Zona Euro Crescimento da Zona Euro acelera menos que o esperado em Outubro

Crescimento da Zona Euro acelera menos que o esperado em Outubro

A actividade da indústria e dos serviços na região da moeda única cresceu em Outubro, mas menos do que o esperado, devido à evolução do sector dos serviços em França.
Crescimento da Zona Euro acelera menos que o esperado em Outubro
Bloomberg
Rita Faria 04 de Novembro de 2016 às 09:57

O crescimento económico da Zona Euro acelerou menos do que o esperado, em Outubro, sobretudo devido à fraca evolução do sector dos serviços em França.

O índice PMI compósito, da IHS Markit, que mede a actividade da indústria e dos serviços, subiu de 52,6 pontos, em Setembro, para 53,3 pontos, em Outubro, abaixo da anterior leitura que apontava para 53,7 pontos.

O índice relativo apenas aos serviços ficou 0,7 pontos abaixo do esperado, reflectindo um abrandamento em França e noutros países mais pequenos da Zona Euro.

"A expansão mais fraca do que o previsto em Outubro levanta dúvidas sobre se a Zona Euro está a sair da fase de crescimento lento que perdurou durante grande parte deste ano", refere Chris Williamson, economista-chefe da IHS Markit, citado no comunicado. No entanto, o aumento das encomendas e a subida das contratações e confiança dos empresários sugerem que "o crescimento vai aumentar à medida que nos aproximarmos do final do ano", acrescenta.

A região da moeda única regista uma recuperação lenta mas constante com o banco Central Europeu (BCE) a suportar a economia com estímulos sem precedentes.

Ainda assim, desafios como a saída do Reino Unido da União Europeia, poderão testar a capacidade de resistência da Zona Euro.

A Itália, onde o crescimento quase estagnou devido à incerteza política "é uma grande preocupação", afirma Chris Williamson. "Da mesma forma, ainda que o PMI da Irlanda continue consistente com uma subida do PIB de 1%, isso diminuiu acentuadamente em relação ao início do ano, à medida que as preocupações aumentam quanto ao impacto potencial da Brexit".

A Alemanha, a maior economia da região, impulsionou o crescimento da Zona Euro, com a produção a subir ao ritmo mais rápido em três meses e a taxa de criação de emprego em máximos de mais de cinco anos.




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mais votado Anónimo Há 4 semanas


Trabalhador no ativo, roubado.

Os trabalhadores no ativo, estão fartos de pagar impostos e contribuições para sustentar as pensões, com valores muito superiores aos descontos efetuados pelos próprios, auferidas pelos atuais pensionistas.

comentários mais recentes
hugo Há 4 semanas

Que grande problema! O que será da nossa vida?

Anónimo Há 4 semanas


FP e CGA - SEMPRE A ROUBAR À GRANDE

E não deixa de ser anedótico que o contribuinte que vê a sua reforma cada vez mais longe e mais baixa, ainda seja chamado para pagar as absurdas pensões da CGA.

Fica aqui a lista do pilim que a CGA consome ao OE (e que todos os contribuintes pagam):


Ano-Receitas CGA/Trf. OE/Desp. total

2008 - 2298 / 3396 / 6705

2010 - 3453 / 3749 / 7489

2012 - 2846 / 4214 / 7196

2015 - 4927 / 4601 / 9528 Milhões €


Pordata

Anónimo Há 4 semanas


Trabalhador no ativo, roubado.

Os trabalhadores no ativo, estão fartos de pagar impostos e contribuições para sustentar as pensões, com valores muito superiores aos descontos efetuados pelos próprios, auferidas pelos atuais pensionistas.

Anónimo Há 4 semanas

COFINA: INVERSÃO DA QUEDA: Receitas de jornais e TV no 1ºSem./16 caíam -1% (para 39,9 M€), 3 meses após no conjunto de 9 meses/2016 já sobem 0,9% (para 61,1 M€). Dívida liquida continua a baixar,para 56,5 M€,menos 2,1 M€ que final de Junho/16. E, tem lucros de 3,6 M€ nos 9 meses. COMPRAR FORTEMENTE.

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