Economia Costa considera que redução do desemprego é "passo positivo" mas é preciso "baixar mais"

Costa considera que redução do desemprego é "passo positivo" mas é preciso "baixar mais"

O primeiro-ministro, António Costa, considerou hoje que a revisão em baixa da taxa de desemprego registada em Novembro é "mais um passo positivo" e reforça a necessidade de "continuar as boas políticas" para "baixar mais".
Costa considera que redução do desemprego é "passo positivo" mas é preciso "baixar mais"
Lusa
Lusa 30 de janeiro de 2018 às 14:30

"É mais um passo positivo e isso significa que temos de dar continuidade às boas políticas que temos seguido e que nos têm permitido ter bom crescimento económico, mais investimento e mais exportações e uma forte redução do desemprego", disse.

 

O primeiro-ministro falava aos jornalistas à margem de uma visita ao restaurante de cozinha síria Mezze, no mercado de Arroios, Lisboa, onde almoçou hoje a convite da associação fundadora do projecto, Associação Pão a Pão, para a integração de refugiados do Médio Oriente.

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu hoje em baixa de 0,1 pontos percentuais a taxa de desemprego de Novembro para os 8,1%, valor mínimo desde Novembro de 2004, estimando para Dezembro uma nova descida para os 7,8%.

 

Questionado pelos jornalistas sobre os valores hoje conhecidos, António Costa sublinhou que os números do desemprego "tem de baixar mais".

 

"Nós temos de continuar a dar sequência ao trabalho que temos vindo a fazer para haver mais investimento e criação de postos de trabalho, é para continuar", disse.

 

Um ano antes, em Dezembro de 2016, a taxa de desemprego situava-se nos 10,2%, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

 

O valor apurado para Novembro representa uma descida em 0,3 pontos percentuais face ao mês anterior e menos 0,7 pontos percentuais em relação a três meses antes, sinaliza o INE.

 

A estimativa provisória da população desempregada para Dezembro é de 401,5 mil pessoas e a da população empregada é de 4,776 milhões de pessoas.




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