Conjuntura Bruxelas analisa programas de Estabilidade e de Reformas quando os "receber oficialmente"

Bruxelas analisa programas de Estabilidade e de Reformas quando os "receber oficialmente"

A Comissão Europeia só vai pronunciar-se sobre o Programa de Estabilidade e sobre o Programa Nacional de Reformas depois de os "receber oficialmente", disse hoje um porta-voz do executivo comunitário à Lusa.
Bruxelas analisa programas de Estabilidade e de Reformas quando os "receber oficialmente"
Reuters
Lusa 17 de abril de 2017 às 14:59
"Assim que tivermos recebido oficialmente os documentos, iremos analisá-los cuidadosamente no âmbito dos procedimentos do Semestre Europeu e do Pacto de Estabilidade e Crescimento [PEC]", disse à Lusa um porta-voz da Comissão Europeia.

Na quinta-feira, o Governo aprovou, em Conselho de Ministros, o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reformas, que serão discutidos esta quarta-feira na Assembleia da República e que têm que ser aprovados por Bruxelas.

O ministro das Finanças, Mário Centeno, salientou, em conferência de imprensa após a reunião do executivo, acreditar que o Programa de Estabilidade "não terá nenhuma dificuldade em ser acolhido" por Bruxelas e que cumpre "todos os critérios" exigidos a Portugal.

"A minha expectativa é de que este programa, com o grau de rigor que foi desenhado, não terá nenhuma dificuldade em ser acolhido pela Comissão Europeia [uma vez que] cumpre todas as regras e todos os critérios", afirmou.

Ambos os documentos terão que ser entregues em Bruxelas até final do mês.

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comentários mais recentes
Conselheiro de Trump Há 1 semana

Agradece-se q a analisie esteja em linha com as criticas do Jeroen Dysselbloem para q nao se embandeire em festa um programa ficticio.Mao pesada para os desobebientes,tire-se ilacao do passado.Nao dar beneficios de duvida.portugal ainda esta muito longe de entrar nos TRILHOS e isso prejudica a todos

Anónimo Há 1 semana

pois é dar a reforma as pessoas 40 anos de descontos ja esta muito bem ao vamos trabalhar até morrer é isso que eles querem para nao dar as reformas

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