Banca & Seguros A nova vida da banca na era digital
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A nova vida da banca na era digital

Fruto do desenvolvimento tecnológico e das novas plataformas digitais, a banca de retalho tradicional vê-se obrigada a uma reinvenção interna.
A nova vida da banca na era digital

A ficção científica já deixou de o ser. O que antes poderia ser considerado apenas imaginação de produtores cinematográficos mais ousados e ideias que dificilmente chegariam a ver a luz do dia – leia-se "tornarem-se realidade" – actualmente ganha nova força e uma outra dimensão à luz daquilo que são os grandes (e imparáveis) desenvolvimentos tecnológicos.

 

A realidade bateu já à porta do tecido empresarial um pouco por todo o mundo, com as maiores organizações a adoptarem e a integrarem nos seus ritmos e práticas de trabalho o que de melhor e mais avançado as TIC têm para lhes oferecer.

 

Desde softwares de gestão interna, programas de contabilidade e organização de recursos humanos ou poderosos sistemas de informação suportados em grandes servidores até tecnologias mais recentes, como o "big data", a "cloud", as várias potencialidades móveis e o reconhecimento biométrico, de tudo um pouco se foi adoptando.

 

Mas as mudanças são visíveis (e obrigatórias) não apenas no seio das organizações empresariais, como também ao nível da denominada banca de retalho tradicional. Embora este tenha sido, ao longo dos anos, um sector que se notabilizou pela forte capacidade de adaptação às novas ofertas tecnológicas que surgiam no mercado (os denominados "early adopters"), a verdade é que, nos últimos anos, se vêem mais pressionados do que nunca a fazê-lo.

 

Os clientes bancários são agora mais exigentes e menos tolerantes. Procuram serviços bancários a qualquer hora, em qualquer lugar e com o mínimo de incómodos e deslocações possíveis. A mudança de realidade surge também pressionada pelas novas "fintech", que trazem ao sector mais tradicional da banca outras formas de trabalhar e de encarar o mercado. É tempo de encarar a nova economia digital com outros olhos e assumir de vez os desafios que esta impõe.



Três desafios que a economia digital coloca à banca

1. Os mesmos serviços em novas plataformas
Com o advento da internet, tudo mudou na banca e na forma como os clientes acedem às suas contas. O tradicional balcão, ali mesmo perto de casa, passou a estar "dentro de casa" e aberto 24 horas por dia, sete dias por semana.
A disponibilidade de serviços é agora total e a comodidade muito maior já que ficam a apenas um clique de distância. O internet banking passou a dominar as preferências dos novos clientes bancários e assume importância vital numa estratégia de serviços que se quer ganhadora.

2. Mobilidade veio para ficar
Os canais móveis assumem uma importância cada vez maior no âmbito dos serviços prestados pela denominada banca de retalho; a verdade é que segundo um estudo da ING, 72% dos clientes bancários na Europa já utilizam este tipo de canais ou pretende vir a fazê-lo nos próximos tempos.
Neste campo, ganha peso relevante aquilo que são as aplicações associadas ao banco: permitem acesso e consulta de saldos bancários e ainda outro tipo de serviços mais simples como transferências bancárias e pagamento de serviços.

3. Disponibilizar serviços antes mesmo de os solicitar
As novas plataformas digitais permitem também à banca tradicional uma reorganização comercial interna. Os sistemas tecnológicos asseguram o cruzamento de informação e a análise do histórico de todos e de cada um dos seus clientes, sempre ao mínimo detalhe; é o "big data" a dar cartas também neste sector.
No final, a banca assegura um maior conhecimento dos seus clientes o que lhes possibilita direccionar serviços com maior eficácia e uma mais elevada probabilidade de sucesso. E, antes mesmo de os solicitar, o cliente tem à sua frente as ofertas e os serviços bancários que (talvez) viesse a procurar futuramente.

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