiante que o país alcance um acordo com a comunidade internacional esta sexta-feira. Um entendimento que levantaria as limitações às exportações de crude.
21:02 | Bolsa
Os analistas antecipam uma descida dos resultados nos últimos três meses do ano, o que a acontecer marcará a primeira queda dos lucros das cotadas americanas desde 2009.
21:26 | Bolsa
Os principais índices bolsistas norte-americanos fecharam a sessão desta terça-feira em alta, dada a convicção de que a crise na Grécia pode ser contida.
16:44 | Bolsa
O PSI-20 agravou as perdas ao longo de grande parte do dia, fechando em terreno negativo pela quarta sessão consecutiva, num dia em que a crise grega voltou a marcar o rumo dos mercados. A bolsa portuguesa está em mínimos desde Fevereiro.
A incerteza em torno da Grécia dominou a negociação na segunda sessão da semana. Depois de terem iniciado a negociação em alta, as principais praças europeias inverteram essa tendência e acabaram por desvalorizar. Também o euro perdeu terreno face ao dólar e o petróleo recuou em ambos os mercados de referência.
13:56 | Política
Nas jornadas parlamentares da coligação PSD/CDS, o primeiro-ministro sustentou que Portugal conseguiu realizar uma “transformação estrutural da economia”. E nota que para permanecer com contas equilibradas as reformas estruturais têm de ser “um processo contínuo”.
O Montepio Investimento deixou de ter qualquer obrigação de adquirir unidades de participação do Fundo de Participação da caixa económica. Sociedade pertencente à associação mutualista, tem mais de 10% das unidades que ajudaram a instituição financeira a reforçar o seu capital.
13:28 | Crédito
As famílias portuguesas continuam a revelar dificuldades em cumprir com o pagamento dos empréstimos contraídos. Uma realidade constatada através dos níveis de malparado, que continuam em máximos históricos.
15:28 | Obrigações
Tal como nos dois primeiro trimestres do ano, o instituto responsável pela gestão da dívida pública portuguesa pretende realizar três duplos-leilões de dívida de curto prazo, ao longo dos próximos três meses. Com estas operações, o IGCP procura angariar entre 3,25 mil milhões e quatro mil milhões de euros.
16:20 | Automóvel
A fábrica de Palmela vai parar a 31 de Julho. Em menos de 24 horas, uma alteração nos registos das encomendas evitou mais dois dias de não produção.
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O Negócios e a Sanofi distinguiram um conjunto de instituições que se destacaram por promover acções de sustentabilidade na área da Saúde, numa cerimónia que decorreu esta terça-feira em Lisboa.
13:57 | Autarquias
O presidente da autarquia bracarense confirmou, em comunicado, a detenção pela PJ de um técnico camarário, aproveitando o momento para garantir que "a batalha contra a corrupção no município de Braga continuará a ser travada todos os dias". 
19:56 | Eleições
O Partido Comunista Português (PCP) defende no seu programa eleitoral para as legislativas deste ano um aumento do salário mínimo para 600 euros no começo de 2016 em prol de uma política de "valorização do trabalho".
22:04 | Política
Da esquerda à direita, das artes à religião, foram diversas as personalidades que lamentaram a morte de Maria Barroso e lembraram o contributo para a liberdade e a luta pelas causas sociais.
Paulo Neves é o novo CEO da PT Portugal, grupo onde iniciou a sua carreira profissional. Passados 30 anos, volta à antiga casa onde terá em mãos alguns desafios como a implementação de cortes de custos.
Do festival Panda ao EDP Cool Jazz. Onde houver sede em festivais, eles estão lá para dar cabo dela. A fórmula tem resultado e já está presente nos grandes eventos de música. Mesmo no Brasil e nos Estados Unidos.
Para que entrem nas deduções com saúde em sede de IRS, as despesas com artigos com IVA a 23% têm de ser confirmadas junto do Fisco. O Negócios explica o que tem de fazer com as facturas de saúde.
Editorial
  • Helena Garrido
    Os bancos não reabrem esta terça-feira na Grécia conforme foi previsto, o BCE exige dos bancos gregos mais garantias obrigado a isso pelo incumprimento do Estado grego, há empresas gregas a dar férias antecipadas aos trabalhadores porque já não conseguem euros para importar.
  • Helena Garrido
    Alexis Tsipras e Yanis Varoufakis tiraram o povo grego do resgate financeiro, não da austeridade. Atiraram o povo grego para uma muito provável ajuda humanitária, para a falta de dinheiro e de bens essenciais. Tempos ainda mais difíceis esperam, infelizmente, o povo grego.
  • Celso Filipe
    A nova PT, detida desde 2 de Junho pelos franceses da Altice, tem um poder enorme sobre os fornecedores. Uma situação que herdou da anterior PT, à volta da qual floresceram muitas empresas prestadoras de serviços.
10:14 | Obrigações
Os juros da dívida pública portuguesa prolongam a tendência de alta de segunda-feira, enquanto as "yields" das obrigações alemãs estão a recuar, levando o "spread" da dívida portuguesa para os 249 pontos base.
12:45 | Mercados
A tendência negativa dos mercados accionistas chineses tem provocado perdas expressivas à maior parte das cotadas. Algumas delas bem conhecidas em Portugal. Saiba quais.
13:54 | Saúde
As despesas de saúde privada em Portugal e na Grécia tiveram o maior crescimento da área da OCDE desde 2009 a 2013, significando já um terço da despesa total em saúde, segundo um relatório hoje divulgado.
14:58 | Conjuntura
Entre as categorias de produtos de alta tecnologia, só há um que Portugal vende mais do que compra: armamento. No total, Portugal tem um défice de 2,8 mil milhões de euros.
12:26 | Américas
A renúncia não é uma hipótese, garantiu a presidente brasileira, que enfrenta o “auge da pior crise dos seus quatro anos de meio de Governo”, escreve o Folha de S. Paulo, a quem Dilma concedeu uma entrevista.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Numa altura em que a mais profunda crise económica das nossas vidas se estende pelo sétimo ano, a maioria dos países da OCDE continua a apresentar resultados insuficientes. Este ano, espera-se que o crescimento do PIB nas economias avançadas seja, em média, de 2%, em comparação com 3,2% em todo o mundo. Em 2016, os resultados deverão ser mais positivos, com os países da OCDE a crescerem 2,5%, e o resto do mundo cerca de 3,8% - uma taxa próxima da média pré-crise.
  • Já passou quase meio ano desde que o Banco Central Europeu declarou a sua intenção de comprar cerca de 1,1 biliões de euros em títulos da Zona Euro. Quando anunciou pela primeira vez o chamado "programa alargado de compra de activos" em Janeiro, o BCE sublinhou que só estava a expandir um programa já existente, ao abrigo do qual tinha estado a comprar quantidades modestas de obrigações do sector privado, para cobrir títulos dos governos. Mas essa pretensão de continuidade era apenas isso mesmo: uma pretensão.
  • A inflação vai aumentar no próximo ano. O mercado de trabalho está mais ajustado: a taxa de desemprego baixou para 5,4%, o desemprego de curta duração (um indicador-chave da pressão inflacionária) caiu para 3,8% e a taxa de desemprego entre graduados universitários é de apenas 2,7%.
  • Apesar da oposição oficial dos Estados Unidos e do Japão, 57 países optaram por estar entre os membros fundadores do Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (AIIB), liderado pela China. Independentemente daquilo que os opositores acreditam, esta mudança notável nos acontecimentos pode apenas beneficiar a governança económica mundial.
  • Pela primeira vez desde há anos, parece reinar uma dose saudável de otimismo. A economia global – à exceção de alguns pontos problemáticos – está finalmente a ultrapassar a crise financeira. Os avanços tecnológicos colocaram as energias renováveis em pé de igualdade com os combustíveis fósseis.
Os bancos portugueses voltaram a reduzir o montante de empréstimos detidos junto do banco central, em Junho. A banca reduziu em 840 milhões de euros, ou 2,96%, o financiamento junto do BCE.
O alargamento do número de prestações de 120 para 150 para pessoas colectivas, aprovado em Conselho de Ministros a 28 de Maio, foi hoje publicado em Diário da República e entrará esta quarta-feira, 8 de Julho, em vigor.  
15:14 | Empresas
O ministro da Economia adiantou que o Governo está a trabalhar o concurso para poder utilizar neste segundo semestre 1.500 milhões de euros de fundos europeus como instrumento de crédito e de capital através do chamado Banco do Fomento.
dossier Weekend
TAP: O primeiro dono privado
Muito antes de Humberto Pedrosa e David Neeleman, a TAP teve accionistas privados. O primeiro foi António de Medeiros e Almeida. Entre 1955 e 1960, o milionário português controlou 50% do capital da companhia, que depois trocou pela SATA. Pelo caminho, teve conversas com Salazar para ser presidente da TAP.
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Terça-feira
Julho 2015