Economia 17 anos depois, Portugal retoma a convergência
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17 anos depois, Portugal retoma a convergência

O banco central prevê que a economia nacional cresça 2,5% este ano, um máximo desde 2000, puxada por investimento e exportações. Depois o crescimento abranda, mas será sempre superior ao da Zona Euro até 2019.
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Rui Peres Jorge 22 de junho de 2017 às 00:01

A economia portuguesa deverá crescer 2,5% este ano, um valor que nos últimos 17 anos só teve par em 2007, prevê o Banco de Portugal no Boletim Económico publicado a 21 de Junho de 2017. A economia desacelerará )

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mais votado Anónimo 22.06.2017

Com a Grécia geringonceira, a divergir há tantos anos e a entrada recente da Letónia e da Lituânia que ainda, por enquanto, têm um PIB per capita inferior ao português, não é de admirar que a ilusão da convergência com os mais ricos e avançados, alucine os mais incautos.

comentários mais recentes
Anónimo 22.06.2017

Portugal pós-reformista, de reformas abortadas ou em processo de desmantelamento em curso, está a viver uma época de superlativos. Se uns são salutares, outros nem por isso o serão. Maior crescimento anual do PIB deste século numa conjuntura de crescimento em todo o mundo, mais elevada taxa de convergência com a média das economias da Eurozona numa altura em que aquela se alargou para a Europa de Leste, maior folha salarial e de pensões de sempre no sector público e privado, mais acentuado corte no investimento público desde 1960, mais elevada dívida pública e privada de que há memória... O estouro vai ser enorme.

Anónimo 22.06.2017

Num país onde enquanto uns chutam compulsivamente numa bola, outros cantam lengalengas até ao cúmulo da exaustão e um batalhão infindável de zelosos funcionários defendem o manual e o analógico até para além do limite do absurdo e do ridículo para terem meios de assistir ao desfilar quotidiano de chutos e lengalengas sem fim, será sempre muito difícil convergir com as regiões mais prósperas, desenvolvidas, soberanas e avançadas.

Anónimo 22.06.2017

Com a Grécia geringonceira, a divergir há tantos anos e a entrada recente da Letónia e da Lituânia que ainda, por enquanto, têm um PIB per capita inferior ao português, não é de admirar que a ilusão da convergência com os mais ricos e avançados, alucine os mais incautos.

Anónimo 22.06.2017

Portugal pós-reformista, de reformas abortadas ou em processo de desmantelamento em curso, está a viver uma época de superlativos. Se uns são salutares, outros nem por isso o serão. Maior crescimento anual do PIB deste século, maior folha salarial e de pensões de sempre no sector público, mais acentuado corte no investimento público desde 1960, mais elevada dívida pública de que há memória... O estouro vai ser enorme.

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