Conjuntura Campos e Cunha: "O Tribunal Constitucional salvou a economia”
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Campos e Cunha: "O Tribunal Constitucional salvou a economia”

Campos e Cunha considera que as decisões do Tribunal Constitucional ajudaram a economia a recuperar e acabaram por salvar o próprio Governo. Sem elas, a recessão teria sido mais prolongada.
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Nuno Aguiar Rosário Lira 08 de outubro de 2017 às 18:15

O professor de Economia da Universidade Nova reconhece alguns méritos na reforma laboral do Governo anterior e a necessidade de restabelecer a credibilidade externa do país, mas critica a forma como fez afundar a confiança dos

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mais votado JCG Há 2 semanas

Este fulano é completamente irrelevante em termos de pensamento e análise económica. O problema é que lhe dão tempo de antena e aí o tipo torna-se perigoso, por que irresponsável. Nesta entrevista vi-o e ouvi-o dizer que o défice do estado ia ser bom, talvez entre 1 e 1,5% o que ia permitir uma forte redução da pública, não realçando que falava de dívida pública em % do PIB. Para além da imprecisão e da confusão há, no meu entender, um défice de rigor conceptual e analítico: quando uma dívida pública atinge o montante absoluto e relativo da portuguesa, a evidência e a pertinência não está em focar as suas ligeiras variações % face ao PIB: a urgência está em começar e reduzi-la no seu montante e isto só é possível se houver saldo global da conta do Estado POSITIVO. Qualquer défice, mesmo de só 1%, implica aumento da dívida (em euros). A narrativa do Cunha na esteira da produzida por outros figurões gera falsas e irresponsáveis expectativas e reivindicações.

comentários mais recentes
ahah Há 1 semana

Quando me quero rir, leio os "comentários" do pertinaz e fico logo bem disposto. Agora foi a esquerda que boicotou as medidas do governo paf nomeadamente no sns...ahahaheheheh...

ricky Há 2 semanas

Não é verdade, temos o caso dos reformados do ML onde apesar de terem descontado durante mais de 4 decadas e de descontarem também uma percentagem extra para um fundo de pensões levaram com cortes de +60% do valor das suas reformas, isto com o aval incompetente do TC.

pertinaz Há 2 semanas

SÓ TONTICES.. QUEM AFUNDOU A CONFIANÇA DOS PORTUGUESES FOI A ESCUMALHA DE ESQUERDA QUE BOICOTOU NA RUA TODAS AS MEDIDAS QUE FORAM TOMADAS...

VEJA-SE O ESTADO EM QUE ESTÁ O SNS AGORA, MUITÍSSIMO PIOR QUE DURANTE A TROIKA E NINGUÉM SE QUEIXA...!!!

JCG Há 2 semanas

Este fulano é completamente irrelevante em termos de pensamento e análise económica. O problema é que lhe dão tempo de antena e aí o tipo torna-se perigoso, por que irresponsável. Nesta entrevista vi-o e ouvi-o dizer que o défice do estado ia ser bom, talvez entre 1 e 1,5% o que ia permitir uma forte redução da pública, não realçando que falava de dívida pública em % do PIB. Para além da imprecisão e da confusão há, no meu entender, um défice de rigor conceptual e analítico: quando uma dívida pública atinge o montante absoluto e relativo da portuguesa, a evidência e a pertinência não está em focar as suas ligeiras variações % face ao PIB: a urgência está em começar e reduzi-la no seu montante e isto só é possível se houver saldo global da conta do Estado POSITIVO. Qualquer défice, mesmo de só 1%, implica aumento da dívida (em euros). A narrativa do Cunha na esteira da produzida por outros figurões gera falsas e irresponsáveis expectativas e reivindicações.

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