Função Pública BE diz que negociações com Governo garantem vinculação de mais 3500 professores

BE diz que negociações com Governo garantem vinculação de mais 3500 professores

O BE garantiu esta quinta-feira que, no seguimento negociações com o Governo para o Orçamento do Estado de 2018 (OE2018), serão vinculados mais 3500 professores no próximo ano.
BE diz que negociações com Governo garantem vinculação de mais 3500 professores
Correio da Manhã
Lusa 12 de outubro de 2017 às 12:22
"De acordo com as nossas negociações, as regras que vão ser aprovadas no OE permitirão vincular pelo menos tantos professores como no ano passado, ou seja, pelo menos mais 3500 professores serão vinculados", asseverou a deputada bloquista Joana Mortágua, em conferência de imprensa no parlamento.

E prosseguiu: "Em dois anos, teremos vinculado sete mil professores, o que nos dá ainda um Orçamento para cumprir o objectivo do BE de acabar com a precariedade na administração pública e dos professores".

Joana Mortágua escusou-se a indicar o montante orçamental previsto para a vinculação destes docentes, reiterando somente que o BE "tomou como objectivo e prioridade neste Orçamento continuar a vinculação de professores iniciada no ano passado".

Os professores, lembrou a bloquista, estão fora do processo de regularização de precários da administração pública.

Questionada sobre o rumo das negociações com o executivo sobre o descongelamento de carreiras na função pública, Joana Mortágua assinalou que esta medida "fazia parte dos acordos assinados entre o BE e o PS" de viabilização do executivo socialista.

"O BE sempre disse que a prioridade era que o descongelamento fosse cumprido nesta legislatura. A informação que se tornou pública é que o Governo terá aceitado esta proposta do BE. Achamos que as negociações estão encerradas", prosseguiu a bloquista.

A proposta de Orçamento do Estado para 2018 dará entrada no parlamento na sexta-feira.



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comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Não é troyka, não senhor! É um triunvirato a que deitou mão o vizinho da China, "assaltando" dessa forma a governação e o lugar de Primeiro Ministro. O mesmo é dizer, também a possibilidade de empregar, a quem não fazia nada mal, estar desempregado. Trata-se de gente que em vez de frequentar a escola, adquirindo conhecimento e, valorizando-se, apenas (como parece, na maioria dos casos) se preocupou com um "canudito", como livre trânsito para um "empreguito". Assim vai a nossa Pátria e, que Deus nos ajude!!!

Ó Dra Mortágua, então e os Trabalhadores Independe Há 1 semana

O nº de trabalhadores independentes (a ganhar cada vez pior) continua a aumentar, mas só se vê a geringonça preocupada em encher os quadros do Estado em funções de necessidade duvidosa...
Quando acabam com a vergonha dos pagamentos para a Segurança Social por parte de quem está sem facturar???

anonimo Há 1 semana

Então? Está tudo certo. Os alunos diminuem e aumenta-se o nº de professores.Existem salas de aulas vazias onde os professores podem descansar.Porque será que quantos mais professores existem no ensino público, mais os resultados dos alunos baixam?Vejam-se as provas de aferição.Também, ninguém é ava

Mr.Tuga Há 1 semana

E dizem isto com uma naturalidade constrangedora.... 3.500 coisa pouca....

Menos escolas! Menos alunos = mais profs e mais auxiliares....

No "novo" paraiso e oasis tuguês o CÉU é o limite !!!
Qual Emirados! Qual Dubai! Qual Noruega!

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