Economia Crescimento após 2017: Lagarde e Teodora precisam de ver para crer
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Crescimento após 2017: Lagarde e Teodora precisam de ver para crer

As duas instituições estão mais optimistas e admitem que o crescimento ficará próximo daquilo que o Governo espera para 2017. Ainda assim, subsistem dúvidas sobre o futuro: o motor da economia arrancou, mas há o risco de ir abaixo nos próximos anos.
Crescimento após 2017: Lagarde e Teodora precisam de ver para crer
Bruno Simão/Negócios
Nuno Aguiar 19 de abril de 2017 às 00:01

As dúvidas não desapareceram, foram apenas adiadas. Ontem, o Conselho das Finanças Públicas (CFP) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) deram mais sinais de que 2017 será mesmo um ano de maior dinamismo

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mais votado Anónimo 19.04.2017

A 10 anos o juro é ainda uma enormidade se comparado com os juros negativos da dívida japonesa, alemã e suíça. Os governos da Suécia, Holanda e França estão a ser pagos para pedir emprestado na maioria dos prazos! Até Espanha e Itália pedem emprestado e são pagos por isso nos prazos mais curtos de até 2-3 anos! Nem no prazo mais curto a dívida que a República Portuguesa emite tem um juro negativo. Não o tem em prazo algum. Espanha, França e Itália, como termo de comparação, têm. Portugal porque não flexibiliza, moderniza e dinamiza os mercados de factores produtivos, está a ser sugado e parasitado por credores sanguessuga e abutres, grupo ao qual muitas famílias portuguesas se juntaram tal é o incentivo e a disponibilidade.

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Anónimo 19.04.2017

A corrupção é a maior aliada do excedentarismo. Onde há uma, existe a outra. Ambas são duas faces da mesma moeda. Da má moeda chamada despesismo. A missão e propósito dos bons governantes, com ou sem a ajuda e orientação de técnicos e outros recursos do FMI, da UE e da OCDE, é criar condições para expulsar essa má moeda e não a deixar voltar a circular nas nossas economias e sociedades.

Anónimo 19.04.2017

A 10 anos o juro é ainda uma enormidade se comparado com os juros negativos da dívida japonesa, alemã e suíça. Os governos da Suécia, Holanda e França estão a ser pagos para pedir emprestado na maioria dos prazos! Até Espanha e Itália pedem emprestado e são pagos por isso nos prazos mais curtos de até 2-3 anos! Nem no prazo mais curto a dívida que a República Portuguesa emite tem um juro negativo. Não o tem em prazo algum. Espanha, França e Itália, como termo de comparação, têm. Portugal porque não flexibiliza, moderniza e dinamiza os mercados de factores produtivos, está a ser sugado e parasitado por credores sanguessuga e abutres, grupo ao qual muitas famílias portuguesas se juntaram tal é o incentivo e a disponibilidade.

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