Política BE: "Não iremos negociar" Orçamento "na praça pública"

BE: "Não iremos negociar" Orçamento "na praça pública"

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda (BE), Pedro Filipe Soares, revelou que as reuniões entre os partidos que viabilizam o Governo e o PS "sucedem-se" e "estão claros os pontos pendentes".
BE: "Não iremos negociar" Orçamento "na praça pública"
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 05 de Outubro de 2016 às 12:56

"Lembrar a República, o 5 de Outubro, num dia que é novamente feriado, tem um simbolismo especial. Os valores lembrados pelo Presidente são os valores da República, a que devemos estar sempre atentos", vincou Pedro Filipe Soares.

 

O bloquista falava na Praça do Município, em Lisboa, onde decorreram as cerimónias oficiais do 05 de Outubro e comentava o discurso do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Questionado pelos jornalistas sobre o Orçamento do Estado para 2017 e as negociações em curso, Pedro Filipe Soares lembrou que as reuniões entre os partidos que viabilizam o Governo e o PS "sucedem-se" e "estão claros os pontos pendentes".

 

"Não iremos negociar na praça pública", vincou, acrescentando esperar do Orçamento "mais um passo na retoma do rendimento das pessoas".

 

E acrescentou: "Há escolhas em cima da mesa, um desafio normal quando se faz um Orçamento".

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que o exemplo dos que exercem o poder é fundamental para que o povo continue a acreditar na República, sublinhando que "o 05 de Outubro está vivo".

 

"O exemplo dos que exercem o poder é fundamental sempre para que o povo continue a acreditar no 5 de Outubro", afirmou o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, numa intervenção nas comemorações da Implantação da República, que decorreram na Praça do Município, em Lisboa.

 

Sublinhando que "o 5 de Outubro está vivo", mas só se todos lhe derem vida para que os portugueses se possam rever na República democrática, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a necessidade de quem exerce o poder de dar o exemplo de "constante humildade, de proximidade, de frugalidade, de independência, de serviço pelos outros, de todos os outros, mas com natural atenção aos mais pobres, carenciados, excluídos".




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mais votado agh Há 3 semanas

O BE levou puxam de orelhas só vive dos jornalecos kk está a ficar o elo mais fraco

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Pois a praça pública só vos serve para a caça ao voto.

As decisoes importantes tomam-nas pelas costas dos portugueses.

Anónimo Há 3 semanas

O OE é um documento importante para a vida dos Portugueses, porque é que estes esquerdalhos alucinados nao o discutem na praça publica, ás claras como deve ser numa DEMOCRACIA?

Anónimo Há 3 semanas

esta me..da de políticos andaram na praça pública apedira batatinhas ao povo a quem lhes deu o voto para andarem a encher a bandulha à nossa conta.aí não tiveram problemas em chagar o poco para votar neles, mas agora viraram importantes de pois de sacarem o voto! o OE não na praça pública!

alberto.sousa.18007218 Há 3 semanas

COM A NOVA ORDEM MUNDIAL, ESTA AFIRMAÇÃO NÃO SE PUNHA, NA MEDIDA EM QUE POLÍTICOS, NÃO EXISTIAM. SÓ FAZEM FALTA NESTE SISTEMA. QUEM IRIA FAZER POLÍTICA, NÃO EXISTINDO DINHEIRO? HAVERIA SIM, PESSOAS HONESTAS, A ORGANIZAR A SOCIEDADE, NOS MOLDES QUE FOSSEM NECESSÁRIOS, PARA O BEM COMUM.
NÃO MAIS CORRUPTOS, VIGARISTAS, ALDRABÕES. O HOMEM NÃO MAIS SERIA EXPLORADO, POR OUTRO HOMEM. NÃO MAIS DESEMPREGO, NA MEDIDA EM QUE TODOS TINHA-MOS DE TRABALHAR COM O MESMO OBJECTIVO. PRODUZIR, E DISTRIBUIR A PRODUÇÃO, EQUITATIVAMENTE, SEGUNDO AS NECESSIDADES DE CADA FAMILIA. ESTE SISTEMA ESTÁ CONDENADO, E IRÁ DESAPARECER DA FACE DA TERRA.
NOVA ORDEM MUNDIAL, É PRECISA URGENTE.

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