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O Ministério das Finanças garante que no mês de Maio vai devolver o dinheiro aos pensionistas viúvos que desde o início do ano estão a sofrer um duplo corte nas suas reformas.
A Comissão Europeia teme que os novos cortes na despesa dos ministérios derrape novamente, pedindo ao Governo um controlo apertado dos limites dos gastos através das reuniões do Conselho de Ministros. São precisamente este tipo de medidas que compõem a estratégia de ajustamento do Executivo para 2015.
A troika exigiu ao Governo que definisse um plano estratégico para reduzir o nível de endividamento das empresas. O documento está a ser discutido por estes dias e tem de incluir o desenvolvimento de legislação sobre a reestruturação de dívidas. O objectivo é facilitar a recuperação de empresas viáveis, que no actual contexto estão condenadas.
O Governo deverá concessionar a exploração do Oceanário de Lisboa, infra-estrutura da responsabilidade da Parque Expo, segundo o relatório da 11ª avaliação da Comissão Europeia.
Comissão Europeia quer que os partidos se sentem à mesa para negociar um compromisso de que a disciplina orçamental e as reformas estruturais serão ponto-chave nas políticas futuras.
O Executivo tem de entregar até dia 30 de Abril o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) e vai reunir-se na próxima segunda-feira, 28 de Abril, para analisar o documento.
12:09 | Economia
Falando em Amesterdão, o presidente do BCE repetiu que o conselho de governadores da instituição "está comprometido, de forma unânime, a usar medidas convencionais e não-convencionais para lidar de forma efectiva com os riscos de um período demasiado longo de baixa inflação”.
Tesouro espanhol colocou um total de 5,56 mil milhões de euros em emissões a três, cinco e dez anos, tendo acordado as taxas de juro mais baixas de sempre em todos os prazos.
13:58 | Research
Prejuízos do BPI deveram-se à quebra da diferença entre os juros cobrados e os juros recebidos, o que trouxe uma análise negativa para os analistas. Pela positiva, o destaque é a intenção de reembolsar toda a ajuda estatal, o que poderá resultar num aumento ligeiro do preço-alvo, na óptica do Millennium IB.
O valor médio da avaliação bancária registou uma diminuição de 0,8%, em Março, face ao mês anterior para se situar em 993 euros por metro quadrado.
O Governo aprovou esta quinta-feira o período de indisponibilidade das acções da REN no âmbito da nova fase de privatização da empresa. São 90 dias o período em que os trabalhadores terão de manter os títulos.
A General Electric estará a ponderar comprar a Alstom, o que está a provocar uma subida acentuada das acções da companhia francesa. A Alstom diz não ter qualquer informação sobre o assunto.
A despesa do Estado com subsídios de desemprego diminuiu, até Março, quase 13%. Já os encargos com pensões aumentaram. As contribuições para a Segurança Social estabilizaram quando comparadas com o ano passado.
23 de Abril | Ajuda Externa
Parceiros sociais perceberam que a troika anunciou uma avaliação do programa por uma “entidade independente”, mas Fundo diz que se tratou de um mal entendido.
Publireportagem
Ser o Primeiro significa reinventar a forma de ver Televisão. Agora, e pela primeira vez na História, já é possível ter uma experiência de visualização com um formato natural, totalmente adaptado à vista humana. Mais do que uma Evolução, sujeitar a forma do equipamento ao sonho humano significa uma Revolução
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14:16 | Justiça
O vice-primeiro ministro Paulo Portas foi ouvido pelo Ministério Público como testemunha no âmbito do processo dos submarinos, informou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).
11:47 | Weekend
“A minha mãe também me ensinou a descascar batatas. Nunca se sabe o dia de amanhã”, diz Filipe Belém Ferreira. Tem 10 anos. “A minha geração já é adepta do ‘no meu tempo não era assim’! É triste quando os adolescentes falam como idosos e não conseguem ver futuro no seu país”, atira Constança Sousa, 20 anos.
12:02 | Weekend
João Pinto Nogueira começou a fazer cinema quando no sector havia apenas meia dúzia de pessoas. Foi assistente de realização de alguns dos mais importantes cineastas portugueses.
Forma de saída do programa da troika continua a centrar as atenções a nível interno. Nos mercados, contudo, "os investidores dão-nos a entender que esta questão se tornou, para eles, menos importante", diz o presidente do IGCP, João Moreira Rato, em entrevista ao Negócios após o primeiro leilão de dívida a longo prazo desde 2011.
10:00 | Mercados
Responsável pela estratégia em dívida pública europeia do Crédit Agricole diz ao Negócios que Portugal deve optar pela “saída limpa” do programa de ajustamento. Se for necessário, no futuro, o programa cautelar continuará disponível.
13:14 | Europa
A nova ministra do Ambiente e Energia francesa estabeleceu um conjunto de normas de conduta para o staff do seu ministério. Escolhida pela sua popularidade, Royal quer que os seus funcionários se levantem à sua passagem.
23 de Abril | Finanças Públicas
Conheça os 10 riscos apontados pelo Fundo Monetário Internacional no relatório sobre a 11ª avaliação do programa de ajustamento português.
Editorial
  • André Veríssimo
    Abril de 2012. Os economistas do Citigroup divulgam um relatório onde afirmam que Portugal enfrenta um perdão de 50% na dívida, que atirará o "rating" para o fundo do balde do "lixo". Abril de 2014. Portugal faz o primeiro leilão de obrigações de longo prazo, operação que marca a normalização do acesso aos mercados. Sem que tenha havido perdão, ou novos cortes na classificação de risco.
  • Helena Garrido
    Muitos dos textos que hoje podemos ler livremente não estariam publicados, vítimas do lápis azul. No Negócios como noutros jornais. O valor da liberdade tem de ser sistematicamente relembrado. Porque só se valoriza aquilo que conhecemos como perda. A paz depois da guerra, a liberdade depois da ditadura.
  • Helena Garrido
    Muito menos compras, muito mais poupança. Muito menos lucros em sectores como os da electricidade, muito mais liberdade de despedir e de reduzir salários. Em jeito de alerta para o futuro, é a receita do FMI para Portugal garantir a prosperidade sem caminhar para um novo pedido de ajuda externa, agora que está a sair da terceira intervenção em quatro décadas.
  • André Veríssimo
    A pressão externa na atmosfera em que se movimenta o Governo nunca foi tão baixa. Seja a pressão da troika, que está de partida. Seja a dos mercados, onde as taxas de juro estão em mínimos históricos. Talvez esteja nesta descompressão o motivo para os assomos de arrogância e o desnorte a que se tem assistido nas últimas semanas.

00:01 | Lei Laboral
Governo diz que não são necessárias mais medidas para ajustar salários. UGT admite acordo tripartido no pós-troika sobre horas extra, mas exige novas compensações.
23 de Abril | Finanças Públicas
Primeiro-ministro quis combater mitos que envolvem período de resgate português. Um deles é o de que seria possível não cortar salários e pensões. Um aspecto que contrariou depois de Cavaco Silva ter defendido que cortes sobre Função Pública e sistema de pensões foram "excessivos". Para lutar contra outro mito, atacou o PEC IV de Sócrates.
00:10 | Economia
A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) estima que a valorização do euro tenha impedido que a dívida pública aumentasse mais 700 milhões em 2013, além da subida que já se verificou.
23 de Abril | Banca & Finanças
Há meses que a sociedade que ficou com os activos tóxicos do BPN diz querer concretizar a venda de moedas do Euro 2004 no mais curto prazo possível. A Parups espera aval de Carlos Costa para conseguir aliená-las e reduzir dívida com a CGD.
23 de Abril | Indústria
O ministro da Economia já calça “made in” Portugal. Depois da confissão polémica de há pouco mais de um mês – calçava sapatos estrangeiros quando visitava “stands” nacionais na maior feira mundial do sector, em Milão -, Pires de Lima voltou a elogiou, esta quarta-feira, a indústria portuguesa de calçado, e rematou: “Até eu já tenho sapatos portugueses!”
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Se houvesse uma Segunda Guerra Fria, como aparenta ser cada vez mais plausível, a Rússia seria a maior prejudicada economicamente no longo prazo. A União Europeia pode, seguramente, sobreviver sem as importações de gás natural russo, mesmo com um corte total do abastecimento.
  • Os riscos económicos, financeiros e geopolíticos mundiais estão a mudar. Alguns riscos têm agora uma menor probabilidade de acontecer – mesmo que não estejam totalmente extintos. Outros tornaram-se mais prováveis e importantes.
  • Ao longo dos últimos cinquenta anos, a Coreia do Sul tem assistido a um progresso económico considerável, com o rendimento per capita a aumentar de apenas 80 dólares, em 1960, para mais de 22 mil dólares, no ano passado.
  • Os efeitos das alterações climáticas que já aconteceram estão a espalhar-se significativamente e a afectar a agricultura, saúde humana, ecossistemas terrestres e marítimos, recursos hídricos e algumas indústrias. Os efeitos podem ser vistos dos trópicos aos pólos, das pequenas ilhas aos grandes continentes.
  • Com o atenuar da crise da dívida na Europa, outro desastre económico parece estar a aproximar-se – o preço da energia. Desde o início dos anos 2000, os preços da electricidade para as indústrias europeias quase duplicaram, e as empresas pagam o dobro de gás em relação às congéneres norte-americanas. Estarão as ambiciosas políticas climáticas – que procuram aumentar os custos das "más" fontes de energia – a destruir a base industrial da região?
09:54 | Indústria
A venda do "ferryboat" pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo vai resultar, sempre, em prejuízo, mesmo que seja ao preço mais elevado.
O contrato de concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa deverá ser assinado em Junho pela Administração do Porto de Lisboa e o consórcio vencedor do concurso, noticiou o "Diário Económico".
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Quinta-feira
Abril 2014
    CEO Forum 2014

    negócios opinião