Finanças Públicas Campos e Cunha: "Não vi nenhum português preocupado com a queda do investimento público”
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Campos e Cunha: "Não vi nenhum português preocupado com a queda do investimento público”

"Se não tivesse havido notícias, dá-me ideia de que ninguém notava que o Governo tinha cortado no investimento público," afirma o antigo ministro das Finanças de José Sócrates.
Nuno Aguiar Rosário Lira 08 de outubro de 2017 às 19:40

Teve durante quatro meses a pasta de Mário Centeno. Como avalia até agora o trabalho do ministro das Finanças?
Julgo que o resultado tem sido bastante positivo. Os resultados estão à vista,

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comentários mais recentes
Jorge Há 1 semana

Alto lá, ó cavalheiro! O Sr não está mandatado para falar em meu nome, O.K.?

Não há dinheiro, não há palhaços Há 2 semanas

Investimento para quê? É preciso é meter mais gente na Função Publica, que esse votos são garantidos... E quando se notar que está tudo a cair de podre, já não vão ser estes que lá estão e virão de novo os malvados do costume impor a "austeridade". Já vimos este filme.

Pinto Há 2 semanas

Claro que não há preocupação: o governo é de esquerda...Se um governo de direita tivesse cortado TANTO no investimento como este cortou, eram manifestações e paralisações todos os dias. Mas quem precisa de investir no futuro se o presente é tão bom? Tão cor-de-rosa? Acabou a austeridade, lembram-se? Somos todos ricos de repente. Até dá para meter mais gente na Função Publica, essa gente que tanto sofreu com a crise, perderam o emprego aos milhares e muitos tiveram que emigrar. E os da iniciativa privada que perderam o emprego arranjaram já todos lugar em hostels e a servir pasteis de bacalhau com queijo da serra a camones embasbacados (que á primeira oportunidade vão passear para outro sitio).... Por falar nisso, sai mais uma sangria para a mesa do canto! Siga o circo. Para já, ainda há palhaços.

António Há 2 semanas

Mas entre 2011 e 2015 houve investimento público?
É que eu também não dei conta.
Vi algum pouco em 2016 e mais algum também em 2017, com ajuda das eleições autárquicas.
Por isso ainda bem que se cortou aquilo que não existia, mas que pelos vistos custou milhares de milhões.

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