Função Pública Câmaras têm todo o poder na admissão de precários
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Câmaras têm todo o poder na admissão de precários

As autarquias terão margem de manobra para escolher decidir concursos de admissão de precários. Sindicatos alertam para eventuais “arbitrariedades”. Governo responde que se alguém ficar de fora pode sempre recorrer.
Câmaras têm todo o poder na admissão de precários
Miguel Baltazar/Negócios
Catarina Almeida Pereira 10 de janeiro de 2018 às 22:20

O Governo confirmou esta quinta-feira aos sindicatos que não será necessária qualquer portaria para adaptar o programa de regularização de precários às autarquias, ao contrário do que chegou a

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mais votado Anónimo 11.01.2018

As cidades dos EUA que faliram concederam aos sindicatos de várias classes profissionais do município o equivalente ao que as regras laborais no país da constituição do PREC oferece como direito adquirido a toda e gente. Por isso acabaram por falir como só os tolinhos sabem fazer e defendem. Mas depois, e há sempre um antes e um depois, cortaram forte nos privilégios irrealistas que antes tinham tido a audácia de má memória de conceder. Da polícia aos bombeiros passando pelos serviços administrativos da câmara municipal, ninguém ficou sem corte de salário, bónus e pensões de reforma e os despedimentos também andaram na ordem do dia que os colaboradores eram mais do que aquilo que a procura e a tecnologia existente podiam justificar. Outras cidades, antes mesmo de falirem, perderam a tolice e começaram a ganhar juizinho seguindo o exemplo da reestruturação de Detroit ou Vallejo (cortes nas generosas pensões e nos efectivos em excesso). E é por isso que a coisa ficou resolvida por ali.

comentários mais recentes
Anónimo 11.01.2018

As Câmaras metem os boys, os filhos os enteados, os
primos, etc.Depoiis esta tralha entra na AP por mobilidade ou concurso interno , pois este PS deixou a porta de entrada escancarada, coisa que não acontecia no governo anterior.

Camponio da beira 11.01.2018

As camaras são mais eficazes a criar emprego que os centros de emprego. A gente entra é só gajas boas. E nem se queixam de assédio. As feitas não são inteligentes suficientes para arranjar trabalho.

Anónimo 11.01.2018

De precário a excedentário é um ápice. A tecnologia não pára e as forças de mercado também não.

Anónimo 11.01.2018

Quando a República Portuguesa estiver novamente à beira da falência e estes precários forem todos definitivos cheios de direitos adquiridos, blindados à prova de mercado ou de oferta e de procura e de inovação ou avanço tecnológico, é que se apercebem do erro. Mas já vai ser tarde.

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