Segurança Social 13 mil desempregados de longa duração com direito a subsídio extra

13 mil desempregados de longa duração com direito a subsídio extra

Os potenciais beneficiários do apoio extra vão começar a ser notificados esta semana e têm 90 dias para apresentar o seu pedido, escreve o Diário de Notícias.
13 mil desempregados de longa duração com direito a subsídio extra
Carlos Manuel Martins
Negócios 24 de janeiro de 2018 às 09:37
Existem entre 12 a 13 mil desempregados de longa duração que preenchem os requisitos para receber um subsídio de desemprego extra. Este apoio permite receber durante seis meses um valor equivalente a 80% do seu subsídio social de desemprego.

O Diário de Notícias escreve esta quarta-feira, 24 de Janeiro, que os potenciais beneficiários vão começar a ser notificados pela Segurança Social durante esta semana e têm 90 dias para apresentar o seu pedido.

Este apoio tem como objectivo conceder uma ajuda financeira a pessoas que estão no desemprego há mais de um ano e que ficaram sem subsídio social de desemprego há pelo menos 180 dias. Este benefício foi criado pelo Governo de António Costa em 2016 e foi extendido durante os anos de 2017 e de 2018. 

A taxa de desemprego em Portugal recuou 2,3 pontos percentuais para os 8,2% em Novembro face ao mês homólogo. Esta é a taxa mais baixa de desemprego no país desde Dezembro de 2004, segundo a estimativa provisória do INE.

A descida da taxa de desemprego em Portugal em Novembro foi a segunda mais acentuada entre todos os países da União Europeia, de acordo com os dados do Eurostat.

Já o número de desempregados registados nos centros de emprego caiu 16,3% em Dezembro, quando comparado com o mesmo período do ano passado, revelou o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). No total estão inscritas 403.771 pessoas nos centros de emprego, um número que o Governo diz ser o mais baixo desde Outubro de 2008.




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comentários mais recentes
Anónimo Há 4 semanas

Portugal é uma economia que se foca exageradamente no sindicalismo e esquece por completo a boa gestão de recursos humanos, que teria que estar associada a um mercado laboral flexível, a um mercado de capitais forte e dinâmico, e a um Estado Social equilibrado e eficaz. Por isso tem vivido de resgate em resgate, fundo europeu em fundo europeu e com polícias, bombeiros, hospitais e escolas mal equipadas, cheias de infraestruturas decrepitas e material obsoleto dignos de países do Terceiro Mundo ou de há 40 anos atrás. Temos assim um país cada vez mais selvagem e barato, no pior sentido dos termos.

Anónimo Há 4 semanas

O maior subsídio extra chama-se Estado de Bem-Estar Salarial no sector público flagelado pelo sobreemprego.

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