Economia Costa diz que o interior pode estar na linha da frente do desenvolvimento do país

Costa diz que o interior pode estar na linha da frente do desenvolvimento do país

O primeiro-ministro, António Costa, rejeitou a ideia de fatalismo associada ao interior e afirmou que estes territórios podem estar "na linha da frente do desenvolvimento do país".
Costa diz que o interior pode estar na linha da frente do desenvolvimento do país
Reuters
Lusa 02 de junho de 2017 às 20:28

"Aquilo que vai fazer no futuro a diferença relativamente ao passado é a capacidade que tivermos de, a partir destas regiões [do Interior], sermos capazes de atrair, criar, fixar e desenvolver empresas que estejam vocacionadas para o mercado global", apontou.

 

António Costa falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, depois de ter inaugurado as novas instalações de duas fábricas - uma do sector têxtil e outra da metalomecânica e produtos de luxo - e também ter visitado algumas das empresas que estão instaladas no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã.

 

Exemplos de empresas que optaram por se fixar no Interior, mas que trabalham à escala mundial e com projectos ligados à inovação e conhecimento, o que, para o primeiro-ministro, é demonstrativo de que o desenvolvimento não está confinado aos grandes centros urbanos do litoral.

 

"Isto ilustra bem que não há nenhuma fatalidade para que as regiões do país que nos habituamos a chamar do Interior não sejam regiões que possam estar na linha da frente do desenvolvimento do país", acrescentou.

 

Depois de lembrar o investimento que os territórios em causa têm realizado em termos de conhecimento e qualificação de recursos humanos, António Costa também considerou que a capacidade de continuar a afirmar o Interior "é um desafio que o país tem de prosseguir".

 

"Quero por isso, senhor presidente, concluir como comecei: Muito obrigado por nos ter dado a oportunidade de poder testemunhar estes exemplos de excelência, da capacidade de atrair investimento, de fixar investimento, de desenvolver novos projectos empresariais", referiu dirigindo-se ao presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira.

 

Ao longo do dia, António Costa também passou por uma escola em Vila Nova da Barquinha, tendo seguido depois para o distrito de Castelo Branco. Em Proença-a-Nova visitou uma empresa ligada às novas tecnologias e em Alcains uma empresa têxtil de confecções.

 

Na Covilhã, além das empresas que visitou também procedeu à inauguração do Puralã-Wool Valley Hotel & Spa, que resulta de uma requalificação total do antigo Hotel Turismo da Covilhã.




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telmo 03.06.2017

Sim se tivéssemos muitos autarcas como os de Castelo Branco, Vila Real e Bragança teríamos o interior desenvolvido. Autarcas como os da Guarda matam o interior, pois pensam e vivem no litoral.

Luis 03.06.2017

Muito bem Costa a Covilhã e Castelo Branco puxam pelo desenvolvimento mas tens um Amaro na Guarda que não vê um boi e faz apenas de mordomo e jardineiro 2 dias por sema quando vem de Coimbra, sem ofensa a estes profissionais. Como a Guarda elegeu esse incompetente.

Anónimo 02.06.2017

De certeza que passou na curiosidades e dicas- a empresa com mais evolucao tecnologica de castelo branco . . vigaristas...

k 02.06.2017

o escurinho da foto está a preparar tudo para os portugas levem com o 4º resgate,ninguém tenha a mínima dúvida.depois vamos ver quem paga,para os criminosos que provocam o agravamento da dívida como o tipo da foto que em pouco mais de 1 ano já somou mais 12biliões devia haver referendo pena de morte

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