Economia Constança sentiu o “Presidente dos afectos” na tomada de posse dos novos governantes

Constança sentiu o “Presidente dos afectos” na tomada de posse dos novos governantes

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu esta manhã posse aos novos ministros Adjunto do primeiro-ministro, Pedro Siza Vieira, e da Administração Interna (MAI), Eduardo Cabrita, despedindo-se com abraços prolongados da ex-ministra Constança Urbano de Sousa.
Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão
Marcelo Rebelo de Sousa abraçou efusivamente a ex-ministra Constança Urbano de Sousa no final da cerimónia de toma de posse dos novos ministros e secretários de Estado.
Bruno Simão - Fotografia
Negócios com Lusa 21 de outubro de 2017 às 10:02

Os novos ministros Adjunto do primeiro-ministro, Pedro Siza Vieira, e da Administração Interna, Eduardo Cabrita, foram esta nesta manhã de 21 de Outubro empossados nos cargos pelo Presidente da República, numa cerimónia realizada no Palácio de Belém, em Lisboa.

 

Tomaram também posse o novo secretário de Estado da Protecção Civil, José Artur Neves, e a nova secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Lopes Monteiro.

 

Isabel Oneto e Carlos Miguel foram reconduzidos, respectivamente, como secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna e secretário de Estado das Autarquias Locais.

 

Os governantes foram empossados na presença do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, do primeiro-ministro, António Costa, e da totalidade dos ministros do XXI Governo, numa curta cerimónia realizada na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, que durou perto de seis minutos.

 

Estiveram presentes também Constança Urbano de Sousa, que se demitiu na quarta-feira das funções de ministra da Administração Interna, e o ex-secretário de Estado Jorge Gomes. 

 

Esta foi a quarta recomposição do XXI Governo, que está em funções desde 26 de Novembro de 2015, e alterou a orgânica do executivo: a Protecção Civil foi autonomizada como secretaria de Estado e o ministro Adjunto perdeu a tutela das Autarquias Locais para a Administração Interna e a da Igualdade para a ministra da Presidência.

 

O novo ministro Adjunto do primeiro-ministro, que substitui nessas funções Eduardo Cabrita, terá agora funções estritamente políticas, sem tutelar qualquer secretário de Estado.

Assistiram ainda a este acto no Palácio de Belém a secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, o vice-presidente da bancada socialista Pedro Delgado Alves e o deputado e antigo secretário de Estado da Presidência Vitalino Canas.

 

No final da cerimónia, após cumprimentar os novos governantes, Marcelo Rebelo de Sousa, Ferro Rodrigues e António Costa atravessaram a sala, cumprimentando os novos elementos do executivo, mas também quem saiu do Governo - Constança Urbano de Sousa e Jorge Gomes.

 

O Presidente da República despediu-se com abraços prolongados da ex-ministra da Administração Interna e do seu ex-secretário de Estado e murmurou-lhes algo ao ouvido que não foi possível perceber, mas que deixou ambos visivelmente comovidos.

 

Também Ferro Rodrigues e António Costa se despediram com abraços prolongados de Constança Urbano de Sousa e de Jorge Gomes. 

 

Esta recomposição do Governo aconteceu na sequência da demissão de Constança Urbano de Sousa do cargo de ministra da Administração Interna, anunciada na quarta-feira de manhã, três dias depois dos incêndios que deflagraram no domingo e provocaram 44 mortos.

 

Na quarta-feira ao final do dia, o primeiro-ministro propôs ao Presidente da República a sua substituição por Eduardo Cabrita, até então seu ministro Adjunto, e a substituição deste por Pedro Siza Vieira.




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

comentários mais recentes
NeveCinzenta Há 3 semanas

SE ELA O SENTIU, É PORQUE TERÁ SIDO APALPADA...FICO SEM PERCEBER SE A NOTÍCIA É UMA DENÚNCIA OU UM AGRADECIMENTO.

Anónimo Há 3 semanas

Ai o que senti foi uma profunda dor ao ver alguém confortar outrem que foi reduzida a maior pobreza também por negligência dos responsáveis que tinham o dever de defender o interesse geral. O que eu gostava de ver era saudar cidadãos pelo seu progresso e bem estar e não por tragédias como estas..

General Ciresp Há 3 semanas

Espero que este pezinho de danca tenha sido feito com a cancao do ladraozito 44zito diploma careca,pena foi o d.branca nao ter entrado a toca o BATUQUE.FENOMENALa cancao do galinha sem cabeca.

Anónimo Há 3 semanas

ja ninguem o atura. isto e a conforta-la por causa da fila que aturou no Centro de Desemprgo. Coitada. Este e um pais anedotico e de coitados. De montras arrumadas. Uma autentica loja dos trezentos. Mas quem acredita nestes personagens de teatro mal amanhado?

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