Emprego Acesso a estágios vai depender do local. Veja quantos pontos dá o seu concelho

Acesso a estágios vai depender do local. Veja quantos pontos dá o seu concelho

Os projectos localizados em territórios economicamente desfavorecidos serão beneficiados no acesso a estágios. Veja no mapa quantos pontos reúne cada concelho.

A localização do projecto será o primeiro dos critérios de análise às candidaturas aos 4 mil estágios profissionais financiados pelo IEFP, que abriram esta semana.

É que com uma dotação orçamental limitada – 18,8 milhões de euros – as candidaturas passarão a ser hierarquizadas em função das características e do histórico da empresa.

 

Haverá tectos orçamentais por região. O aviso publicado pelo IEFP revela que a região Norte terá a maior fatia das verbas (7,2 milhões de euros) seguido de Lisboa e Vale do Tejo (6,1 milhões) e do Centro (3,5 milhões de euros). O Alentejo (1,15 milhões) e o Algarve (850 mil euros) terão verbas menores. As Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores não constam nesta lista. 

 

Para ter acesso ao estágio a empresa tem de juntar no mínimo 50 pontos, garantidos por uma lista de critérios, como aqui explicámos em detalhe, que além da localização também avaliam a empregabilidade de estágios anteriores ou a dimensão da empresa.  

 

A localização do projecto de estágio num concelho classificado como economicamente desfavorecido vale 20 pontos; se o concelho estiver acima da média a candidatura terá 12 pontos; e se tiver acima da média terá oito.

 

Confira a pontuação de cada concelho no mapa desenhado pelo Negócios a partir da informação oficial.  

 




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mais votado Anónimo 20.05.2017

Subsídios no mercado de trabalho são uma distorção de mercado tão grande e nefasta para a economia e a sociedade como subsídios aos bancários, aos funcionários públicos excedentários, aos agricultores latifundiários e aos herdeiros ricos. Não faz qualquer sentido e acarreta enormes custos de oportunidade imediatos e diferidos no tempo.

comentários mais recentes
Anónimo 22.05.2017

Acima da média nacional, abaixo da média nacional, na média nacional, mas....qual é mesmo o indicador a que se refere esta média?

Anónimo 21.05.2017

O PS arranjará seguramente uma ou duas formas de ir escondendo o lixo acumulado para debaixo do tapete dos outros e de ir chutando a bola de neve dos problemas lá mais para a frente. O que é preciso é que uma pequena maioria do povo ande embebecida e vá a votos. O resto não interessa e siga a festa. Saiam uma rodadas de meretrizes e vinho verde para conta do Orçamento do Estado. Os multiplicadores keynesianos até se inebriam todos.

Anónimo 21.05.2017

As reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário e tendo uma fé inabalável no turismo.

Anónimo 20.05.2017

"Casal tinha 1,7 milhões de euros no banco e recebia RSI" (Diário de Notícias 20/05/2017)

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