Economia António Costa: “O país está satisfeito com o desempenho do Governo”

António Costa: “O país está satisfeito com o desempenho do Governo”

O secretário-geral do PS manifestou-se este sábado convicto de que a maioria dos portugueses está satisfeita com o desempenho do seu Governo e transmitiu uma mensagem considerada optimista em relação à evolução política na segunda metade da presente legislatura.
António Costa: “O país está satisfeito com o desempenho do Governo”
Negócios com Lusa 13 de janeiro de 2018 às 15:45

António Costa diz-se convicto que a maior dos portugueses está satisfeita com o Governo. Esta posição, segundo fontes socialistas contactadas pela agência Lusa, foi assumida por António Costa na reunião da Comissão Nacional do PS, no ponto dedicado à análise da situação política do país.

 

Na sua intervenção, António Costa sustentou a ideia de que "o país está satisfeito com o desempenho do Governo", justificando essa sua convicção com base nos mais recentes indicadores económicos sobre o défice, a dívida, o crescimento e a descida do desemprego.

 

O líder socialista referiu depois que a recente eleição do ministro das Finanças, Mário Centeno, para o lugar de presidente do Eurogrupo "traduz o reconhecimento internacional" sobre o desempenho do Governo português.

 

Na reunião da Comissão Nacional do PS, o dirigente socialista Daniel Adrião, que pertence ao sector minoritário deste partido, caracterizou à agência Lusa como "puramente institucional e exclusivamente focado no Governo" o discurso hoje feito por António Costa.

 

Daniel Adrião defendeu que o PS deverá evoluir a prazo para um modelo de organização diferente, "separando claramente as lideranças do partido e do Governo", tal como acontece em França com a força política que suporta o Presidente, Emmanuel Macron.

 

"O secretário-geral do PS, como é primeiro-ministro, não consegue estar 100% focado na vida do PS - e isso explicará a razão deste partido andar sempre a reboque do Bloco de Esquerda e do PCP. Em França, Emmanuel Macron separou a chefia do Governo da liderança do seu partido e a sua força política teve depois maioria absoluta nas eleições legislativas", argumentou.

 

Esta posição de Daniel Adrião, de acordo com fontes socialistas, foi depois contestada pelo membro do Secretariado Nacional do PS Porfírio Silva, que considerou estar-se perante "uma forma de colocar em causa a legitimidade democrática dos órgãos do PS".   




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mais votado Anónimo Há 1 semana

Foi lamentável o que aconteceu em Pedrógão Grande e em Tancos por causa do investimento público ter sido cortado pelo governo socialista para o nível mais reduzido desde 1960 para equilibrar contas públicas pressionadas pela patologicamente extensa e criminosamente hiperinflacionada folha salarial e de pensões do Estado. É igualmente lamentável Portugal não ser sede de multinacional criadora de valor ao nível do excepcional calibre daquelas que a economia da Holanda de Dijsselbloem tão bem conhece desde há muito e tão orgulhosamente pare ou perfilha. Mas cada um saboreia aquilo que mais gosta...

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Mr.Tuga Há 5 dias

Claro que está satisfeita....
Enquanto continuar bronca, iletrada e imbecilizada por noBelas, Casa Degredos, e fuitibois 1ª liga, 2ª liga, liga amadora, juniores, liga infantil, liga feminina, debates todas as tv em horário nobre e directo do bus dos pacóvios chutadores.... ESTUPIDIFICADOS!

JCG Há 5 dias

E depois lá vai o Super Marcelo a distribuir afectos, beijos e elogios a todos os heróis que reagiram à tragédia depois dela ter acontecido. Mas o que era mesmo porreiro era que não tivesse ocorrido tragédia nenhuma. Só que trabalhar (a sério) na prevenção, não dá visibilidade nem espetáculo p/ TV

A geringonça foi uma dádiva de Deus.Sorte do Povo Há 6 dias

A direita lha é trauliteira e mentirosa,quer é lulas e vinho verde.,mas o povo é sábio não gosta de truques quer jogo limpo.

JCG Há 6 dias

Equipas de bombeiros de ação rápida cheira-me a grupos de bombeiros que ficam nos quartéis a jogar às cartas, a ver telenovelas ou a coçar os testículos à espera de serem chamados para ir apagar algum incêndio. Não é disto que o país precisa: é de prevenção. Ação preventiva no terreno.

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