Política Conselho Económico e Social enaltece diálogo promovido por Presidente da República

Conselho Económico e Social enaltece diálogo promovido por Presidente da República

O novo presidente do Conselho Económico e Social (CES) enalteceu o diálogo promovido pelo Presidente da República por ser uma oportunidade para entendimentos, que nos dias de hoje são ainda de maior importância.
Conselho Económico e Social enaltece diálogo promovido por Presidente da República
Pedro Elias/Negócios
Lusa 14 de Novembro de 2016 às 14:01

"Não podia encontrar no Presidente mais apoio para os projectos e as intenções que o CES certamente apresentará ao público para acções de debate sobre pontos importantes na vida política portuguesa", afirmou Correia de Campos, depois de ter sido recebido em Belém por Marcelo Rebelo de Sousa, que reservou o dia para receber os parceiros sociais e ouvir as suas opiniões sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2017.

 

Correia de Campos, aos jornalistas, classificou como "muito estimulante" a troca de impressões com o Presidente da República, depois de enaltecer a importância do CES no aconselhamento das "peças legislativas e orçamentais" mais importantes.

 

"Isto [o diálogo e aconselhamento do CES] é tão mais importante quando sabemos muito pouco do que vai acontecer nos tempos mais próximos na Europa e fora da Europa, e temos de aproveitar esta descompressão e esta capacidade de pôr toda a gente a conversar de forma produtiva, para dar passos e avançar na concertação", concluiu o presidente do CES, numa declaração aos jornalistas sem direito a perguntas.

 

No seu projecto de parecer sobre a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2017, a que agência Lusa teve acesso, o CES defendeu a necessidade de medidas para aumentar a receita do Estado, mas que não prejudiquem a actividade económica, e para promover a justiça fiscal.

 

Na sexta-feira, questionado sobre os encontros de hoje, o Presidente da República disse esperar "receptividade por parte dos parceiros patronais e laborais" para que haja "um entendimento, pequeno que fosse, a médio prazo", para o país.




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