Conjuntura Bloco: Mais crescimento tem de implicar mais investimento em saúde e educação

Bloco: Mais crescimento tem de implicar mais investimento em saúde e educação

A deputada Mariana Mortágua considera que os números do INE sobre o crescimento no primeiro trimestre "são a prova da falência do projecto da direita".
Bloco: Mais crescimento tem de implicar mais investimento em saúde e educação
Bruno Simão
Marta Moitinho Oliveira 15 de maio de 2017 às 18:16

O Bloco de Esquerda defendeu esta segunda-feira que o crescimento económico observado no primeiro trimestre "prova a falência do projecto da direita", mas avisou que para ser confirmado este crescimento "tem se reflectir em investimento público em saúde e educação".

 A reacção dos bloquistas ficou a cargo da deputada Marina Mortágua, no dia em que o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que o PIB subiu 2,8% no primeiro trimestre face ao período homólogo e 1% face ao último trimestre de 2016.

"Temos mais provas que devolvendo rendimentos e respeitando direitos o país cresce de forma sustentável", disse Mariana Mortágua, acrescentando que os dados do INE são a "prova da falência do projecto da direita".

Por outro lado, esta é a "confirmação de que há uma via alternativa". No entanto, Mariana Mortágua sublinhou que é preciso ter "atenção" a um aspecto. "Se este crescimento é fruto de uma estratégia é importante que esse produto seja também aplicado nesse investimento público, nessa distribuição de rendimentos."

A parlamentar acrescentou que, "para ser válido" e "trazer uma confirmação, "tem de se reflectir em investimento público em saúde e educação".

Questionada pelos jornalistas sobre é um contra-senso o facto de a economia estar a crescer à custa das exportações e não graças ao consumo privado, a deputada bloquista recusou essa ideia e sublinhou que o PSD defendia que se se aumentasse o salário mínimo nacional a economia perderia competitividade nas exportações. 




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comentários mais recentes
Anónimo 15.05.2017

Pois é mesmo isso, não se esqueçam dos clientes... é que as eleições estão a chegar e os votos são precisos.
Não fosse os privados a trabalhar e as exportações assim como o turismo e as medidas tomadas para baixar os juros e a camarada cantava menos....

Anónimo 15.05.2017

Os professores trabalham 20 horas por semana e alguns 150 dias no ano. Os médicos e enfermeiros, não falando daqueles que trabalham nos Serviços das Urgências, até se atropelam nos corredores das enfermarias e salas de apoio.

Anónimo 15.05.2017

A Mortágua deveria de saber que a educação e a saúde devia de funcionar melhor com menos dinheiro. Existe um aproveitamento dos medicos, enfermeiros, professores e outras classes ligadas ao sistema, que querem explorar e tirar proveitos da situação fragil do meio, com grandes complicações para todos

Conselheiro de Trump 15.05.2017

Nem mais.Nao pode haver desculpa para o falhanco:governo torto ampliado por canhotos e interlocotado por um Pedro abronhosa(selfie cegueta).Prometo aguentar uns tempos para ver no que da.Embora ja saiba.

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