Economia Bagão Félix: “O IRS taxa a classe média como se fosse rica”
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Bagão Félix: “O IRS taxa a classe média como se fosse rica”

Desde a última reforma do IRS que se tributa a classe média como se ela fosse rica, diz o ex-ministro, para quem é preciso regressar aos antigos escalões. As taxas liberatórias são injustas, inconstitucionais até, mas...
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Elisabete Miranda e Rosário Lira

Rever os escalões do IRS é prioritário, mas deve ser feito de forma  gradual, aconselha Bagão Félix em entrevista à Antena 1 e ao Negócios. O ex-ministro das Finanças  considera que a existê)

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mais votado Anónimo 28.05.2017

O desaparecimento da classe média é um processo em curso no mundo livre, rico e desenvolvido, já devidamente identificado e estudado, que se desenrola tanto mais depressa quanto maior é o nível de equidade e sustentabilidade presente na jurisdição em causa, e que assenta invariavelmente no aprofundamento da flexibilidade, modernização e dinâmica dos mercados concorrenciais de factores e de bens e serviços. A classe baixa vê o seu nível e qualidade de vida elevar-se à medida que a classe média capturada por paradigmas assentes na extracção de valor desaparece através de um fenómeno assente nas forças de mercado que origina um êxodo da população que a constitui. Aquela migra gradualmente e consoante os seus méritos, segundo o mercado, para cada uma das duas classes que a classe média separa, não deixando mais nada no meio mas acabando com a pobreza e a indigência em definitivo.

comentários mais recentes
IS 04.06.2017

Concordo com as sugestões de António Bagão Félix.

Anónimo 29.05.2017

Bagão Felix afirma finalmente a razão porque a direita saiu do governo e dificilmente voltará. O erro de atacar a classe média dizendo que vivia acima das possibilidades e que tinha sido o cancro que levou Portugal a bancarrota pagou-se caro. Hoje a classe média paga impostos pelos empresários...

Anónimo 29.05.2017

A classe média é para acabar. A classe média assalariada ou pensionista ex-assalariada, dos grandes e irrevogáveis direitos adquiridos quer seja no brilhantismo com enorme procura de mercado quer seja na mediocridade sem procura alguma ainda que a enorme oferta se arrebanhe em bando sindical ruidoso animado por um insolente falso senso de auto-elegibilidade, está condenada à extinção porque é tudo aquilo que se opõe à criação sustentável de valor no mundo contemporâneo, funcionando como um oneroso e pernicioso entrave ao avanço civilizacional. O mundo só tem lugar para duas classes: a dos criadores de valor, vulgo classe alta, e a dos legítimos capturadores de valor, vulgo classe baixa, que tem tudo a ganhar com isso. A classe média, tomada maioritariamente pelos que se dedicam à mais puramente ignóbil extracção de valor não tem mais lugar nas sociedades e economias do mundo desenvolvido e está já a viver o seu irreversível ocaso, facto que os mais recentes dados estatísticos atestam.

Anónimo 29.05.2017

Portugal precisa de governos capazes de fazer o que Macron promete fazer ("Ingressaremos gradualmente numa época em que ter um emprego vitalício baseado em tarefas que não são justificadas será cada vez menos sustentável - na verdade já estamos lá." - Emmanuel Macron) e Schäuble afirma que Schröder já fez na Alemanha ("Alemanha e a França estavam praticamente ao mesmo nível em termos de performance económica em 2003, antes de o antigo chanceler Gerhard Schröder ter implementado uma reforma na área laboral." - Wolfgang Schäuble).

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