Gestão & Administração Empresas que são bons locais para trabalhar
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Empresas que são bons locais para trabalhar

A sua empresa pode não ser uma Google ou um Facebook, mas depende de si criar as condições ideais para motivar a equipa.
Empresas que são bons locais para trabalhar

A mudança de hábitos no mercado de trabalho é algo cada vez mais evidente de ano para ano. Os denominados "novos" trabalhadores procuram condições e desafios bem diferentes daqueles que eram tidos em conta há uns anos e cabe à entidade patronal ter a capacidade de dar resposta a essas necessidades sob pena de não conseguir conquistar para si os melhores profissionais.

 

Na realidade, o trabalhador moderno procura, acima de tudo, a sua realização pessoal, e se antigamente uma empresa boa para trabalhar era a que pagava os melhores salários, hoje em dia, o cenário é totalmente diferente.

 

Já não existem empregos para a vida e os funcionários valorizam claramente um local de trabalho que lhes permita ter uma maior qualidade de vida, assegure horários flexíveis, ofereça boas e modernas condições, disponha das melhores e mais modernas ferramentas tecnológicas, e que lhes transmita confiança.

 

Um outro factor determinante é a importância da relação com as chefias: se o profissional tiver oportunidade de dizer o que pensa, contribuindo com ideias suas e o chefe realmente ouvir, então isso é visto como uma mais-valia.

 

Contas feitas, à medida que os empresários melhoram e modernizam o ambiente de trabalho nas organizações, os empregados acabam por se tornar mais produtivos e mais criativos. E a realidade é que as melhores empresas para trabalhar acabam por ser também entre duas a três vezes mais rentáveis do que as outras: equipas felizes representam resultados superiores com mais serviços e maior produção.

 

Outra questão a ter em conta passa pela necessária retenção de talentos, nomeadamente em áreas como a indústria das TI, em que existe uma clara falta de mão-de-obra especializada, até mesmo porque a que está disponível rapidamente se transfere para outros destinos e países onde, além dos salários, também as condições de crescimento individual e profissional se tornam mais aliciantes.

 

A nova geração de profissionais, que integra já os denominados "millennials" (nascidos entre 1980 e 2000), procura um "feedback" contínuo em relação ao seu trabalho numa óptica de melhoria contínua; mas procura também empresas que tenham sabido dar a volta ao nível tecnológico e entrado na nova era digital.

 

São trabalhadores que cresceram em pleno contexto digital sendo que um em cada três trabalhadores europeus representa já a geração "millennial" e procura no seu ambiente de trabalho ferramentas tecnológicas que lhe permitam o "networking" e fomentem o seu espírito colaborativo.

 

A internet é indispensável para os nativos digitais, mas mais do que isso, o trabalho deverá ser suportado nas redes sociais e complementado com os mais recentes equipamentos digitais, com plataformas de TI e empresariais altamente desenvolvidas e com os novos conceitos de transformação digital.

 

Estes perfis profissionais devem ser também, e progressivamente, mais tecnológicos, tirando partido das novas tecnologias para conhecer não só os seus colaboradores, como também os seus mercados e os seus clientes.

 

Em poucos anos, estes serão os líderes das organizações, gestores de visão rápida e claramente mais analíticos, com uma tomada de decisão suportada muito mais em dados concretos do que acontecia em gerações anteriores.

Os novos nativos digitais

  • Segundo dados de uma pesquisa da Forrester Research, realizada junto de 150 empresas europeias, os novos profissionais procuram:

    a) Ambientes de trabalho mais criativos, mais colaborativos e sem rotinas;
    b) Possibilidade de trabalharem simultaneamente em vários projectos.

    O mesmo estudo prevê que a geração "millennial" represente em 2020 cerca de 50% da força de trabalho mundial.


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