Banca & Seguros IoT ou uma nova forma de pagamentos
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IoT ou uma nova forma de pagamentos

Que mudanças se vão impor na área dos pagamentos IoT ao nível da banca numa altura em que o dinheiro vai dando lugar a outras formas de pagamento? A pergunta começa a merecer resposta pelos diferentes “players” do sector.
IoT ou uma nova forma de pagamentos

As novas plataformas digitais que vão tomando o seu lugar um pouco por todo o lado, fruto da transformação digital que se impõe na sociedade, chegaram também à banca trazendo consigo uma nova forma de relacionamento entre o cliente e o seu balcão e, consequentemente, entre o cliente e os diferentes prestadores de serviços ou entidades comerciais.

 

Na realidade, a tecnologia impõe mudanças a vários níveis, sendo uma das mais evidentes as novas formas de pagamento que vão surgindo. São por demais conhecidos os conceitos de "bitcoin" e "blockchain"; é o denominado dinheiro virtual, algo que já se vai tornando habitual em alguns países e sectores de actividade; por outro lado, o dinheiro "em plástico" via pagamento com cartões há muito que deixou de ter segredos para os clientes bancários. Neste campo, Portugal tem uma das mais altas taxas de utilização de cartões multibanco na Europa.

 

A novidade surge agora quando falamos em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e nas possibilidades de pagamento que este tipo de tecnologia assegura.

 

Em tempo de ligações sem fios, o dinheiro vivo vai dando lugar a outras modalidades de pagamento. Na realidade, nos dias que correm, milhares de milhões de sensores melhoram a nossa relação com o mundo físico, seja ele entendido como a cidade no seu todo, ou apenas algo em particular como edifícios, carros, dispositivos, aplicações ou banca.

 

Na realidade, e graças à utilização de dispositivos "wireless" nos terminais multibanco, por exemplo, actualmente já é possível fazer compras despreocupadamente e, no final, pagar com recurso a pulseiras, óculos, anéis, relógios ou outro tipo de acessórios que utilizamos habitualmente no nosso dia-a-dia; são os denominados "wearables".

 

Esse género de transacção só é possível graças a sensores que captam as informações do cliente e, recorrendo a um dispositivo de transmissão, as colocam online. Nestes casos, o pagamento torna-se possível por via da associação de um cartão multibanco a um dado dispositivo, por exemplo.

 

Em Portugal, já é possível tirar partido das novas tecnologias IoT ao nível dos pagamentos sendo que, por exemplo, o BPI conta com a BPI Cash, uma pulseira que funciona como um cartão pré-pago, permitindo efectuar pagamentos sem ser necessário ter dinheiro ou um cartão no bolso. A comodidade e a facilidade que proporciona nas mais variadas situações do dia-a-dia são, para já, dois dos atractivos com que a instituição pretende cativar os clientes para este novo mundo do dinheiro electrónico.

 

De acordo com o próprio BPI, "esta pulseira funciona como um cartão pré-pago, pelo que é utilizável apenas até ao limite do saldo previamente carregado, sem qualquer acesso à conta de depósitos à ordem, características que conferem segurança ao utilizador".

 

Mas a tecnologia de "machine learning" e outras técnicas utilizadas para entender melhor os dados e convertê-los em informação podem ser utilizadas não apenas em acessórios do dia-a-dia como também nos grandes electrodomésticos que cada um de nós tem na sua casa. E quem nunca ouviu falar num frigorífico que, activamente, vai verificando a falta de alimentos e sugerindo a sua compra através de uma ligação directa ao site web do supermercado? Escolher, comprar e pagar através do frigorífico, da televisão ou de outros dispositivos deixou há muito de ser ficção científica para se tornar uma realidade (cada vez mais) habitual.

 

A banca está a adaptar-se a ela a passos largos em todo o mundo e, também aqui, Portugal não é excepção. O futuro está ao nosso alcance. As tecnologias cognitivas e inteligentes que ligam as coisas já existem e aproveitar conceitos como o IoT depende apenas de nós próprios.

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