Angola Caso Portugal-Angola: "muitas das declarações são feitas para consumo interno"

Caso Portugal-Angola: "muitas das declarações são feitas para consumo interno"

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal Angola, João Traça, diz que muita da polémica que existe entre os dois países é para consumo interno.
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Celso Filipe Rosário Lira 21 de janeiro de 2018 às 12:00

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola, João Traça, vê nas ameaças de Angola a Portugal - na sequência do caso que envolve Manuel Vicente - uma estratégia comunicacional.

 

"Muitas das declarações são feitas para consumo interno, tanto em Angola como em Portugal. Temos de ser capazes de ver as  declarações públicas como parte de uma estratégia de comunicação que, em muitas ocasiões, acaba por dificultar a vida da diplomacia", sublinha João Traça.

 

O antigo vice-presidente de Angola é acusado de ter corrompido o procurador português Orlando Figueira, sendo que o julgamento começa esta segunda-feira, 22 de Janeiro.

Na Conversa Capital, espaço de entrevista conjunto do Negócios e Antena 1, João Traça admite no entanto que para chegar a este ponto alguma coisa falhou no relacionamento diplomático entre os dois países e considera que é preciso coragem para admitir isso.

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola acredita que nos bastidores alguma coisa tem de estar a ser feita.




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comentários mais recentes
General Ciresp 21.01.2018

O presidente angolano e exactamente a parte oposta do gana(po)d.branca,enquanto q o metropolitano so ve sol,o africano nao larga o guarda chuva da mao.No caso que envolve os 2 paises acho q o africano tem razao,uma vez q nao foi ele q inventou essa MERDA da IMUNIDADE

Ciifrão 21.01.2018

Em Angola a população deve ser muito pouco alfabetizada, tudo o que os jornais noticiarem suponho seja para o circulo próximo do poder. O resto da população vive de esquemas precários, do poder deve espreitar o caixote do lixo, a ver se cai alguma coisa ainda com valor.

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