Economia Seis feridos e dois mortos em ataque com arma branca na Finlândia

Seis feridos e dois mortos em ataque com arma branca na Finlândia

Um homem foi detido pela polícia finlandesa após atacar, com uma faca, várias pessoas em Turku. Seis pessoas foram hospitalizadas e duas outras perderam a vida neste ataque.
Seis feridos e dois mortos em ataque com arma branca na Finlândia
Reuters
Negócios 18 de agosto de 2017 às 15:10

A cidade finlandesa de Turku, no centro do país e a cerca de 140 quilómetros da capital (Helsínquia), ficou hoje em estado de alerta, depois de várias pessoas terem sido esfaqueadas na praça de Puutori. Um homem foi detido pela polícia três minutos depois, mas corriam informações de que seriam vários atacantes - entretanto não confirmadas.

"Não está ainda claro se seria apenas uma pessoa com uma arma branca ou vários atacantes, uma vez que há relatos diferentes", sublinhava o The Sun. 


Segundo as primeiras informações da imprensa local, um homem tinha sido atingido pela polícia, havendo algumas pessoas feridas. A polícia finlandesa confirmou pouco depois a detenção e nessa altura dizia que poderia haver mais atacantes.


No Twitter, havia relatos de seis pessoas caídas no chão. O jornal finlandês Turun Sanomat sublinhava que uma das vítimas tinha morrido.


O suspeito detido foi atingido numa perna após ter esfaqueado as pessoas na rua. A polícia de Turku aconselhou, na sua página do Twitter, a que as pessoas evitassem o centro da cidade, referiu a CNN.



As autoridades policiais da zona oriental de Uusimaa advertiram também para que as pessoas fossem cuidadosas e estivem em alerta perto das estações de comboio e do aeroporto de Helsínquia-Vantaan.

O homem detido, segundo o que algumas testemunhas escreveram de imediato no Twitter, teria gritado "Allah Akbar" [Alá é Grande], mas rapidamente outros avançam que o que se ouviu foi 'varokaa' ('cuidado', em finlandês).

Entretanto, houve relatos de evacuação em dois centros comerciais da cidade, mas não chegou a haver risco nestas zonas, ao que se sabe.


O primeiro-ministro, Juha Slpila, convocou uma reunião de crise, segundo a imprensa - que dava entretanto conta de oito pessoas hospitalizadas. O ataque visou, sobretudo, mulheres.

Oito vítimas, duas das quais morreram


A polícia de Turku anunciou num tweet que às 19:00 horas locais (17:00 em Lisboa) daria uma conferência de imprensa, onde estaria também presente a ministra do Interior, Paula Risikko.

A conferência de imprensa decorreu à hora prevista e a polícia comunicou oficialmente que foram esfaqueadas oito pessoas, duas das quais perderam a vida.


O suspeito – e, para já, deixou de se falar em mais atacantes – estava a ser assistido no hospital depois de ter sido atingido com um tiro na perna pelas forças de segurança.

Entre os seis feridos hospitalizados, três estavam nos cuidados intensivos. Segundo as autoridades, não se sabia ainda a identidade nem se conhecem as motivações do atacante.

A polícia finlandesa elevou os níveis de alerta no país, tendo reforçado o número de patrulhas, mas disse não ter ainda quaisquer indícios sobre se este ataque em Turku foi um acto terrorista.

Marcelo Rebelo de Sousa envia condolências


O Presidente da República enviou "as mais sentidas condolências" ao seu homólogo finlandês pelo ataque, refere a Lusa.

 

"Foi com grande consternação que tomei conhecimento do ataque ignóbil ocorrido hoje em pleno centro da cidade de Turku. Quero, por isso, manifestar a Vossa Excelência o meu maior repúdio por tão vil ataque, que condeno da forma mais veemente", lê-se numa mensagem enviada pelo chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, ao Presidente da Finlândia, Sauli Niinisto.


Alemanha igualmente em alerta 

Entretanto, em Wuppertal-Elberfeld, cidade da Alemanha Ocidental, correu a informação de um atacante em fuga depois de ter investido com uma arma branca contra pessoas na rua.

Um homem morreu dos ferimentos e outro foi hospitalizado, disse à AFP a porta-voz da polícia local.


(Notícia actualizada às 18:52)




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mais votado Anónimo 18.08.2017

Os maiores admiradores dos Nazis e da sua "obra" são os que ontem mataram pessoas inocentes dos mais diversos credos, sexos, faixas etárias e origens étnico-culturais nas ruas da Catalunha. Esses admiradores dos Nazis mataram essas pessoas como se essas pessoas fossem meras baratas a passear na sua cozinha halal. Já hoje, uns dos maiores amigos dos nazis e da sua horrorosa obra, mataram transeuntes em Turku na Finlândia, também na zona euro como ontem. Para esta escumalha quem não está com eles e suas ideias e ideais, é um pequeno verme que deve morrer. Só falta começarem a matar dentro da própria casa das pessoas uma vez que já as matam sem pudor ou constrangimentos nas suas próprias cidades, e com os deputados da esquerda a tolerar e até incentivar esta ignóbil barbárie.

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Anónimo 18.08.2017

Os políticos como Trump que se cheguem à frente. A nossa cultura, modo de vida e os nossos filhos precisam deles. Na Europa só existem políticos eunucos, cobardes e sem colhões. A cultura gay está a minar a sociedade e a fragiliza-la. Qualquer dia fazemos frente aos terroristas com maneirismos amaricados. Os nossos antepassados devem estar a dar voltas nos seus túmulos.

Anónimo 18.08.2017

Quando fixados na Europa, metade destes maometanos, especialmente se o Estado Social do sítio onde residem é bom e muito generoso, até atinam em termos gerais. Mas o que é certo é que invariavelmente a outra metade só quer sharia, fatwas e futebol para justificar a sua vida de gangster. Não há volta a dar. Contra factos não há argumentos.

Anónimo 18.08.2017

Os europeus, Portugal incluído, são vítimas da Sharia, anti-liberal e inerentemente anti-mercado, dos direitos adquiridos. A mesma que defende o direito ao trabalho dê por onde der e os empregos e generosos benefícios sociais garantidos para a vida toda e sempre a subir, o keynesianismo despesista do tipo que ordena a abertura de buracos nas ruas só para depois os ter que tapar logo de seguida e assim ver o PIB anual crescer por virtude de um efeito multiplicador quase bíblico que acaba sem pão ou sem peixe alguns para a multidão e o esquema em pirâmide da Segurança Social estatal cuja base se estreita a cada ano que passa e desemboca na imigração "open door", sem critérios de selectividade orientados para as reais necessidades ditadas pelas forças de mercado a cada momento.

Anónimo 18.08.2017

Qualquer dia temos que ser nós a fugirmos da Europa.

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