Economia Caldeira Cabral e a "maldição" da Horta Seca: "não sou supersticioso"

Caldeira Cabral e a "maldição" da Horta Seca: "não sou supersticioso"

Manuel Caldeira Cabral desvaloriza o facto de nenhum ministro da Economia ter conseguido cumprir uma legislatura e diz que o seu peso político resulta do trabalho que tem desenvolvido com as empresas.
Rosário Lira Celso Filipe 22 de Outubro de 2016 às 21:00
Até agora nenhum ministro da Economia independente conseguiu concluir uma legislatura. Será que Manuel Caldeira Cabral vai conseguir vencer a "maldição" da Horta Seca, o palácio que alberga o Ministério da Economia.

Manuel Caldeira Cabral, na Conversa Capital, um espaço de entrevista conjunto entre o Negócios e a Antena 1, desvaloriza esta "maldição". "Estou habituado a ver as estatísticas do futebol, e muitas vezes nunca esta equipa venceu aqui ou acolá e depois é a surpresa e vence e, outras vezes, estatisticamente, sabe-se quem é a favorita, mas só no fim do jogo se sabe quem ganha. É uma questão que não me preocupa. Preocupa-me fazer bem o meu trabalho, articular bem o meu trabalho com outros ministérios e temos tido uma articulação muito interessante com as Finanças".

O prognóstico de Marques Mendes, o qual adiantou que Caldeira Cabral iria ser remodelado, merece uma resposta redonda: "não comento comentários de um comentador ligado ao PSD". 

O ministro da Economia, confrontado com o facto de ter pouco peso político, reagiu assim: "acho que essa discussão é uma discussão estéril, que pouco interessa aos empresários. Se calhar é uma discussão muito dos arredores de São Bento, da Assembleia [da República], e muito pouco do país real. Se essas pessoas conseguirem ir mais ao Norte e se se encontrarem com sectores, como ontem estive com o sector têxtil, ou do vestuário, ou se forem a outras regiões do Centro e do Sul do país, onde se está desenvolver a actividade económica, vão ver outra conversa. O que temos trabalhado é com as empresas. E as empresas sentem um apoio grande no Ministério da Economia e sentem que está a ser feito trabalho na área do financiamento e da capitalização, que é importante e relevante". 

Na entrevista ao Negócios e à Antena 1, que pode ler na íntegra na edição impressa de segunda-feira, 24 de Outubro, Manuel Caldeira Cabral passa em revista temas como o investimento privado, a legislação laboral, a criação de um veículo para recuperar empresas, a banca e a carga fiscal.



A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana


Um governo de ladrões

PS - PCP - BE -- ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Asneiras atrás de asneiras… roubos atrás de roubos!


EU TAMBEM RESPONDO Há 1 semana

OH MEIA LECA: GANDA NOIA!

Anónimo Há 1 semana

Cala-te homem não vales um chavo , como todos neste governo que é dirigido pelo PCP e BE , até o ministro da educação é Mario Nogueira http://ionline.sapo.pt/artigo/531502/o-eclipse-de-mario-nogueira-?seccao=Portugal_i
Pobres Tugas!!!

Anónimo Há 1 semana

Como foi possivel marques mendes sacar este ministro dum magote de 18 mais 1 que sao todos medidos pelo mesmo tamanho e peso?Opiniao pessoal a peixorca(ministra do mar)e de longe o pior ministerio deste governo,so imperra.Gostava de ver um de peso,nao consigo.

ver mais comentários
pub
pub
pub
pub