Política BE: Costa focou o "mais importante no país" ao centrar-se no "trauma" dos incêndios

BE: Costa focou o "mais importante no país" ao centrar-se no "trauma" dos incêndios

O BE considerou hoje que a mensagem do primeiro-ministro "focou o mais importante no país", ao centrar-se nos incêndios e, em segundo lugar, na recuperação da economia, que o partido diz dever-se aos acordos à esquerda.
BE: Costa focou o "mais importante no país" ao centrar-se no "trauma" dos incêndios
João Miguel Rodrigues
Lusa 25 de dezembro de 2017 às 22:35

Para o próximo ano, o Bloco apontou como prioridades o combate à precariedade laboral e a recuperação dos serviços públicos, em particular na saúde e educação. "Temos que olhar para o trauma dos incêndios e perceber o tanto que há para fazer, tanto na recuperação destas zonas, como na criação de emprego, no reordenamento do território, da floresta e garantir que há prevenção e combate ao incêndio que permita garantir a segurança das populações", afirmou o vereador do BE na Câmara Municipal de Lisboa, Ricardo Robles, numa reacção à mensagem de Natal de António Costa.

 

O primeiro-ministro afirmou hoje, na tradicional mensagem de Natal, que a prioridade do Governo em 2018 será "mais e melhor" emprego e prometeu, "naquilo que é humanamente possível", total empenhamento para evitar novas tragédias com incêndios.

 

António Costa dedicou toda a primeira parte da mensagem de Natal às tragédias ocorridas com os incêndios em Junho e em Outubro deste ano, dizendo que o Governo nunca esquecerá "a dor e o sofrimento das pessoas, nem o nível de destruição" provocado por estas catástrofes.

 

Por outro lado, o primeiro-ministro congratulou-se com os resultados alcançados em 2017 e defendeu a tese de que só com emprego de qualidade Portugal poderá ter "um crescimento sustentável". Sobre este ponto, Ricardo Robles sublinhou que foi "a solução política que resultou dos acordos de Governo com os partidos de esquerda que permitiu a recuperação da economia".

 

"Isso é a marca que é deixada também neste ano e se nota na vida das pessoas: recuperação de salários e pensões, descida do IRS e aumento do salário mínimo", destacou, apontando que, a partir do início do ano, essa remuneração mínima subirá para os 580 euros e para os 600 euros no final da legislatura.

 

O vereador da autarquia lisboeta admitiu que "há muito para fazer" e que 2018 terá "esse desafio", apontando a recuperação dos serviços públicos – sobretudo na saúde e educação – e o combate à precariedade como prioritários. "É na devolução da dignidade no trabalho que temos de nos focar e sobretudo na questão da precariedade onde há tanto para fazer", afirmou, assumindo que a revisão da legislação laboral será uma das prioridades do BE no próximo ano.

 

Sobre o facto de o primeiro-ministro ter afirmado que o país se libertou da austeridade e conquistou a credibilidade, Ricardo Robles classificou-a como "a prova de que o discurso da direita não funcionava". "Temos um país que devolveu rendimentos e ao mesmo tempo permitiu à economia crescer e recuperar emprego. A receita da austeridade falhou e este ano é essa prova", disse.




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Eduardo santos Há 3 semanas

MENSAGEM ?... ESTE senhor fingido e de intenções maléficas disfarça e mente para todos e a toda a hora----Quando lhe falam de ser crente em Cristo sorri--eu ja vi- Quando confeça interesse pelos males dos incendios mente---eu sei que ele foi de férias enquanto ardiamos.

Camaradaverao75 Há 3 semanas

Nem uma palavra sobre os jovens que são despedidos de Portugal sem indemnização e muitos acabam com humilhação para Portugal, a viver apoios sociais como no Luxemburgo.

Anónimo Há 3 semanas

Estes são contra o regime atual democrático? em Portugal,contra a EU etc no entanto ocupam lugares no parlamento nacional ,Em bruxelas etc onde está a coerência?O $ ?A espoliação ?O totalitarismo?

Ó tachista hipocrita Há 3 semanas

E caloteiro, já pagaram aos livreiros os manuais “ grátis” que deram os miúdos?
Estes vermes vendem- se por um prato de lentilhas...
E a taxa da proteção civil não dizes nada, ó hipocrita?

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