Orçamento do Estado BE diz que descongelamento de carreiras na função pública está "bem encaminhado"

BE diz que descongelamento de carreiras na função pública está "bem encaminhado"

O BE considerou hoje que está bem encaminhado o dossiê do descongelamento de carreiras da função pública no Orçamento do Estado para 2018 e recusou entrar em "querelas" com o PSD sobre o crescimento da economia.
BE diz que descongelamento de carreiras na função pública está "bem encaminhado"
Lusa 11 de outubro de 2017 às 17:28
O descongelamento das carreiras na função pública "está bem encaminhado, mas não fechado", afirmou o líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, no final de uma reunião, no Parlamento, com o ministro das Finanças, Mário Centeno, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, sobre o Orçamento do Estado para 2018.

Os bloquistas esperam que este dossiê seja fechado até sexta-feira, data da entrega do orçamento na Assembleia da República, mas admitem que a discussão continue no debate na especialidade, que se prolonga até Novembro.

A "tentar fechar" antes de sexta está também a questão das pensões, ou seja, que "exista um aumento extraordinário de pensões para todos e não apenas para os mais idosos".

"Bater-nos-emos para que seja possível", acrescentou Pedro Filipe Soares.

O mesmo acontece com o adicional de IRC a aplicar às empresas, que "não está fechado" se se conseguirá aplicar ou não no próximo orçamento.

Minutos depois de a delegação do PSD ter dito, após a reunião com o Governo, que estava previsto um desaceleramento da economia em 2018, Pedro Filipe Soares não quis "entrar em querelas" com os sociais-democratas e acusou a deputada e ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, representante do PSD na reunião com o executivo, de não ter "moralidade alguma" para falar em crescimento económico por ter sido "responsável por uma das maiores recessões no país na última década".

Pedro Filipe Soares recordou ainda que os bloquistas já fecharam o "dossier" fiscal, ou do IRS.

"Atingimos a meta do desagravamento de 400 milhões de euros no IRS das famílias", a "introdução de dois novos escalões" e um "aumento do mínimo de existência", acrescentou.



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