Orçamento do Estado Alterações ao Orçamento custaram 200 milhões
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Alterações ao Orçamento custaram 200 milhões

Durante e após o debate parlamentar não houve informação sobre o impacto das alterações ao Orçamento aprovadas pelos deputados nas metas orçamentais. A UTAO estima agora que elas tenham um impacto negativo de 200 milhões de euros.
Alterações ao Orçamento custaram 200 milhões
Bruno Simão/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 17 de janeiro de 2018 às 23:20

As alterações ao Orçamento do Estado para 2018 aprovadas na Assembleia da República pesam 200 milhões de euros no défice, o equivalente a 0,1 pontos. Apesar de terem sido viabilizadas 217 propostas que mexem com )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
General Ciresp Há 4 semanas

Se o mar nao se molha com 1/2 duzia de pingas,como ha-de a divida gemer com mais uns cifraozitos em cima,carrega gana(po)d.branca.

Mr.Tuga Há 4 semanas

Cá para o "novo" RICO tugal, isso são tostões....

Anónimo Há 4 semanas

Comparando este impacto com o impacto que o anterior governo teve em vender as joias da coroa por dez mil milhões e mesmo assim ter um deficit acima dos 3%, fica claro que a lenga lenga de que o governo não presta e que é o turismo que governa é falsa. Finalmente temos quem percebe da poda.

Anónimo Há 4 semanas

O Diabo é o salário mínimo elevado e as prestações sociais generosas serem sustentáveis na Holanda, na Dinamarca, na Finlândia, na Suíça, até em Espanha, e em Portugal não o serem. E tudo com taxas de juro da dívida negativas ou bem próximas de zero, sem dívida pública excessiva fora de controlo, sem mortes perfeitamente evitáveis por conta do Estado que pressionado pela despesa reduz o investimento público ao mínimo e com inúmeras empresas sediadas localmente a criar valor no mercado global, agora e no futuro.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub