Segurança Social Bloco ameaça avançar sozinho com propostas para os recibos verdes
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Bloco ameaça avançar sozinho com propostas para os recibos verdes

Depois de ter ouvido a secretária de Estado da Segurança Social empurrar para 2018 a divulgação das novas regras de descontos dos trabalhadores independentes, o Bloco de Esquerda admite forçar a discussão do tema ainda este ano, no Parlamento.
Bloco ameaça avançar sozinho com propostas para os recibos verdes
Miguel Baltazar/Negócios

Ou o Governo estuga o passo e apresenta as novas regras de descontos dos trabalhadores independentes para a Segurança Social ainda este ano, ou o Bloco de Esquerda (BE) vai forçar a discussão do tema no Parlamento, por conta pró

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comentários mais recentes
Anónimo 10.07.2017

Na Finlândia, os sindicatos, as empresas e o governo sentaram-se a uma mesma mesa e concluíram o que sempre souberam ser a verdade, ou seja, que a riqueza, o elevado nível de vida e a criação de valor não se decretam. O que se decreta é que as forças de mercado, os avanços tecnológicos e os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos não podem ser postas em causa por motivações iníquas, injutificáveis e insustentáveis afectas a determinados grupos de interesse sindical ou corporativo. É o oposto da mentalidade portuguesa e grega: "the heart of the deal is that pay and employment costs will be determined by four factors: productivity, public sector sustainability, employment and competitiveness." yle.fi/uutiset/osasto/news/union_confederation_accepts_finnish_model/8736547

Anónimo 10.07.2017

Portugal tem sentido tanto os efeitos da crise que consolidam a sua posição entre os mais pobres dos ricos e os menos desenvolvidos dos desenvolvidos, por causa de não ter vindo a fazer os despedimentos que devia ter feito e por tê-los substituído por progressões, aumentos e blindagens contratuais absurdas e anacrónicas que os seus pares mais ricos e desenvolvidos souberam desmantelar há muito.

Anónimo 10.07.2017

Os "definitivos" dispensados regressam ao sistema de ensino por um, dois ou mais anos, procuram oferecer no mercado o seu talento a um novo empregador interessado em aproveitar e valorizar as suas competências e experiência ou pura e simplesmente com o know-how adquirido abrem o seu próprio negócio. Os "precários" quando obsoletos, farão o mesmo. Qual o suporte para isto? Já existe. É o Estado de Bem-Estar Social. Mas tem que ser universal ou torna-se caro, injusto e ineficaz.

Anónimo 10.07.2017

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

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