Economia António Costa diz que “ano particularmente saboroso para Portugal” só valeu em Bruxelas

António Costa diz que “ano particularmente saboroso para Portugal” só valeu em Bruxelas

O primeiro-ministro afirmou este sábado que há palavras que não devem ser retiradas do contexto em que foram ditas, sobretudo para fazer combate político, referindo-se à expressão que utilizou em Bruxelas perante os funcionários portugueses.
António Costa diz que “ano particularmente saboroso para Portugal” só valeu em Bruxelas
Lusa
Negócios com Lusa 16 de dezembro de 2017 às 19:43

"Acho que há palavras que não devem ser retiradas do contexto em que foram ditas. E essa expressão [2017 "foi um ano foi particularmente saboroso para Portugal"] foi utilizada num contexto próprio, perante funcionários de Portugal que trabalham nas instituições europeias e sobre as relações de Portugal com a União Europeia", afirmou António Costa, este sábado, 16 de Dezembro, no final da visita que fez a Pedrógão Grande.

 

O governante explicou ainda que a palavra que utilizou ("saboroso") na quarta-feira, em Bruxelas, seria desajustada em Pedrógão Grande, como teria sido desajustado falar da tragédia dos incêndios de 17 de Junho na capital belga.

 

"Cada palavra deve ser dita em circunstância própria e tirar a palavra da circunstância própria para fazer combate político não creio que seja uma forma saudável de estarmos na vida democrática", sustentou.

 

Na sexta-feira, a líder do CDS-PP, Assunção Cristas, contrariou as declarações do primeiro-ministro, afirmando que 2017 é "um ano doloroso", de uma "tragédia sem precedentes", com os incêndios de Junho e Outubro a vitimarem mortalmente mais de 100 pessoas.

 

No dia anterior, o eurodeputado centrista Nuno Melo já tinha criticado a expressão de António Costa, acusando o primeiro-ministro de se ter limitado "a dar sinal de vida para dizer que 2017 foi um ano particularmente saboroso, ignorando mais de 110 mortos em incêndios que foram trágicos".

 

António Costa recordou este sábado que tem vindo à região de Pedrógão Grande desde o dia 18 de Junho e adiantou que, em seis meses, o Governo e várias entidades têm trabalhado muito intensamente para que a reconstrução do território e da vida das pessoas seja possível.

 




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mais votado Anónimo 17.12.2017

A geringonça tem as mãos manchadas de sangue. A excessiva e injustificável folha salarial e pensionista do sector público, inexplicavelmente isenta de um sistema de mobilidade especial e despedimento na óptica das melhores práticas internacionais de gestão de recursos humanos, é responsável por num país de incêndios florestais graves todos os Verões, não se fazerem limpezas de segurança junto a vias de comunicação e aglomerados populacionais, nem existirem meios aéreos adequados de combate aos fogos. E a política de subsídios inusitados não pára aqui. Agora até os terroristas e traficantes de armas obtêm subsídio estatal. Começaram na função pública, passaram aos bancos de retalho e agora não pára.

comentários mais recentes
O Dia 17.06 FOI ESCOLHIDO A DEDO...554 FOGOS POSTO 09.03.2018

A GALINHOLA BANTAM de CRISTA Azul Cueca DEVIA ESTAR CALADA!
ELA SIM, E' A MAIOR RESPONSAVEL POLITICA, COMO EX Min da Agricultura, plo ESTADO CALAMITOSO EM Q DEIXOU A FLORESTA. NAO FEZ ABSOLUTAMENTE NADA quer na PREVENCAO NO TERRENO quer no EQUIPAMENTO.
Agora,ATREVIDA,galinha desmiolada,cacareja

A sanha direitista espuma odio e fel 07.03.2018

como não souberam e não quiseram fazer melhor que o atual governo, soltam bacoradas dignas de um javardo. O que vale é vozes de burros não chegam aos céus, o País segue o seu rumo em crescendo constante. Aliás, este tipo de comportamentos da direita, é um tónico para o governo que segue indiferente.

pertinaz 17.12.2017

ESTUPOR ASSASSINO...!!!

Ora vai . . . 17.12.2017

Bardamerrda com a tua conversa.

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