Política CDS-PP não vê "nenhum virar de página na austeridade"

CDS-PP não vê "nenhum virar de página na austeridade"

A presidente do CDS-PP considerou hoje que "não houve nenhum virar de página na austeridade", dizendo estar preocupada em saber como é que o Governo chegou à redução do défice conhecida na sexta-feira.
CDS-PP não vê "nenhum virar de página na austeridade"
Bruno Simão
Lusa 26 de agosto de 2017 às 14:22

À margem de uma ação de pré-campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 1 de outubro, na freguesia lisboeta da Ajuda, Assunção Cristas falou aos jornalistas sobre a anunciada redução do défice, que totalizou 3.763 milhões de euros até julho, um recuo de 1.153 milhões de euros face a 2016, segundo o Ministério das Finanças.

 

De acordo com o Governo, "a evolução do défice resultou do aumento expressivo da receita de 3,2% e de um acréscimo da despesa de 0,5%", e o "excedente primário ascendeu a 1.726 milhões de euros, aumentando 1.377 milhões de euros".

 

"Por via indireta, todos nós estamos a pagar muitíssimos impostos e, na nossa avaliação, não houve nenhum virar de página na austeridade", reagiu a presidente do CDS-PP.

 

"Este governo teve sempre uma política de austeridade à esquerda, tirou com uma mão, deu com a outra, redistribuiu as coisas, mas, na verdade, não teve uma política significativa de impulso à atividade económica através de uma melhor competitividade fiscal", considera, criticando a "arrecadação muito grande de impostos" para famílias e empresas e recordando as propostas do CDS-PP para diminuir carga fiscal.

 

"O que eu gostaria de ver era uma baixa significativa de impostos, desde logo para as empresas, para podermos ter atividade económica mais significativa", contrapôs.

"Vejo sempre com bons olhos quando há uma melhoria do défice", assumiu, logo assinalando: "Preocupa-me saber como chegámos a esse défice."

 

Assunção Cristas contabiliza "mil milhões de euros" em "cortes cegos" nos serviços públicos, nomeadamente educação, saúde e transportes, atribuídos ao atual Governo do PS, apoiado por BE e PCP.

 

"Preocupa-me que haja uma dívida pública imensa e que continua a não diminuir de forma significativa", referiu Cristas.

 

Segundo dados do Banco de Portugal divulgados a 22 de agosto, a dívida pública aumentou até junho, para os 132,4% do Produto Interno Bruto (PIB), acima dos 130,5% registados no primeiro trimestre e dos 130,3% verificados no final de 2016.

 

"Quando as receitas aumentam, normalmente ou houve aumento de impostos, ou houve uma extraordinária melhoria da atividade económica", observa Cristas, criticando a "enorme falta de transparência" do Governo em 2016 e antecipando para 2017 "cortes, cativações e outras formas de congelar despesa".




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mais votado Anónimo 26.08.2017

Pois! isso já nós sabemos todos... mas idéias novas, onde estão? qual é o vosso projecto para o país? o que propôem? pois é... aí é que é uma chatice... dizer o que está mal? facílimo, até eu digo! Agora dizer o que diz? quando lá esteve fez exactamente o contrário, lembra-se?

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bazanga 26.08.2017

Percebo. Agora sem o tacho como ela poderia dizer que a realidade é menos austera?

General Ciresp 26.08.2017

Sera q 1 pais tao CARENCIADO como o nosso tem necessidade de ter 1 governo de 18 ministros e 49 secretarios de estado so para virem falar em pensoes,precarios,descongelamento de carreiras,em suma so funcao publica.Depois vem com a tactica de fazer notic.empolad para abafarem o resto(muito) da miseri

Coitada ! tão nova e já com miopia 26.08.2017

tão avançada. Pobre Crista "murcha" se ela não consegue ver o País, como irá ela enxergar a Cama (camara) CML. Sugiro que 1º tente curar a miopia, indo a banhos pró ??????? depois, e se sentir curada deve entrar num convento fazendo voto de silêncio, pelo menos durante 100 anos. Ainda mexe ?

Anónimo 26.08.2017

Pois! isso já nós sabemos todos... mas idéias novas, onde estão? qual é o vosso projecto para o país? o que propôem? pois é... aí é que é uma chatice... dizer o que está mal? facílimo, até eu digo! Agora dizer o que diz? quando lá esteve fez exactamente o contrário, lembra-se?

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