Orçamento do Estado Centeno: "Eu não discuto com Bruxelas pensões, impostos na classe média ou na classe alta"

Centeno: "Eu não discuto com Bruxelas pensões, impostos na classe média ou na classe alta"

O ministro das Finanças avalia as negociações com Bruxelas e com os parceiros de coligação em entrevista ao Negócios a publicar segunda-feira.

"Eu não discuto com Bruxelas pensões, impostos na classe média ou na classe alta nem se há mais subsídios ou menos subsídios", afirma Mário Centeno numa entrevista em que explica e justifica as principais opções do seu segundo Orçamento do Estado, e perspectiva as negociações interna e externa que se seguem.

Com a Comissão Europeia recusa falar de políticas, mas apenas de objectivos e metas. "Com Bruxelas nós discutimos objectivos e estes nem sequer decorrem do processo de sanções" a que Portugal ainda está sujeito. São regras e códigos que cumpre, respeitando o que o que descreve como um "procedimento algorítmico".

Na entrevista a publicar segunda-feira, o responsável pela pasta das Finanças revela ainda que a relação com Bruxelas melhorou desde o último orçamento, que nestes meses enfrentou muitos preconceitos e que vive bem num mundo com restrições orçamentais.




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mais votado Álvaro Há 2 semanas



PS - PCP - BE -- FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


Novas pensões mínimas serão sujeitas a prova de rendimento...

para se gastar mais dinheiros com os subsídios às pensões douradas da CGA.


(As pensões da CGA são subsidiadas em 500€, 1000€, 1500€ e mais, por mês.

Estas pensões sim, devem ser sujeitas a condição de recursos.

E não as mínimas.)



comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

Uma leitura cega do princípio da confiança implica, nos dias que correm, violar outros princípios: a justiça e a equidade inter-geracional.

Coloquem-se na pele de um trabalhador no activo: por que razão deve aceitar pagar pensões elevadas quando no seu tempo terá, na melhor das hipóteses, apenas uma reforma de sobrevivência?

Porque deve aceitar hoje sacrifícios extra, quando os pensionistas recusam toda e qualquer mudança?

Os pensionistas representam uma das camadas mais vulneráveis da população e, por isso, devem ser protegidos.
Porém, não são uma realidade homogénea.

Há pensionista que podem e devem dar um contributo mais significativo para ajudar a ultrapassar a crise financeira e económica.

É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E MORAL.

Anónimo Há 2 semanas

Pois não discute. Bruxelas impõe um ajustamento estrutural maior que o esperado e lá vão as classes média e alta suportá-lo na vergonha da sobretaxa, em que o Governo deu o dito por não dito.

Arierom Sevla Há 2 semanas

Eis quando um imbecil incompetente, ao abrir a boca, se torna num competente cretino, por excelência!...

Abílio Félix Há 2 semanas

Pois é trama-se a classe média sem qualquer discussão, até porque é a que está à mão e sempre têm a desculpa de que estão a poupar os mais pobres e rende mais.

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