Economia Capital está nos sítios errados: muitos prédios e poucas máquinas
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Capital está nos sítios errados: muitos prédios e poucas máquinas

Nenhum país do euro tem tanto capital em edifícios. Em Portugal, o capital é escasso e tem presença fraca nas categorias mais rentáveis, o que é um obstáculo à produtividade dos trabalhadores, diz o BdP.
Capital está nos sítios errados: muitos prédios e poucas máquinas
Bruno Simão/Negócios
Nuno Aguiar 09 de maio de 2017 às 00:01

Capital. Em Portugal é escasso e está nos sítios errados. Uma análise feita pelo Banco de Portugal (BdP) mostra que, entre as 19 economias da moeda única, a portuguesa é aquela que tem maior percentagem do capital )

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mais votado Anónimo 08.05.2017

O maior processo de substituição de factor produtivo trabalho por factor produtivo capital da história da humanidade está-se a dar no mundo desenvolvido. Certos países podem, artificialmente, de modo fantasioso e inconsequente, atrasá-lo temporariamente a nível interno decretando aumentos salariais muito acima do preço de mercado e instituindo arranjos laborais intocáveis para toda a vida. A consequência disso será o aumento insuportável do endividamento excessivo e da carga tributária, que incidirão negativamente sobre o nível e qualidade de vida de toda ou uma grande parte da população adulta actual e futura, elevando o atraso e os níveis de iniquidade e insustentabilidade nesses países para patamares indecorosos dignos dos Estados falhados do chamado Terceiro Mundo.

comentários mais recentes
Anónimo 09.05.2017

Os salários ou o custo do trabalho em Portugal são mais reduzidos do que noutras economias mais ricas e desenvolvidas do que a portuguesa, mas o que se passa é que as empresas gozam de economias de escala que as empresas portuguesas só atingiriam se se internacionalizassem. E o que é facto é que muito raramente isso acontece porque sindicatos e esquerda não deixam que se reúnam as condições para que tal aconteça. Por outro lado, e não menos importante, há que salientar que o sector empresarial dessas economias mais ricas e desenvolvidas tem uma muito maior alocação de capital com grande incorporação de tecnologia de ponta, económica e eficiente, que poupa enormemente em factor trabalho. Uma coisa é ter 200 assalariados a ganhar 1000 outra é ter 50 a ganhar 2000 para produzir o dobro do que se consegue produzir empregando os primeiros.

Anónimo 09.05.2017

Em países que se deixaram capturar por uma cultura desonesta, onde o mais desonesto vence, e provinciana, pouco atenta à realidade global e à modernidade tal como ela lhes chega do mundo mais desenvolvido, com leis atrasadas, estupidamente redigidas e permissivas a todos os abusos e abusadores, o sindicalismo de compadrio é capaz de pôr o ofertante de factor trabalho com zero procura de mercado na economia, chamemos-lhe o vendedor de areia no deserto, a viver tão ou mais confortavelmente do que o ofertante de factor trabalho com muita procura de mercado nessa mesma economia, chamemos-lhe o vendedor de água no deserto. E é claro, uma economia assim empobrece. Com o capitalismo de compadrio acontece algo muito semelhante. A banca de retalho, feita de banqueiros, bancários e políticos permissivos à falta de ética, seriedade e bom senso, é um exemplo disso mesmo.

Anónimo 09.05.2017

Portugal precisa de atacar ferozmente o capital, o investimento estrangeiro e defender ainda mais o direito ao trabalho excedentário de carreira. Portugal precisa transformar-se numa pequena Venezuela de Chavez e Maduro o quanto antes.

Anónimo 09.05.2017

Muito sobreemprego caro, desnecessário e injustificável e pouco capital com grande incorporação de tecnologia económica e eficiente que poupe nesse factor trabalho e faça disparar a produtividade e a criação de valor para níveis superiores. O oposto das economias verdadeiramente desenvolvidas.

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