Economia Arménio Carlos: Ainda há margem para um acordo na Autoeuropa

Arménio Carlos: Ainda há margem para um acordo na Autoeuropa

O líder da CGTP diz que as relações de trabalho na Autoeuropa se deterioram nos últimos anos.
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Celso Filipe Rosário Lira 28 de janeiro de 2018 às 12:00

"A Autoeuropa deve sentar-se com a comissão de trabalhadores e sindicatos para conversar, ouvir e fazer como deve de ser", afirma o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, na Conversa Capital, uma entrevista conjunta do Negócios e Antena 1.

O líder da CGTP considera que ainda há margem para chegar a um acordo mas aponta o dedo à Autoeuropa pelo extremar de posições.

"O processo da Autoeuropa é muito simples. É um processo que nas relações do trabalho se vem deteriorando nos últimos anos. Não foi de agora. Já vem de trás. Porque já anteriormente houve uma ou duas vezes que a administração da Autoeuropa impôs unilateralmente determinado tipo de condições. E os trabalhadores contestando acabaram por acatar. E agora deu-se o processo que conhecemos. Esta greve que se realizou em Agosto do ano passado é o resultado da falta de sensibilidade social de quem está à frente da Autoeuropa para encontrar soluções, em primeiro lugar, e depois, da pouca maleabilidade para perceber qual foi o sentimento dos trabalhadores", argumenta Arménio Carlos.

Para o sindicalista não restam dúvidas: "a versão verdadeira sobre a Autoeuropa não chega à maior parte das pessoas".




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Anónimo Há 2 semanas

Nao culpem a CGTP e os seus leaders ! culpem os trabalhadores portugueses que os apoiam; sem o apoio da maioria a CGTP nao existia; fome para eles todos!!!!!

É ASSIM MESMO, JUSTO ! É JUSTO Há 3 semanas

JUSTO, é assim mesmo.
Os funcionários da AE têm todo o direito de não querer trabalhar ao sábado.
Mais !
Daqui a dois anos, quando terminar o projecto do T-ROC, têm também o direito, não só a ter o sábado livre, COMO TODA A SEMANA.
O descanso é sagrado.
Concordo inteiramente contigo, JUSTO !

Anónimo Há 3 semanas

Para as coisas correrem bem numa empresa, são os trabalhadores que se tem que adaptar ás situações, e não o contrário. Os sindicatos que pensem nisso.

Justo Há 3 semanas

Se querem explorar podem ir para o Bangladesh, não facilites Arménio

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