Economia Campos e Cunha acumula salário do Estado com meia pensão do BdP

Campos e Cunha acumula salário do Estado com meia pensão do BdP

O professor da Universidade de Economia da Nova pediu um parecer técnico para acumular as duas fontes de rendimento
Negócios 08 de Maio de 2012 às 11:01
Luís Campos e Cunha, ex-ministro de Estado e das Finanças do primeiro governo Sócrates, acumula meia pensão do Banco de Portugal, de onde se reformou aos 45 anos, com o vencimento de docente da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, noticia o “i”.

Em declarações ao jornal, o economista explicou que o decreto-lei que impede a acumulação de vencimentos com pensões era omisso relativamente ao caso de pessoas que recebiam apenas meia pensão e que por isso pediu um parecer técnico a fim de poder acumular as duas fontes de receita. “De qualquer forma”, acrescentou, “quando me reformar de professor apenas receberei meia pensão da Caixa Geral de Aposentações. Os restantes 50% irão para o Fundo de Pensões do Banco de Portugal”.

O ex-governante explicou também que é presidente da SEDES, Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, a título gratuito, o mesmo acontecendo no Centro Cultural de Belém.

A acumulação de pensões com salários públicos passou a ser proibida desde 1 de Janeiro de 2011, no âmbito da entrada em vigor das medidas de redução da despesa previstas no Programa de Estabilidade e Crescimento para 2010-13.



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horacio 09.07.2012

Sr. Professor Universitário Campos Cunha:
Alguns portugueses perceberam que não quis pactuar com as irresponsabilidades do ex-primeiro ministro e se demitiu do governo, aplaudimos.
já no que toca a acumular receitas aí não poderemos estar de acordo senão vejamos:
o comum dos mortais só se pode reformar a partir dos 65 anos e só pode ter 1 reforma.
a classe politica pode:
reformar-se ou reformava-se com 2 mandatos seguidos ou três, ou aos 45 anos
e pode acumular reformas.
Com estes benefícios em relação ao comum dos mortais não seria mais justo pagar a crise quem pode??
Sr. Professor é muito diferente ter uma receita mensal de 12 mil ou superior e ficar sem 50% dois meses no ano do que quem se tem de governar com 1000 euros mês. é que os bens alimentares não tem preço diferente consoante os rendimentos de quem os compra.
Isso seria possível acontecer naqueles países NÓRDICOS "fascistas" em que uma multa de transito é paga consoante os rendimentos que usufrui.
As revoltas ao longo da história deram-se precisamente por comportamentos iguais aos actuais.
OS NOSSOS POLÍTICOS TERÃO DE DEIXAR AS FOLHAS DE EXCEL E COMEÇAREM A PENSAR QUE AUMENTO DE IMPOSTOS NÃO É DIRECTAMENTE PROPORCIONAL A AUMENTO DE RECEITAS.

ACULPANÃOÈDOSPOLITICOS!!! 08.05.2012

Este Sr Prof merece-nos muito respeito pela elegância, consistência e ética como tem defendido as suas posições, particularmente,aquando do TGV, PPPs, etc.
Mas, tal como agora acontece,também, relativamente à possibilidade de haver proibição ou não de candidatura de autarcas que tenham esgotado os 3 mandatos, poderem fazê-lo em Municípios diferentes, permanece essa Ambiguidade e já se vê aí uns Dinossauros que levaram isto ao caos, a acotevelarem-se, com o sacrificío das suas vidas pessoais,claro, para se posicionarem para a partida.O Presidente Jorge Sampaio disse: essa questão poderá ser esclarecida em 15 dias na A. da República,se houver vontade política!!! O País espera sentado!
Depois não se diga que não são os políticos, os maiores responsáveis pela BANCARROTA a que se chegou!

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