Segurança Social De corte em corte, futuras pensões continuam a encolher
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De corte em corte, futuras pensões continuam a encolher

A cada ano que passa a situação relativa dos candidatos a pensionistas deteriora-se. O Governo já admitiu que o ritmo de redução pode estar a ser demasiado rápido, mas, até agora, continua tudo na mesma. No próximo ano há três factores a pesar.
De corte em corte, futuras pensões continuam a encolher
Sábado

As pensões em pagamento ficaram salvaguardadas de reduções com a geringonça, mas, no que respeita às pensões que ainda vão ser atribuídas, os cortes continuam a somar-se em cascata. 2017 é

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mais votado Anónimo 14.12.2016

Os mais novos estão a ver as futuras pensões a esfumarem-se enquanto os actuais pensionistas continuam sem qualquer corte. Esta situação é totalmente injusta e injustificada. A culpa desta situação não é dos actuais pensionistas, mas muito menos é dos futuros, sendo que estes últimos têm de pagar as actuais pensões e os deficites criados para as pagar e futuramente não irão ter pensões, ou então serão muito reduzidas

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

É uma FRAUDE do costa e do ministro vesgo caucionada pelo tonto do marcelo, eu que desconto não vou ter direito a NADA e quem não descontou têm direito a tudo porque é UM DIREITO ADQUIRIDO. e eu PORRA não tenho direitos, estes PS são todos filhos de uma P U T A.

Reformadodesegundacategoria Há 1 semana

..isto é criminoso!.porquê há de haver pensionistas de 1a categoria e de 2a em funçao do ano de acesso à reforma? Porquê quem se reformou há 5 anos tem vantagens a quem se reforma hoje, até hoje descontam mais?!. Quero capitalizacao em conta autonoma dos descontos!!.Tirem do orcamento reform sociais

Anónimo 16.12.2016

pois as nossas vao encolher e as deles vao esticando vergonha40 anos de trabalho nao chega ainda querem mais andamos a trabalhar para os outros estarem nos cafes deviam ver bem e ainda temos que pagar tudo

RioSado 14.12.2016

Atenção Sr. ministro! Só há uma maneira de as reformas serem justas. Deve haver um critério único para cálculo das pensões, a carreira contributiva e não a idade, pois há pessoas que (no presente) começam a descontar aos 16 anos e outras aos 30 ou 40! Portanto se não chegam 40 anos de carreira contributiva, decrete-se 41, 42, 43, os que forem necessários, mas quando as pessoas a atingirem, pois que tenham direito à reforma independentemente dos anos que tiverem de idade (salvo para pessoas com invalidez comprovada, mas mesmo comprovada, mesmo, mesmo comprovada) e não andar cá com 66, 67, 68 de idade. Mas igual para todos, desde o Presidente da República até ao trolha e todos a descontar para uma só entidade e nada de acumular reformas, pois isso é a maior vergonha nacional. Descontam toda a vida para a mesma entidade e depois, reforma. Será a única maneira de haver justiça!

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