Política Com Macron, mutualização da dívida fica na gaveta
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Com Macron, mutualização da dívida fica na gaveta

A Zona Euro deve criar incentivos para premiar os reformistas. Mas, diferentemente do governo Costa, Emmanuel Macron afasta em absoluto partilhar encargos com a dívida pública acumulada.
Com Macron, mutualização da dívida fica na gaveta
Reuters
Eva Gaspar 09 de maio de 2017 às 00:01

Se eu pudesse votar em França, provavelmente votaria Macron". Estávamos em Abril, ainda em vésperas da primeira volta das presidenciais francesas, e o voto de simpatia de Wolfgang Schäuble, o todo-poderoso ministro alemã

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mais votado Anónimo 08.05.2017

O efeito Macron passa por expurgar a economia e a sociedade de todo o emprego fictício, injustificável ou puramente obsoleto que as flagela e gera profundíssimas crises de equidade e sustentabilidade. Isso implicará flexibilizar o mercado laboral na sua totalidade e alterar os modelos de financiamento dos esquemas piramidais de prestações sociais dos Estados de Bem-Estar Social. Até lá não há efeito Macron. Só o efeito da crise que se acumula e agrava a cada manifestação sindical, a cada mentira veiculada pela pseudo-intelectualidade da esquerda ortodoxa, a cada política keynesiana despesista para comprar votos aos beneficiários dessa crise que se acumula e agrava a cada dia que passa.

comentários mais recentes
Até que a gaveta leve... 09.05.2017

Será que é este que vai descobrir a fórmula mágica que os socialistas não conseguiram descobrir? A saber, será possível pôr a Humanidade a viver à sombra de uma máquina de fazer notas? Cada cidadão ficaria com uma máquina de fazer notas e não precisa de trabalhar! Mas quem faz a máquina??

surpreso 08.05.2017

Não estivesse Draghi a safar a sua Itália e a Europa estaria com mais pedalada

AAAA 08.05.2017

OU SEJA, MACRON É SÓ FOGO DE VISTA. O ESSENCIAL NÃO MUDARÁ. MAIS DO MESMO, COM MUDANÇAS DE COSMÉTICA. A UE TERMINOU, É UMA QUESTÃO DE TEMPO.

Anónimo 08.05.2017

Nenhum Estado do mundo desenvolvido vai à falência, nem nenhuma economia avançada perde irremediavelmente competitividade, se despedir excedentários, flexibilizar as regras laborais para o sector público e privado e atribuir um Rendimento Mínimo a cada um. O mercado encarregar-se-à de elevar os padrões de vida acima do nível mínimo a quem fizer por merecê-lo.

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