União Europeia Conservadores não querem May nas próximas eleições. Boris Johnson é o preferido

Conservadores não querem May nas próximas eleições. Boris Johnson é o preferido

Uma sondagem realizada junto de membros do Partido Conservador mostra que a maioria não quer Theresa May nas próximas eleições. 38% defende que a governante deve renunciar depois do Brexit.
Conservadores não querem May nas próximas eleições. Boris Johnson é o preferido
Reuters
Rita Faria 29 de setembro de 2017 às 07:48

Os membros do Partido Conservador de Theresa May, no Reino Unido, não querem que a primeira-ministra concorra às próximas eleições legislativas e apontam Boris Johnson, actual ministro dos Negócios Estrangeiros, como o homem certo para liderar os "tories".

Uma sondagem YouGov/Times realizada junto de membros dos conservadores mostra que 13% defende que a primeira-ministra deve abandonar o cargo no próximo ano, 38% acredita que deveria esperar até à saída do país da União Europeia – marcada para Março de 2019 – e outros 13% defende a sua renúncia antes das eleições legislativas de 2022.

De acordo com a sondagem, publicada esta sexta-feira, 29 de Setembro, pelo The Times, apenas 29% dos conservadores consideram que Theresa May deveria entrar na corrida às próximas eleições.

Para suceder à actual líder do Executivo britânico, a escolha mais consensual entre os conservadores é Boris Johnson, apontado por 23% dos inquiridos. Em segundo lugar surge Ruth Davidson, líder do Partido Escocês Conservador, com 19%, e em terceiro, o deputado Jacob Rees-Mogg, com 17%.

David Davis, o governante britânico responsável pelas negociações do Brexit com Bruxelas, arrecada apenas 11% das preferências.

Em Junho, nas eleições antecipadas pela primeira-ministra Theresa May, o Partido Conservador conseguiu 318 assentos, quando o objectivo da governante era reforçar o seu mandato com a obtenção de pelo menos 326 lugares na Câmara dos Comuns, os necessários para garantir a maioria absoluta. Não foi o que aconteceu, mas a primeira-ministra não se demitiu, apesar de sair fragilizada.




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Anónimo Há 3 semanas

ENFIM, QUEREM UM FASCISTA POPULISTA NA LIDERANÇA. UK VAI SOFRER MUITO COM O QUE ANDAM A FAZER VAI VAI.

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