Função Pública Curso que dá entrada directa na administração pública vai ser retomado

Curso que dá entrada directa na administração pública vai ser retomado

A notícia é avançada pelo Público, que cita o Ministério das Finanças. O curso estava suspenso desde 2015, mas haverá agora uma nova edição para o ano lectivo de 2018/19. O curso tem uma propina de cinco mil euros e no final garante o acesso a um emprego na função pública.
Curso que dá entrada directa na administração pública vai ser retomado
Pedro Elias/Negócios
Negócios 31 de janeiro de 2018 às 12:11

O Ministério das Finanças vai abrir uma nova edição do curso de Estudos avançados em Gestão Pública (CEAGP), que está suspenso desde 2015, data em que entraram os últimos alunos. Este curso tem uma propina de cinco mil euros e no final garante a entrada directa para um emprego no Estado.

 

Segundo a edição desta quarta-feira, 31 de Janeiro, do jornal Público, fonte oficial do Ministério das Finanças adiantou que o plano de estudos está a ser reformulado e que no corrente ano abrirá uma nova edição.

 

A última edição, em 2015, abriu 200 vagas e todos os formandos foram colocados. O CEAGP, recorde-se, destina-se a licenciados com ou sem experiência profissional e a funcionários públicos.

 




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comentários mais recentes
mr Há 2 semanas

Cadé aquela avaliação que ia dar direito a saída? avaliar não interessa?

Fpublico condenado a 48 anos trabalho/descontos Há 2 semanas

custa 5.000 mocas

isto só em Portugal

é mais facil arranjar cunha e ir para diretor de serviços com curso de universidades particulares ou k ja não exstem

uma vergonha o comportamento dos mangas de alpaca sec XXI , subservientes, engraixolas, medrosos

Anónimo Há 2 semanas

Economias como a alemã e afins desenvolvem e produzem tudo aquilo que é necessário para que esta revolução onde o factor trabalho será substituído a elevada taxa por factor capital se dê em todo o mundo. É natural que viva em pleno emprego nesta transição. Muitos ganhos sob a forma de lucros, rendas, mais-valias, dividendos, propriedade intelectual e juros terá depois. Portugal está com pleno emprego porque faz camas e serve almoços àqueles, e o seu sector público é dos poucos que oficialmente "não tem excedentários". Isto não vai acabar bem para Portugal. Tal como não acabou nas outras três revoluções industriais.

BORIS Há 2 semanas

1º ano: Técnicas de negociação / Sesta / Principais Restaurantes / Fiscalidade / Direito Sindical
2º ano: Servilismo / Matemática das comissões / Sesta / Informática / Direito do trabalho
3º ano: Branqueamento de Capitais / Direito Penal / Contratação Pública / Sesta

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