Impostos CDS-PP propõe "crédito fiscal" em investimento reprodutivo

CDS-PP propõe "crédito fiscal" em investimento reprodutivo

A medida destina-se a responder ao que o CDS considera "o maior problema da economia portuguesa: a falta de investimento". "São precisas medidas para travar a sangria de investimento", argumentou o deputado Mota Soares.
CDS-PP propõe "crédito fiscal" em investimento reprodutivo
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 04 de Outubro de 2016 às 07:42

O CDS-PP vai apresentar uma proposta para um "crédito fiscal ao investimento", através de uma "dedução à coleta de IRC de 25% de despesas de investimento" que seja "reprodutivo", disse à Lusa o deputado Pedro Mota Soares.

 

"Em sede de Orçamento do Estado, o CDS vai propor uma dedução à colecta de IRC de 25% das despesas de investimento, com um limite de 75% da colecta de IRC", afirmou Mota Soares, que apresenta a medida hoje em conferência de imprensa, no parlamento.

 

Sublinhando tratar-se de "activos reprodutivos, ou seja, investimento que ajude as empresas a produzir mais", o dirigente e deputado centrista afirmou que, dentro desta definição, "carros para administração, por exemplo, não contam".

 

A medida destina-se a responder ao que o CDS considera "o maior problema da economia portuguesa: a falta de investimento".

 

"São precisas medidas para travar a sangria de investimento", argumentou.

 

O CDS-PP vai, até à apresentação do Orçamento do Estado para 2017, apresentar uma proposta por semana.

 

"Todas as semanas o Governo apresenta um imposto novo, o CDS quer todas as semanas presentar uma medida para a economia", afirmou o ex-ministro do anterior executivo PSD/CDS.




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comentários mais recentes
14:25 Tanto sofrimento aflige 04.10.2016

Faz assim suicida-te não sofras mais, outra coisa não vás a Hospitais públicos.

lol 04.10.2016

Não há dinheiro seu fascista, o dinheiro dos contribuintes não te pertençe.

Anónimo 04.10.2016


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO


400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco das pensões da CGA.

Anónimo 04.10.2016


Comemorações Oficiais

FP – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO


AS PENSÕES DOURADAS DA CGA

As reformas mais antigas são as mais elevadas porque tiveram fórmulas mais favoráveis.
São também aquelas em que as pessoas se reformaram/aposentaram com menos idade.
Por isso devem ter os maiores cortes.

Ex: Muitas pessoas reformaram-se/aposentaram-se com 36 anos de descontos e 54 de idade.
Ou seja, muitas dessas pessoas vão estar mais anos a receber a pensão, do que os anos que trabalharam e descontaram.
Basta que vivam até depois dos 90 anos, o que se verifica com cada vez mais pessoas.

Pergunta: Estas pessoas fizeram descontos suficientes para terem a pensão que recebem?

Resposta: Não, nem para metade.

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