Américas A vitória de Trump na imprensa internacional

A vitória de Trump na imprensa internacional

Esta quarta-feira amanhece com os jornais, sobretudo na Europa, a darem grande destaque aos resultados das eleições norte-americanas que eram conhecidos até ao fecho das edições. Uns salientam os estados desunidos, outros o "choque" com a vantagem de Trump.
Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump Como os jornais do mundo noticiam a vitória de Trump
Paulo Zacarias Gomes 09 de Novembro de 2016 às 07:53
A generalidade dos jornais internacionais desta quarta-feira colocam a corrida à Casa Branca na primeira página, ainda que muitas das edições fossem para as bancas fechadas antes de conhecidos os resultados eleitorais que deram a vitória a Donald Trump na corrida presidencial nos Estados Unidos.

O The New York Times dá conta de que a corrida para um dos cargos mais poderosos do mundo estava preso pela contagem de votos "numa mão cheia de Estados". Foi a vitória do candidato republicano ao longo da madrugada em estados como o Ohio e a Florida que foi consolidando a ideia de que seria o 45.º Presidente dos EUA.

Outro norte-americano, o Washington Post, já dava conta da liderança do candidato na contagem, ainda assim uma "corrida apertada" discutida com Hillary Clinton, refere o periódico. "Republicanos mostram reforço surpresa nos campos de batalha", titula o jornal.

Em Londres, o Financial Times salienta que a decisão está nas mãos do "Tio Sam" e que Trump tentava superar Clinton depois de uma "campanha amarga," a mesma expressão que é repetida pelo The Daily Telegraph, que realça ainda a "América dividida". E o The Guardian fala de uma "noite desesperada" para os democratas, com Trump a "desafiar as expectativas."

Os jornais espanhóis dividem-se entre o "futuro incerto" e a "campanha dramática" que dão corpo aos títulos do El País, onde a foto principal é de uma Hillary sorridente, a acenar, ao lado do marido e antigo Presidente Bill Clinton. O ABC, que terá já fechado a edição depois de conhecidos os resultados, anuncia que "o populismo chegou à Casa Branca." Já no catalão El Periódico, o novo Presidente surge numa imagem desafiante. O título, a vermelho vazado, é "Deus perdoe a América".

O francês Libération preenche a primeira-página com um grande plano da cara de Trump, em tons cinza, com a legenda "Trumpocalypse". No The Independent, uma foto do Presidente eleito com o punho direito erguido dá corpo à manchete. Mas é o ponto de interrogação em "Presidente Trump" que se destaca. "Acabou, ganhámos", diz ao jornal um membro da campanha republicana.

O "voto enorme de Trump choca Clinton", titula o irlandês Irish Independent, que dá conta de uma corrida presidencial no fio da navalha. "A vaga Trump" é a manchete da edição das 5:30 manhã do The Times, que salienta o outsider a caminho da Casa Branca.



A sua opinião7
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 4 semanas

O apagador neo-liberal consegue apagar da memória a crise de 2008...claro que esta crise é culpa dos emigrantes estrangeiros, da classe média que vive acima das suas possibilidades e claro da esquerda que quer estado social... o resto é invenção da comunicação social...

Anónimo Há 4 semanas


Os burros.

Curiosamente (ou não) a maioria dos que chamam burros aos eleitores Americanos, por elegerem Trump...

São os burros que elegeram o Socrates Gatuno e o Costa Ladrão, que levaram Portugal à bancarrota!

Jose Alexandre Há 4 semanas

Há 8 dias
"According to Allan J. Lichtman, a history professor at American University who has accurately predicted the past eight presidential outcomes since 1984, we’re heading for a Trump victory next week."
Grande derrota da alinhada comunicação social

007 Há 4 semanas

O povo americano, tal como os britânicos e muitos outros, vive cansado... que lhes prometam uma coisa e lhes apresentem outra, feita. Por isso, tal como os outros povos, acolhe facilmente os discursos de rotura e vota... imagine-se..., no conservadorismo, sem solução.

ver mais comentários
pub