Política António Costa sublinha que ainda há 400 mil portugueses no desemprego

António Costa sublinha que ainda há 400 mil portugueses no desemprego

O secretário-geral do PS, António Costa, realçou os bons resultados alcançados pelo Governo nos últimos dois anos, mas disse que não se pode dar por satisfeito quando há ainda 400 mil portugueses no desemprego.
António Costa sublinha que ainda há 400 mil portugueses no desemprego
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 25 de setembro de 2017 às 22:42

Durante uma acção de campanha de apoio aos candidatos do PS a Águeda, o líder socialista disse que o país "precisa de continuar a crescer e a criar emprego", adiantando que esse "tem sido o grande sucesso" dos "dois anos de mudança" que têm permitido devolver rendimento às famílias, criar melhores condições para haver mais investimento e para reduzir o desemprego.

 

"Mas sabemos bem que dos 200 mil novos postos de trabalho criados nestes dois anos, restam ainda mais de 400 mil portugueses no desemprego. Isto significa que não nos podemos dar por satisfeitos com aquilo que conseguimos", observou.

 

Por isso, defendeu que é preciso dar força ao PS a nível nacional, mas também em cada autarquia, porque "cada vez mais as autarquias locais são parceiras fundamentais do desenvolvimento e da capacidade" da economia "para continuar a crescer e a criar emprego".

 

O primeiro-ministro referiu ainda que não esqueceu o que aprendeu nos oito anos em que foi presidente de Câmara, em Lisboa, nomeadamente a importância "fundamental" de trabalhar com as freguesias. "Sei hoje como primeiro-ministro que tenho que fazer o mesmo agora com os presidentes de Câmara, porque sei bem que as Câmaras estando mais próximas das pessoas e dos problemas podem ajudar-me a fazer mais e melhor pelo conjunto do país", assinalou.

 

O secretário-geral do PS apelou ao voto no partido para "dar continuidade a nível nacional e em Águeda a uma obra de que todos" se orgulham.

 

António Costa falava numa acção de campanha em Águeda, um município liderado desde 2005 pelo PS, onde o eleitorado socialista está agora dividido entre o candidato oficial do partido, Paulo Seara, e o actual vice-presidente da Câmara, Jorge Almeida, que se candidata como independente.




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