Conjuntura Crescimento da Zona Euro revisto em alta para 2,2% no segundo trimestre

Crescimento da Zona Euro revisto em alta para 2,2% no segundo trimestre

Os dados da evolução da economia da Zona Euro foram revistos em alta, com os números a revelarem um crescimento do PIB de 2,2% no segundo trimestre. A maioria das economias acelerou o seu crescimento.
Crescimento da Zona Euro revisto em alta para 2,2% no segundo trimestre
Sara Antunes 16 de agosto de 2017 às 10:34
O produto interno bruto (PIB) da Zona Euro cresceu 2,2% no segundo trimestre do ano, quando comparado com igual período do ano passado, revelou esta quarta-feira, 16 de Agosto, o Eurostat, revendo assim em alta os dados preliminares divulgados no dia 1 de Agosto e que apontavam para uma expansão de 2,1%.

Este é o ritmo de crescimento mais acelerado desde o primeiro trimestre de 2011, altura em que a economia da Zona Euro cresceu 2,9%.

Entre os 13 países da Zona Euro que divulgam os dados do segundo trimestre do ano, sete registaram um acelerar do ritmo de crescimento, com a Letónia a liderar, ao registar um aumento do PIB de 4,8%. Os Países Baixos foram os segundos que mais cresceram (3,8%) , seguidos por Espanha (3,1%). 

Falta conhecer os dados de seis países da Zona Euro, que não revelam os dados tão cedo.

Em termos trimestrais, o crescimento económico foi de 0,6%, idêntico ao reportado no início do mês.

Na União Europeia o crescimento do PIB foi de 2,3%, o que também corresponde a uma revisão em alta do PIB, já que os dados preliminares apontavam para um crescimento de 2,2%.

Os dados de 1 de Agosto não tinham informação por países, tendo entretanto sido publicados ao nível nacional os dados referentes ao segundo trimestre do ano. Foi o caso de Portugal, que revelou na segunda-feira, 14 de Agosto, que a economia cresceu 2,8% no segundo trimestre, mantendo assim o ritmo registado no primeiro trimestre do ano, ao contrário do que estava a ser antecipado pelos economistas.

Aquele foi assim o terceiro trimestre consecutivo em que a economia portuguesa cresceu acima da Zona Euro.

Também na terça-feira, a Alemanha revelou que a economia aumentou 2,1% em relação ao segundo trimestre de 2016, registando também um acelerar do seu crescimento. 

Itália revelou já esta quarta-feira de manhã que o PIB cresceu 1,5%, o que corresponde ao maior crescimento anual desde 2011.

(Notícia actualizada às 10:50 com mais informação)



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mais votado Anónimo 16.08.2017

Não se admirem com a insólita glorificação do anémico crescimento económico português face a seus pares. Em Portugal o mirabolante mote diz que não existem forças de mercado, em especial do sector público para dentro, e por isso não se pode reestruturar uma organização portuguesa com recurso a despedimentos ou desalocação de oneroso factor produtivo trabalho que seja desnecessário e injustificável à luz dos mais básicos e elementares princípios da boa gestão lean, da racionalidade económica, do avanço tecnológico e das condições de oferta e procura reais existentes em dado momento ou período de tempo.

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Mr.Tuga 17.08.2017

Graças ao Bosta e a geringonça, claro !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anónimo 16.08.2017

Não se admirem com a insólita glorificação do anémico crescimento económico português face a seus pares. Em Portugal o mirabolante mote diz que não existem forças de mercado, em especial do sector público para dentro, e por isso não se pode reestruturar uma organização portuguesa com recurso a despedimentos ou desalocação de oneroso factor produtivo trabalho que seja desnecessário e injustificável à luz dos mais básicos e elementares princípios da boa gestão lean, da racionalidade económica, do avanço tecnológico e das condições de oferta e procura reais existentes em dado momento ou período de tempo.

Anónimo 16.08.2017

Se a República comprar pás e picaretas e o governo mandar metade dos portugueses esburacar as estradas todas e outra metade ir lá tapá-las a 150 euros à hora, o PIB ainda cresce mais este ano. Força dupla Costa-Centeno! Não compensa é os estragos já feitos em Tancos e Pedrógão. Não ia lá com pás, picaretas e uma avalanche de contratos de trabalho sem qualquer estratégia, justificação ou sentido. Mas o PIB cresce. E a dívida para nós e os nossos filhos pagarmos também...

Anónimo 16.08.2017

Com a Europa de Leste a crescer mais do que Portugal (3,6%), Espanha a crescer acima dos 3% e a Irlanda acima dos 4%, que contentamento pode haver nestes medíocres 2,5% portugueses que se resumem essencialmente ao regresso ao consumo desenfreado por parte da pandilha dos direitos adquiridos, ao crédito subsidiado e à criadagem no turismo sazonal, em vez de investimento, elevação das exportações de bens transaccionáveis no mercado global e vitalidade na actividade económica de elevado valor acrescentado?

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