Conjuntura Estudo para Marcelo critica política de crédito da banca
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Estudo para Marcelo critica política de crédito da banca

Os resultados são preliminares, mas apontam falhas na alocação de crédito pela banca e concluem que as empresas com maior potencial de crescimento têm mais restrições de financiamento.
Estudo para Marcelo critica política de crédito da banca
Miguel Baltazar
Nuno Aguiar 21 de março de 2017 às 00:01

No período que antecedeu a crise financeira a banca fez sucessivas escolhas de erradas que está agora a pagar, com um nível elevado de crédito malparado. Um estudo encomendado pela Fundação Calouste Gulbenkian

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mais votado JCG Há 2 dias

Tretas! palpites com base em estatísticas por académicos que nunca pisaram o terreno.
Os bancos habituaram-se a uma gestão faustosa, gastadora, custos operacionais exorbitantes o que forçou uma política de crédito agressiva traduzida na imposição de objetivos exagerados aos comerciais.
Em alguns bancos a análise técnica é feita em direções de risco concentrando técnicos na sede que não vão ao terreno. Gerou-se um conflito de interesses em que os comerciais querem conceder crédito para cumprir objetivos e acumular bónus e os técnicos começaram a desconfiar das suas propostas.
É preciso fornecer mais competência analítica e apoio técnico aos comerciais porque são eles que estão próximos dos clientes e melhor podem conhecer a sua atividade e também reduzir a pressão a que estão sujeitos em termos de objetivos. Os técnicos têm de ir mais ao terreno.
O supervisor BdP deve punir pesadamente bancos que emprestam a empresas para os gestores e sócios gastarem consigo em luxos e mordomias

comentários mais recentes
JCG Há 2 dias

Tretas! palpites com base em estatísticas por académicos que nunca pisaram o terreno.
Os bancos habituaram-se a uma gestão faustosa, gastadora, custos operacionais exorbitantes o que forçou uma política de crédito agressiva traduzida na imposição de objetivos exagerados aos comerciais.
Em alguns bancos a análise técnica é feita em direções de risco concentrando técnicos na sede que não vão ao terreno. Gerou-se um conflito de interesses em que os comerciais querem conceder crédito para cumprir objetivos e acumular bónus e os técnicos começaram a desconfiar das suas propostas.
É preciso fornecer mais competência analítica e apoio técnico aos comerciais porque são eles que estão próximos dos clientes e melhor podem conhecer a sua atividade e também reduzir a pressão a que estão sujeitos em termos de objetivos. Os técnicos têm de ir mais ao terreno.
O supervisor BdP deve punir pesadamente bancos que emprestam a empresas para os gestores e sócios gastarem consigo em luxos e mordomias

Anónimo Há 2 dias

Qual potencial qual carapuça. Se se pudesse medir o potencial não havia risco. Quem não arrisca não petisca mas, quem arrisca a maior parte das vezes não petisca. Tem capital arrisca, não tem capital pede-o emprestado aos Bancos COM BOAS GARANTIAS reais. Arriscou e ganhou ganham todos. Arriscou e perdeu fica sem as GARANTIAS.

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