Política Cristas pede manutenção de leis laborais que permitem crescimento económico

Cristas pede manutenção de leis laborais que permitem crescimento económico

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, considerou positiva a revisão em alta do crescimento económico divulgado hoje, pedindo que o Governo mantenha a legislação laboral que, considera, tem possibilitado esses resultados.
Cristas pede manutenção de leis laborais que permitem crescimento económico
Bruno Simão
Lusa 31 de agosto de 2017 às 14:33

"Espero que este Governo continue a preservar essa reforma laboral que foi feita e que está a dar estes frutos no crescimento da economia e que não ceda às pressões dos seus aliados mais à esquerda, que sistematicamente põem a reversão desta legislação em cima da mesa", defendeu Assunção Cristas, em declarações à Lusa.

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje que a economia portuguesa cresceu 2,9% no segundo trimestre deste ano em termos homólogos e 0,3% face ao trimestre anterior, revendo em alta a estimativa rápida que tinha divulgado em 14 de agosto.

 

"Tudo o que seja ter o PIB a crescer é positivo e naturalmente que nós entendemos que o país precisa de crescer ainda mais, de maneira a podermos alcançar níveis de crescimento sustentável e duradouro. Tudo o que sejam notícias nesse sentido são obviamente positivas", declarou Assunção Cristas.

 

A líder centrista sublinhou que "este crescimento também se deve a muito do trabalho feito na parte laboral e que até agora tem sido preservado por este Governo".

 

Assunção Cristas falava à Lusa no final de uma visita ao Centro Social e Paroquial da Nossa Senhora do Carmo, no Lumiar, enquanto cabeça-de-lista à Câmara de Lisboa da coligação "Pela Nossa Lisboa" (CDS-PP/MPT/PPM).

 




A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 31.08.2017

É fundamental que as sociedades, por causa das pessoas de todas as idades e por uma questão da mais elementar humanidade, tenham um sistema público de segurança social implementado e sempre em vigor. Esse sistema público de segurança social não pode é chamar-se direcção regional, administração regional, delegação regional, centro hospitalar, repartição de finanças, junta de freguesia, câmara municipal, escola secundária, faculdade, serviços municipalizados de transportes urbanos, sociedade de transportes colectivos, Águas de Portugal, CP, Carris, BdP, Novo Banco ou Caixa Geral de Depósitos. E isto é o que as esquerdas portuguesas, incluindo muitos centristas cata-vento e pseudo-direitolas, não compreendem.

comentários mais recentes
Quanto mais berram mais se afundam 31.08.2017

CAVACOS , PIRES DE LIMA, PASSOS COELHO, CRISTAS, ANDAM NERVOSOS, O VELHO ANDA A DAR PALESTRAS, PARA INSULTAR TUDO E TODOS , ATE O PRESIDENTE MARCELO, ANDA A FAZER CAMPANHA, UMA VERGONHA, MAIS UMA BORRADA,

O teu mal é não saberes o que custa a vida no duro 31.08.2017

E se fosses para casa coser meias e tratar da filharada que pariste e de que outros, que nada têm a ver com o assunto, estão a cuidar ?
QUE PESSOA TÃO HIPÓCRITA !
Porém, em compensação, é católica e engole regularmente a hóstia.

Anónimo 31.08.2017

É fundamental que as sociedades, por causa das pessoas de todas as idades e por uma questão da mais elementar humanidade, tenham um sistema público de segurança social implementado e sempre em vigor. Esse sistema público de segurança social não pode é chamar-se direcção regional, administração regional, delegação regional, centro hospitalar, repartição de finanças, junta de freguesia, câmara municipal, escola secundária, faculdade, serviços municipalizados de transportes urbanos, sociedade de transportes colectivos, Águas de Portugal, CP, Carris, BdP, Novo Banco ou Caixa Geral de Depósitos. E isto é o que as esquerdas portuguesas, incluindo muitos centristas cata-vento e pseudo-direitolas, não compreendem.

Anónimo 31.08.2017

Ninguém, seja da Comissão Europeia, do FMI, da OCDE ou de qualquer um dos governos das economias mais avançadas do mundo como as escandinavas, do Reino Unido, da Oceania ou coreana, querem mudar o mundo. Porque o mundo já mudou e o que existe é quem não saiba ou queira aperceber-se disso mesmo.

ver mais comentários
pub