Função Pública Autarcas dependem de novo diploma para regularizar precários
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Autarcas dependem de novo diploma para regularizar precários

A questão levanta dúvidas, mas o Governo entende que o diploma que está no Parlamento não é suficiente para que o programa avance nas autarquias. Câmara de Lisboa está a abrir concursos externos.
Autarcas dependem de novo diploma para regularizar precários
Bruno Simão/Negócios

Tem havido interpretações contraditórias sobre o assunto, mas o Governo considera que os autarcas só poderão aplicar o programa de regularização de precários (PREVPAP) depois de elaborado um novo

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mais votado Anónimo 11.07.2017

Se a proibição do despedimento no sector da banca de retalho subsidiada, tal como no sector público em sentido lato, não me fosse descaradamente ao bolso, eu até deixava passar. O problema é que foi, vai e continuará a ir se ninguém se opuser. É muito dinheiro em comissões e impostos que me custam muito a ganhar e a poupar. Too big to fail tem de acabar. Reduzam-se à vossa insignificância. Não se façam maiores do que aquilo que conseguem ser. Desalavanquem. Desinchem. Façam como quiserem. Parem de querer fazer de toda a gente escravos do sector bancário de retalho e seus sindicatos. Para esclavagista já nos bastavam a Frente Comum e o KKK. Estão a colocar vidas em perigo em Portugal com as vossas exigências inusitadas e irrealistas. Pedrógão e Tancos foram o sinal de alarme de que a situação da folha salarial e de pensões estão a atingir um ponto de não retorno.

comentários mais recentes
Anónimo 12.07.2017

O que os bancos de retalho portugueses querem é excedentários e o valor das remunerações a dobrar para toda gente na função pública. A quem é que eles concederiam crédito à habitação e ao consumo se não fossem os beneficiários do endividamento público excessivo? Aos fazedores de smartphones, foguetões, carros eléctricos e fundos de investimento portugueses que vendem o seu produto por esse mundo fora? É que desses não há cá. Têm que se voltar sempre para o mesmo lado. O lado mais fácil que arruína com o país e é resgatado ciclicamente porque é fácil passar factura aos portugueses todos em vez de a passar só ao grupo dos responsáveis por esta situação.

Anónimo 12.07.2017

A geringonça tem as mãos manchadas de sangue. A excessiva e injustificável folha salarial e pensionista do sector público, inexplicavelmente isenta de um sistema de mobilidade especial e despedimento na óptica das melhores práticas internacionais de gestão de recursos humanos, é responsável por num país de incêndios florestais graves todos os Verões, não se fazerem limpezas de segurança junto a vias de comunicação e aglomerados populacionais, nem existirem meios aéreos adequados de combate aos fogos. E a política de subsídios inusitados não pára aqui. Agora até os terroristas e traficantes de armas obtêm subsídio estatal. Começaram na função pública, passaram aos bancos de retalho e agora não pára.

Anónimo 11.07.2017

Se a proibição do despedimento no sector da banca de retalho subsidiada, tal como no sector público em sentido lato, não me fosse descaradamente ao bolso, eu até deixava passar. O problema é que foi, vai e continuará a ir se ninguém se opuser. É muito dinheiro em comissões e impostos que me custam muito a ganhar e a poupar. Too big to fail tem de acabar. Reduzam-se à vossa insignificância. Não se façam maiores do que aquilo que conseguem ser. Desalavanquem. Desinchem. Façam como quiserem. Parem de querer fazer de toda a gente escravos do sector bancário de retalho e seus sindicatos. Para esclavagista já nos bastavam a Frente Comum e o KKK. Estão a colocar vidas em perigo em Portugal com as vossas exigências inusitadas e irrealistas. Pedrógão e Tancos foram o sinal de alarme de que a situação da folha salarial e de pensões estão a atingir um ponto de não retorno.

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