Segurança Social Vieira da Silva: "Não creio que os incêndios tenham afectado a confiança do Presidente”

Vieira da Silva: "Não creio que os incêndios tenham afectado a confiança do Presidente”

É óbvio que as coisas não correram bem nos incêndios, reconhece o ministro Vieira da Silva, que, contudo, acredita que o Governo já deu provas de que consegue ultrapassar as dificuldades. Com o Presidente da República não espera mudanças de relacionamento.
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A relação institucional do Governo com o Presidente da República é positiva e adequada, tem contribuído para a estabilidade do País e não sairá afectada com os incêndios, acredita o ministro Vieira da Silva em entrevista ao Negócios e à Antena 1. 

As tragédias dos incêndios "são acontecimento de uma dimensão que tornam o País mais frágil" e por conseguinte, também o Governo, mas Vieira da Silva diz que esta equipa já deu provas de que consegue conduzir o País em situações difíceis. 

O responsável governativo também não vê aqui o fim de um ciclo e do estado de graça, porque "se há coisa que distingue este Governo dos anteriores é que ele não nasceu com estado de graça".



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JARANES Há 9 horas

Bom, já não há dúvidas de que os fogos, na sua grande parte e de maior expressão - porque pensados e postos em função dos locais e melhores condições climatéricas -, têm origem criminosa.
Tal origem resulta dos benefícios econômicos que os criminosos retiram do fenômeno, quer por via dos bens que vendem, quer por via dos serviços que prestam ao Estado, para efeitos de prevenção e de combate aos fogos.
Não sendo, de todo, contra o apoio do Estado aos desafortunados, vítimas dos incêndios, só espero, por um lado, que daqui não nasça mais um incentivo ao crime, para quem quer casa nova ou salvar uma exploração ou empresa deficitária ou falida e, por outro lado, que isto não sirva para o Estado, com o dinheiro dos contribuintes activos, se substituir à responsabilidade das seguradoras, com o inerente envelope para o partido e para os decisores.
Seja como for os 400 milhões necessários para a catástrofe deveriam sair integralmente dos bolsos dos responsáveis políticos.

pertinaz Há 10 horas

MAIS UM ESTUPOR PREGUIÇOSO SEM EMENDA...!!!

Criador de Touros Há 10 horas

Morreram mais de 100 portugueses, ardeu Portugal como nunca se viu e o presidente Marcelo gosta deste governo de António Costa, apesar deste primeiro-ministro não perceber nada de bombeiros, fogos, SIRESP, ministras,protecção civil, vá-se lá saber porque é que o presidente gosta deste governo !!; ) Dá a impressão que se houver mais catástrofes, o governo e o presidente não se divorciarão. Já não há casamentos assim.

Anónimo Há 11 horas

O PERAS PARA QUANDO A REFORMA COM 40ANOS CONTRIBUIÇAOS QUANTOS ANOS TENS DE CONTRIBUIÇOES»

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