Economia Cadastro feito há um ano não conseguiu identificar os donos de 20% das terras
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Cadastro feito há um ano não conseguiu identificar os donos de 20% das terras

Na Serra da Penha, em Guimarães, a Câmara e a Universidade do Minho juntaram-se para realizar um cadastro rústico, mas não conseguiram descobrir mais de um quinto dos proprietários. Uma amostra do que deverá acontecer no resto do país e em zonas muito mais difíceis.
Cadastro feito há um ano não conseguiu identificar os donos de 20% das terras
Filomena Lança 31 de julho de 2017 às 23:20

Durante o segundo semestre do ano passado, dois geógrafos muniram-se de GPS e palmilharam os 700 hectares da Serra da Penha, zona de floresta colada a Guimarães. O objectivo era fazer o levantamento cadastral a pedido da câ

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comentários mais recentes
JORGE COSTA 01.08.2017

O cadastro ?? . Para cima da Sertã e em linha com a costa e fronteira não há prédios rurais cadastrados . Só em 2 conselhos um é Gondomar . A falperra é mais que muita inclusivé nas finanças e conservatórias sendo que nas finanças chegam a cobrar 2 x o IMI do mesmo terreno com nomes diferentes . E

Anónimo 01.08.2017

Basta ver nos comentários que interessa a muito boa gente esta terra de ninguém... Por contraste na Alemanha mesmo depois de ter sido devastada pela guerra ainda existem os registos automóveis das matrículas emitidas em 1920. É esta a diferença de um povo calão e de um organizado...

Anónimo 01.08.2017

Os governantes deviam era preocupar-se em combater a gatunagem dos incendios. Mas só querem chupeta, agora vem com este projecto para rapinarem as pobres proprietários, que estão completamente descapitalizados sem qualquer possibilidade de investir, pois as suas parcelas já foram várias vezes destruidas pela gatunagem dos incêndios. O Staline era mais sério.

LMB 01.08.2017

A dificuldade do processo cadastral é real, mas não é por isso que o processo possa ser travado ou abandonado. Ele é FUNDAMENTAL para o que quer que se decida fazer em prol da floresta. O que não compreendo é as razões que levam toda a gente - governo, autarquias, produtores, etc. - a não interrogarem sobre as experiências cadastrais, efectuada em pelo menos em dois concelhos (Seia e Oliveira do Hospital), há cerca de dois anos. Os proprietários gastaram muito tempo e dinheiro a identificar as suas parcelas, com entrega de documentação oficial, levantamento topográfico com recurso a meios informáticos e colocando novos marcos no terreno para, no fim, NADA ACONTECER.
Já agora, do que me consta, foi entre os maiores proprietários que se verificou o maior desinteresse pelo processo, não inscrevendo as suas propriedades; será que tinham informação privilegiada de que o processo ia para o lixo?
Quanto custou ao Estado e aos proprietários esse desperdício?
E NINGUEM se questiona?

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