Conjuntura Algarve foi a região que mais cresceu em 2016. Alentejo esteve no pólo oposto

Algarve foi a região que mais cresceu em 2016. Alentejo esteve no pólo oposto

Portugal cresceu no ano passado 1,5%, Lisboa e o Norte continuam a ser responsáveis por mais de metade do produto interno bruto nacional, mas a região que mais cresceu foi a do Algarve. Já o Alentejo foi a que menos cresceu.
Algarve foi a região que mais cresceu em 2016. Alentejo esteve no pólo oposto
Pedro Noel da Luz
Sara Antunes 15 de dezembro de 2017 às 11:58

O produto interno bruto (PIB) nacional cresceu no ano passado 1,5% para um total de 185,18 mil milhões de euros. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta sexta-feira, 15 de Dezembro, o PIB por regiões e a sua evolução face ao ano anterior.

 

Conclui-se que a Área Metropolitana de Lisboa e a região Norte são responsáveis por 65% da riqueza nacional, um cenário que é recorrente.

 

Em matéria de crescimento é o Algarve que se destaca, tendo registado um aumento do seu PIB de 2,6% em 2016, ainda assim a riqueza gerada por esta região é apenas a quarta maior, entre as sete analisadas.

 

A riqueza gerada pela região do Algarve (8,3 mil milhões de euros) é inclusivamente menor do que gerada pela região que menos cresceu no ano passado: o Alentejo (12,2 mil milhões). A segunda região mais a Sul, passou assim da região que mais cresceu, em 2015, para a que menos se expandiu no ano passado.

 

O INE realça que "a análise da convergência económica das regiões NUTS III, revela uma diminuição das disparidades regionais no período de 2000 a 2015, com as regiões mais pobres a apresentarem taxas de crescimento do PIB per capita e da produtividade muito superior à média do país."

 

"O aumento da actividade do ramo do comércio, transportes, alojamento e restauração, ramo mais relevante na estrutura produtiva da região do Algarve, foi determinante para o crescimento real do PIB desta região", adianta o INE.




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentários mais recentes
Francisco António 15.12.2017

Mas cresceu no quê ? Na quantidade de empregos com salários mínimos e encerramento de hotéis nos meses entre Outubro e Março ? Ide a Faro ver a "pujança económica" na Rua de Stº António e na "baixa" a precisar de vitalidade...

fpublico condenado a 48 anos trabalho/descontos 15.12.2017

PRO ALGARVE TB COSTUMAM IR O PESSOAL DOS BAIRROS SOCIAIS COM CASA A CUSTA DOS MEUS IMPOSTOS.
SÓ EM LISBOA HA 90.000 DE XULECOS BAIRRISTAS

Observador 15.12.2017

No Algarve foi em grande para quem ?Os empregados só viram mais horas no horário de trabalho , mas que estava cheio deu para vêr ... ainda para época que atrevessamos ( baixa) estão hoteis a 70 e 80% da sua capacidade , mas não se reflete nos bolsos de quem trabalha ,só nos PATRÕES AMIGOS XUXAS