Conjuntura Montepio prevê agora que a economia cresça 2,5% este ano

Montepio prevê agora que a economia cresça 2,5% este ano

O Montepio voltou a rever em alta a sua previsão para o crescimento da economia nacional em 2017, depois de o INE ter confirmado que o PIB cresceu 2,8% no primeiro trimestre do ano.
Montepio prevê agora que a economia cresça 2,5% este ano
Bloomberg
Sara Antunes 31 de maio de 2017 às 19:05

O Montepio reviu em alta a sua previsão para o crescimento da economia portuguesa, prevendo agora que o produto interno bruto (PIB) avance 2,5% em 2017, mais duas décimas do que a anterior estimativa.

 

Esta revisão surge depois de esta quarta-feira, 31 de Maio, o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter confirmado "o forte acréscimo, em cadeia, de 1,0%" do PIB no primeiro trimestre, o que representa "o maior ritmo de crescimento desde o quarto trimestre de 2013." Em termos homólogos a economia expandiu-se 2,8%.

 

O Montepio salienta que o crescimento em cadeia do PIB foi superior à primeira leitura dos dados. Este facto, aliado à revisão em alta das estimativas deste banco de investimento para o segundo trimestre, justificam a revisão em alta para o acumulado do ano.

 

O banco de investimento prevê agora que o PIB cresça entre 0,2% e 0,4% no segundo trimestre do ano, "0,1 pontos percentuais acima do anteriormente previsto", realça o Montepio.

 

Assim, para o acumulado do ano, o Montepio prevê uma expansão da economia de 2,5%, em vez dos 2,3% anteriores.

 

Têm sido várias as unidades de estudos económicos que têm revisto em alta as suas previsões para a economia nacional. Ainda na sexta-feira, 26 de Maio, o ISEG reviu em alta as suas previsões para o crescimento da economia portuguesa para 2017, antecipando agora um aumento do PIB entre 2,4% e 2,8% para o total do ano. Em Março, a previsão apontava para um crescimento no intervalo de 1,7% a 2,1%.


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comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Calma! Que o Manuel Pinho ainda não apareceu a anunciar o fim da crise econômica!

Anónimo Há 3 semanas

As reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário e tendo uma fé inabalável no turismo.

Anónimo Há 3 semanas

O problema é que a cada mês que passa desde a mudança do governo o gás vai-se extinguindo até não restar mais nada... E uma vez chegados a esse ponto nem a favorável conjuntura económica mundial vai valer à economia portuguesa tomada de assalto pelas políticas da esquerda lusitana em claro contra-ciclo com as políticas implementadas pelos governos de todo o mundo mais desenvolvido.

Anónimo Há 3 semanas

O crescimento para ser equitativo e sustentável numa dada economia tem de ser feito assente na qualidade que se mede pela criação de valor encarada como o oposto da extracção de valor. Não serve de nada a uma economia obter crescimento anual assente na extracção de valor se isso é sempre e apenas a antecâmara para atraso, empobrecimento, injustiça e dependência no futuro.

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